quinta-feira, agosto 05, 2021

“Hugs were made to express what words fail.” (Anne Frank)

“Hugs were made to express what words fail.” (Anne Frank) Every word gesture or “Hugs were made to express what words leave to be desired.” (Anne Frank) intervention we have says more about us than about others, but no one likes to be “squeezed”, unless according to this “ tightening”. As Clarice Lispector used to say: “The path I chose is one of love. No matter the pain, the anguish, or the disappointment that I will have to face. I chose to be true. On my way, the hug is tight, the handshake is sincere, so don't find my way of smiling, of wishing you well, strange. That's just how I see life, and that's just how I believe it's worth living.” And me too…. As I have heard, as the popular voice, at certain times, when the tears fall faster and faster, the heart beats harder, we can't let our strength come to weakness, but let's fight so that our soul stays lighter, and we smile because we haven't accumulated anything, and we have the courage to be able to express our feelings and free ourselves from pain without fear… “before you judge my life or my character, put on my shoes and walk the path that I walked, live my sorrows, my doubts and my joys. Go through the years I've come, stumble where I stumbled and stand up just like I did.” (Clarice Lispector)
There was someone who said that we all need people with real smiles, long hugs, unique moments, and that our hearts never get old, just one hug and everything in it lights up and warms up. But a hug cannot be quick, because in this case it is more of a "push", it requires the crossing of arms and a delay to look in the eyes, to cross our body, because in reality if there are words that come with a hug, there are hugs that don't need words.” In a hug, it's always warm, it's always safe. In an embrace, you can't hear the ticking of clocks, and if there's no light, so much the better. Everything we think and suffer, within an embrace dissolves.” (Martha Medeiros) In these times now, when the "hug" seems to be ending, we must remember, because the "hug" is to close your eyes and open your soul, tighten your muscles and release your dreams, the hug that you don't think, that you can't imagine. The hug that is not; the hug that has to be. The hug that is meant to live. The hug that happens – and that you don't forget. . Embracing is. And it can be everything that it isn't – but that doesn't stop being. The hug can be all the hugs in the world.” (Pedro Chagas Freitas, in the book 'Eu Sou Deus'. Lisbon: Chiado editora, 2012)

“Os abraços foram feitos para expressar o que as palavras deixam a desejar.”(Anne Frank)

“Os abraços foram feitos para expressar o que as palavras deixam a desejar.”(Anne Frank) Cada palavra gesto ou “Os abraços foram feitos para expressar o que as palavras deixam a desejar.”(Anne Frank) intervenção que temos diz mais de nós que dos outros, mas ninguém gosta de ser “apertado”, salvo seja conforme seja esse “aperto”. Como já dizia Clarice Lispector: “O caminho que eu escolhi é o do amor. Não importam as dores, as angústias, nem as decepções que eu vou ter que encarar. Escolhi ser verdadeira. No meu caminho, o abraço é apertado, o aperto de mão é sincero, por isso não estranhe a minha maneira de sorrir, de te desejar o bem. É só assim que eu enxergo a vida, e é só assim que eu acredito que valha a pena viver.” E eu também…. Segundo ouvi dizer, como sendo a voz popular, em certos momentos, quando as lágrimas cada vez caem mais depressa, o coração bate com mais força, não podemos deixar que a nossa força vir fraqueza , mas vamos à luta para que a nossa alma fique mais leve, e sorrimos por não termos acumulado nada, e termos a coragem de poder expressar os nossos sentimentos e libertar-nos da dor sem medo… “antes de julgar a minha vida ou o meu caráter, calce os meus sapatos e percorra o caminho que eu percorri, viva as minhas tristezas, as minhas dúvidas e as minhas alegrias. Percorra os anos que eu percorri, tropece onde eu tropecei e levante-se assim como eu fiz.” (Clarice Lispector) Houve alguém que disse que todos precisamos de pessoas sorrisos verdadeiros, abraços longos, momentos únicos, e que o nosso coração nunca envelhece, basta um abraço e tudo nele se ilumina e aquece. Mas um abraço não pode ser rápido, pois nesse caso é mais um “empurrão”, requer o cruzamento dos braços e uma demora para olhar nos olhos, para atravessar o nosso corpo, pois na realidade se há palavras que chegam com um abraço, há abraços que não precisam de palavras.” Dentro de um ,abraço é sempre quente, é sempre seguro. Dentro de um abraço não se ouve o tic-tac dos relógios e, se faltar luz, tanto melhor. Tudo o que pensamos e sofremos, dentro de um abraço se dissolve.”(Martha Medeiros) Nestes tempos de agora, em que o “abraço” parece estar a acabar, devemos ter memória, pois o “abraçar” é fechar os olhos e abrir a alma, apertar os músculos e libertar os sonhos, o abraço que não se pensa, que não se imagina. O abraço que não é; o abraço que tem de ser. O abraço que serve para viver. O abraço que acontece – e que não se esquece. . Abraçar é. E pode ser tudo aquilo que não é – mas que não deixa de ser. O abraço pode ser todos os abraços do mundo.” (Pedro Chagas Freitas, no livro ‘Eu Sou Deus’. Lisboa: Chiado editora, 2012)

segunda-feira, agosto 02, 2021

“As oportunidades multiplicam-se à medida que são agarradas” A Arte da Guerra de Sun TZU

“As oportunidades multiplicam-se à medida que são agarradas”. (A Arte da Guerra de Sun Tzu) Na voz popular diz-se que quando agarramos uma oportunidade conseguimos ver as outras, na realidade na nossa cultura somos habituados a ter de fazer muito com pouco, mas também temos de perceber que fazer muito com pouco nem sempre dá os resultados que queremos ou desejamos. Talvez, por isso seja de grande utilidade concentrarmo-nos nos nossos pontos fortes, mas também reconhecer as nossas fraquezas, para assim podermos agarrar as nossas oportunidades, protegendo-nos contra as ameaças, mas para que em tudo isto possamos ser bem sucedidos temos de conhecer as nossas capacidades e potencialidades, ter a noção dos nossos pontos fortes e dos nossos pontos fracos e trabalhar para os melhorar, pois será esse trabalho que nos ajudará a enfrentar os desafios e a saber aproveitar as oportunidades que surgem no nosso caminho nestes tempos, ou em todos os tempos da nossa vida. Como escreve no livro A Arte da Guerra (Sun Tzu), considerada uma das suas melhores premissas sobre a necessidade de que temos de saber anteciparmos ao futuro: “Aquele que se empenha a resolver as dificuldades resolve-as antes que elas surjam. Aquele que se ultrapassa a vencer os inimigos triunfa antes que as suas ameaças se concretizem”. Temos de ter a capacidade e não viver em ansiedade, mas sim preparar-nos para alguns cenários de modo racional e saudável. Com isto, devemos experimentar ser mais proactivos, em vez de deixar que as coisas aconteçam para que nos possamos mexer, e assim criar algumas ferramentas versáteis para uso futuro. Mesmo que os problemas cheguem, já estaremos preparado e ficará mais fácil resolvê-los. Ao criarmos uma listagem dos que temos que fazer, sempre priorizamos o que for mais importante, pois ao termos uma visão daquilo que nos parece óbvio é um dos ingredientes para que possamos ter sucesso na nossa vida. “Não é preciso ter olhos abertos para ver o Sol, nem é preciso ter ouvidos afiados para ouvir o trovão. Para sermos vitoriosos precisamos ver o que não está visível” (Sun Tzu) Temos de ter a percepção de que , por vezes, se torna necessário fazermos algum sacrifício e, temos de abrir mão de algumas coisas menores para que possamos alcançar os nossos objetivos da forma como o desejamos. No livro “ A Arte da Guerra” de Sun Tzu somos convidados a arriscarmos e sermos bem mais do que aparentamos aos demais. Nestes tempos que não são os nossos ou nos outros tempos em que julgávamos ser os nossos, não nos deve sair do pensamento o desafio “ o que é que podemos fazer mais? E. esta frase deve ser a metáfora que nos deve acompanhar em toda a nossa vida,” Triunfam aqueles que sabem quando lutar e quando esperar. E a vitória está reservada para aqueles que estão dispostos a pagar o preço.” (Sun Tzu – A arte da guerra)

sábado, julho 03, 2021

“Better to add life to days than days to life.” (Rita Levi-Montalcin) “为日子增添生命比为生命增添生命更好。”(丽塔·列维-蒙塔尔辛) “Wèi rìzi zēngtiān shēngmìng bǐ wéi shēngmìng zēngtiān shēngmìng gèng hǎo.”(Lì tǎ·liè wéi-méng tǎ ěr xīn)

“Better to add life to days than days to life.” (Rita Levi-Montalcin) There are times when, in general, we are led to think “that maybe it won't be long before we go back to what we understood as “normal”….but, as always, there are those more “hurried” that make us “all pay” – and here we are back to the emotional instability of “having to live as if there was no tomorrow”, in which we should have already learned that these times are of doubts, questions and uncertainties and not to ignore all the things that can go wrong. “What surprises us most about humanity are the "men". Because they lose their health to save money. Then they lose money to regain their health. And because they think anxiously about the future, they forget the present in such a way that they end up living neither the present nor the future. And they live as if they were never going to die... ...And they die as if they had never lived.” (Dalai Lama) In reality our life has changed without any prior warning, today we have to live "in this new normal", where the old notion of normality as "life in the past" will be difficult to recover, we have to face the future and enjoy these extraordinary times as a source of learning and renewal, which will be easier or more difficult, depending on the adaptation of each one.” “Fight with determination, embrace life with passion, lose with class and win boldly, because the world belongs to those who dare and life is too beautiful to be insignificant.” (Charlie Chaplin) Everyone, at one time or another, or more often than not, we may not have the best thoughts about ourselves, questioning our abilities, talents, aptitudes, gifts, goodness… whether we are good or less good people. We must have the perception and clarity that the thoughts we have about who we are decisively influence how we feel, and behind them is the image that others give us of ourselves and a set of experiences lived throughout life. However, it is always possible to think differently, especially if our thoughts make us feel less good. Guilt weighs tons and carrying it on our backs can make our backs arch, and if we can't take our eyes off the ground we miss the spectacle that is life! Let's forget about others, let's focus on ourselves. Yes, we can and must be inspired, not feel the demand to be equal or to do the same. This is a utopia. We are unique. The others are unique. We can and must be inspired by remarkable people and paths in life who can contribute to our personal development and grow in love, generosity, integrity, empathy and forgiveness. “Don't try to find a shortcut, because there are no shortcuts. The world is a struggle, it's hard, it's a painful task, but that's how you reach the peak. Whenever there are alternatives, be careful. Do not opt ​​for the convenient, the comfortable, the respectable, the socially acceptable, the honorable. Choose what makes your heart flutter. Choose what you would like to do, despite all the consequences.” (OSHO)

“Melhor acrescentar vida aos dias do que dias à vida.”(Rita Levi-Montalcin)

“Melhor acrescentar vida aos dias do que dias à vida.”(Rita Levi-Montalcin) Há momentos em que no geral somos levados a pensar “que talvez já não falte muito para voltarmos ,ao que entendíamos como o “normal”….mas, como sempre há aqueles mais “apressados” que nos fazem “pagar todos” – e aqui estamos nós de volta à instabilidade emocional de “termos de viver como se não houvesse o amanhã”, em que já devíamos ter aprendido que estes tempos são de dúvidas, interrogações e incertezas e não ignorar todas as coisas que podem correr mal. “O que mais nos surpreende na humanidade, são os "homens". Porque perdem a saúde para juntar dinheiro. Depois perdem dinheiro para recuperar a saúde. E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente nem o futuro. E vivem como se nunca fossem morrer... ... E morrem como se nunca tivessem vivido.”(Dalai Lama) Na realidade a nossa vida mudou sem qualquer aviso prévio, hoje temos de viver “neste novo normal”, em que a antiga noção de normalidade como “a vida no passado”, será difícil de recuperar, temos de encarar o futuro e aproveitar estes extraordinários tempos como fonte de aprendizagem e de renovação, que será mais fácil ou mais difícil, dependente da adaptação de cada um.” “Lute com determinação, abrace a vida com paixão, perca com classe e vença com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é muito bela para ser insignificante.” (Charlie Chaplin) Todos, uma vez por outra, ou mais frequentemente podemos não ter os melhores pensamentos sobre nós, colocarmos em questão as nossas capacidades, talentos, aptidões, dons, bondade… sermos boas ou pessoas menos boas. Temos de ter a percepção e clareza que os pensamentos que temos acerca de quem somos influenciam determinantemente a forma como nos sentimos, e por detrás deles está a imagem que os outros nos dão de nós próprios e um conjunto de experiências vividas ao longo da vida. No entanto, é sempre possível pensar-se de forma diferente, especialmente se os nosso pensamentos nos fazem sentir menos bem. A culpa pesa toneladas e carregá-la às costas pode fazer com que as nossas costas vão arqueando, e se não conseguirmos tirar os olhos do chão perdemos o espectáculo que é a vida! Esqueçamos os outros, foquemo-nos em nós. Sim, podemos e devemos inspirarmo-nos, não sentir a exigência de ser igual ou fazer igual. Isso é uma utopia. Nós somos únicos. Os outros são únicos. Podemos e devemos inspirar-nos em pessoas e percursos de vida notáveis que possam contribuir para o nosso desenvolvimento pessoal e crescer em amor, em generosidade, em integridade, em empatia e perdão. “Não tente achar um atalho, porque não há atalhos. O mundo é uma luta, é árduo, é uma tarefa penosa, mas é assim que a pessoa chega ao pico. Sempre que houver alternativas, tenha cuidado. Não opte pelo conveniente, pelo confortável, pelo respeitável, pelo socialmente aceitável, pelo honroso. Opte pelo que faz o seu coração vibrar. Opte pelo que gostaria de fazer, apesar de todas as consequências.”(OSHO)

terça-feira, junho 22, 2021

“O futuro pertence àqueles que acreditam na beleza dos seus sonhos.” (Eleanor Roosevelt)

“O futuro pertence àqueles que acreditam na beleza dos seus sonhos.” (Eleanor Roosevelt) Quando nos pomos a caminho, é bom que estejamos cientes de que é certo que não vamos alcançar tudo o que idealizámos, mas a realidade da vida demonstra ,(ensinamento que nem sempre colhemos a tempo….) que, apesar de “nunca saltarmos uma vala cujo largura seja maior que o cumprimento das nossas pernas, devemos sempre arriscar, o mais que nos pode acontecer é ficarmos todos molhados”, um conselho que me ficou ao longo do meu tempo de existência do meu avô materno. Como disse Fernando Pessoa:”Tenho em mim todos os sonhos do mundo. Às vezes ouço passar o vento; e só de ouvir o vento passar, vale a pena ter nascido.” Nem sempre temos a percepção de que há muitas formas de nos contarmos. Por norma, optamos por salientar os acontecimentos positivos ou os momentos rituais que instituíram um-antes-e-um-depois na nossa existência. focando-se essencialmente nos erros, falhanços ou equívocos cometidos e na necessidade da autocrítica para a vida em sociedade, o que acaba por ser outra forma de se contar a si e ao mundo. Mas não o ousar fará do mundo um lugar ainda mais estranho do que já é. Vivemos em sociedades obcecadas com o vencer ou o perseguir desígnios individuais, mas na maior parte das vezes não estamos preparados para as frustrações com que nos iremos deparar. é que aprender a lidar com inevitáveis falhanços evita que se tornem destrutivos, permitindo o recomeçar. E é a partir dessa consciência que se pode ousar, sem grandes receios de falhar. É básico. Mas tantas vezes esquecido. Aceite os outros como são, com as suas dificuldades e virtudes e vai ver como se vai sentir muito melhor. “A maior glória de viver não está em nunca cair, mas em nos levantarmos todas as vezes que cairmos.” ( Nelson Mandela) Nem sempre damos por isso, mas há sempre um olhar que sabe discernir o certo do errado e o errado do certo, um olhar que reconhece os curtos caminhos longos e os longos caminhos curtos, além de que, nestes tempos que não são os nossos tempos, como disse Edgar Morin - “não sabemos quais serão as consequências políticas, económicas, nacionais e planetárias de restrições provocadas pelos confinamentos. Não sabemos se devemos esperar o pior, o melhor, ou uma mistura dos dois: caminhamos para novas incertezas”. A confusão que se estabeleceu em muitas cabeças invocando essa outra emergência que é a recuperação da actividade económica, levou-as a esquecer a necessidade de preservar o essencial sobre o acessório – ou seja, a saúde e as vidas humanas sobre os rituais político-partidários ou meramente ideológicos, esquecendo os ensinamentos de Aristóteles de que “é durante os nossos momentos mais sombrios que devemos nos concentrar para ver a luz.” Há momentos que tudo nos vem à cabeça, parece que estamos a ver o filme da nossa vida ...a nossa memoria não sossega e um monte de perguntas manifesta-se na nossa mente. Esta crise “deveria abrir os nossos espíritos, há longo tempo confinados no imediato, o secundário e o frívolo, para o essencial: o amor e a amizade no nosso desenvolvimento individual, a comunidade e a solidariedade dos nossos “eu” em “nós”, o destino da Humanidade de que cada um de nós é uma partícula. Em suma, o confinamento físico deveria favorecer o desconfinamento dos espíritos”. “Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana.”(Carl Jung)

sexta-feira, junho 18, 2021

When we think about the part, we must at the same time think about the whole.” (Carl Von Clausewitz)

When we think about the part, we must at the same time think about the whole.” (Carl Von Clausewitz) All of us, at certain times in our lives, have certainly asked ourselves: "But why the hell am I thinking about this?" Whether or not it is our will is our self-awareness at work. But, the problem is that most of that time, this "filter" doesn't work and we don't even realize what is happening in our mind, while our body is giving the most varied signs that something "strange" is to pass. As Carl Von Clausewitz said: "The greatest enemy of a good plan is the dream of a perfect plan." But is there “perfection”? Or does what has to be done really has to be done? We all feel that sometimes we spend too much time thinking about what happened and less time thinking about what is happening. That is, we are more “focused” on past events, especially on the less good events that we have had as an experience in our life, which can cause us to miss out on great opportunities that life is giving us at that time. As Vitor Hugo said: “Initiative is doing what is right without having to be told to do it. Since life is already short, but we make it even shorter, wasting time.” As someone said when turning off the light of the world and living in the darkness of a distant planet where nothing new happens, because what happens is what has already happened, and sometimes or almost always we don't remember that anything that we can think or do can change what has already happened, because now, in this moment, life is happening. As Johann Goethe said: “Nothing is worth more than today. We cannot relive yesterday. Tomorrow is still beyond our reach.” If we are not perfect why do we demand to be perfect? Worse, we demand to have perfect and rosy relationships and when they are not, we think and we are in that situation of "wanting everything and having nothing." The sooner we accept that we are imperfect, we make mistakes, we have mistakes, we make mistakes, we do nonsense, we don't know everything, we are not the owner of the truth…the better for us and for others who relate to us. If we feel that we are too perfectionist, let us try to stop being one and start accepting our imperfections. You will see how much easier it is to accept others and improve our relationships. “What the human being most aspires to is to become a human being. The happiest people don't have the best things, they know how to make the best of the opportunities that come their way.” (Clarice Lispector)

“Quando pensamos na parte, devemos ao mesmo tempo pensar no todo.” (Carl Von Clausewitz)

“Quando pensamos na parte, devemos ao mesmo tempo pensar no todo.” (Carl Von Clausewitz) Todos nós, em certos momentos da nossa vida, já certamente nos interrogámos : “Mas, por que raio estou eu a pensar nisto?” Quer seja ou não da nossa vontade é a nossa autoconsciência a funcionar. Mas, o problema é que a maior parte desse tempo, esse “filtro” não funciona e nem nos apercebemos do que está a acontecer na nossa mente, enquanto o nosso corpo vai dando os mais variados sinais de que algo de “estranho” se está a passar. Como disse Carl Von Clausewitz :“O maior inimigo de um bom plano é o sonho de um plano perfeito.” Mas será que existe “ a perfeição”? Ou será que o que tem de ser feito, tem mesmo de ser feito? Todos nós sentimos que por vezes , passamos demasiado tempo a pensar no que aconteceu e menos tempo a pensar no que está a acontecer. Isto é, estamos mais “focados” nos acontecimentos do passado, em especial nos acontecimentos menos bons que tivemos como experiência na nossa vida, o que pode fazer com que percamos grandes oportunidades que a vida nos está a dar nesse momento. Como disse Vitor Hugo: ” Iniciativa é fazermos o que está certo sem ser preciso que alguém nos diga para fazermos tal. Dado que a vida já é curta, mas nós tornamo-la ainda mais curta, desperdiçando tempo.” Como alguém disse ao desligar-se da luz do mundo e a viver na escuridão de um planeta distante em que nada de novo acontece, porque o que acontece é o que já aconteceu, e por vezes ou quase sempre não nos lembramos que nada do que possamos pensar ou fazer pode alterar o que já aconteceu, porque agora, neste momento a vida está a acontecer. Como disse Johann Goethe: “Nada vale mais do que o dia de hoje. Não podemos reviver o ontem. O amanhã ainda está além do nosso alcance.” Se não somos perfeitos porque nos exigimos sê-lo? Pior, exigimo-nos ter relações perfeitas e cor-de-rosa e quando não são, pensamos e ficamos naquela situação de “tudo querer e nada ter.” Quanto mais depressa aceitar que somos imperfeitos, cometemos erros, temos falhas, enganamo-nos, fazemos disparates, não sabemos tudo, não somos o dono da verdade…melhor para nós e para os outros que se relacionam connosco. Se sentimos que somos demasiado perfeccionista, tentemos deixar de o ser e comecemos a aceitar as nossas imperfeições. Vai ver como é mais fácil aceitar as dos outros e melhorar as nossas relações. “O que o ser humano mais aspira é tornar-se ser humano. As pessoas mais felizes não tem as melhores coisas, elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos.”(Clarice Lispector)

quinta-feira, junho 10, 2021

“Alone we were never anything, but together we will be everything we want to dream of.” (Anonymous)

“Alone we were never anything, but together we will be everything we want to dream of.” (Anonymous) But first, we must recognize that it will never be easy to hear negative or derogatory comments about what others might think we are, or what we believe or what we create. However, when we allow (even unconsciously) the other (a) to reach us and we stop creating or believing that our ideas have value, the destructive criticism wins. Therefore, we have the power to equip ourselves with the greatest and best “armor” known to us, confront the critics of their “wraths”, and constructively follow what we believe, but... above all, as Eleanor Roosevelt one day said “Do what you feel in your heart to be right – for you'll be critized anyway. You’ll be damned if you do, and damned if you don’t”. ("Let's do what we think is right in our heart - for you will be criticized anyway. You will be "loathed" if you do, and "loathed" if you don't") Or as in a good old popular saying: "Arrested for having a dog and imprisoned for not having one”! So let us always be faithful to ourselves, have ideas, dream and build our dreams! But, always with the perception that with the “right dose” of creativity and reality, you never know what it will be possible to create! "We are what life wanted to make of us. We are what is left of our dreams, and at the same time we live by the dreams we still have to build. Choose what makes your heart flutter... Despite all the consequences. ” (Osho) There is an old saying that before we go out and point the finger at the attitudes of others, before we criticize and judge the people around us, we stop and simply listen. We must learn to listen to people and not just listen to them, do we know the difference? When we listen, we are attentive to the content, we can feel what the message conveys to us. Listening is just the sound of words entering our eardrums... “Let's not try to find a shortcut, because there are no shortcuts. The world is a struggle, it's hard, it's a painful task, but that's how you reach the peak. Let's listen to the sounds of nature and listen to people in the same way. Let us listen without imposing anything on what is being listened to – let us not judge, because the moment we judge, listening ceases.” (Osho) We all must be aware that life is not always the way we want and dream, that is how sometimes we all feel that nothing is enough and we always want more, and everything causes us some dissatisfaction. All of this makes us ambitious and “we run incessantly” after this “MORE”. This is how we become hostage to the verb “TO HAVE” and “BEING” becomes more important than “BEING”. We live by giving more answers and asking fewer questions. But today, the reality is that we need more smiles, endless hugs and many other possibilities, we need time to live and keep going back to those places and people that make us happy. We don't need much to continue each day as if it were the last, we need love, faith, gratitude and a lot of hope. “Do you have any idea how many lives we had to go through before we had the first intuition that there was more to life than eating, or fighting, or holding an important position within the pack? Most of us have come a long way. We went from one world to another, which was practically the same as the first, forgetting right away where we came from, not worrying about where we were going, living in the present moment.” (RICHARD BACH - From the book: FERNÃO CAPELO GAIVOTA)

“Sozinhos nunca fomos nada, mas juntos seremos tudo o que quisermos sonhar.”(anónimo)

“Sozinhos nunca fomos nada, mas juntos seremos tudo o que quisermos sonhar.”(anónimo) Mas primeiro, devemos reconhecer que nunca será fácil ouvir comentários negativos ou pejorativos daquilo que outros possam julgar que somos, ou daquilo que acreditamos ou daquilo que criamos. No entanto, quando permitimos (mesmo inconscientemente) que o outro(a) nos atinja e deixamos de criar ou de acreditar que as nossas ideias têm valor, a crítica destrutiva sai vencedora. Por isso, temos o poder de nos equipar da maior e da melhor “armadura” de que nos é dado conhecimento, enfrentar os críticos das suas “iras”, e construtivamente sigamos aquilo em que acreditamos, mas… sobretudo, como Eleanor Roosevelt um dia disse “Do what you feel in your heart to be right – for you’ll be critized anyway. You’ll be damned if you do, and damned if you don’t”. (“Façamos o que achamos o que está certo no nosso coração - pois serás criticado de qualquer maneira. Serás “detestado” se o fizeres, e “detestado” se não o fizeres”)Ou como num bom e velho ditado popular: “Preso por ter cão e preso por não o ter”! Por isso sejamos sempre fiel a nós mesmos, tenhamos ideias, sonhemos e construímos os nossos sonhos! Mas, sempre com a percepção que com a “dose certa” de criatividade e realidade, nunca se sabe o que será possível criar! "Somos o que a vida quis fazer de nós. Somos o que resta dos nosso sonhos, e ao mesmo tempo vivemos pelos sonhos que ainda temos de construir. Opta por aquilo que faz o teu coração vibrar... Apesar de todas as consequências.” (Osho) Diz um velho ditado que antes de sairmos a apontar o dedo para as atitudes alheias, antes de criticarmos e julgar as pessoas ao nosso redor, paremos e simplesmente devemos escutar. Devemos aprender a escutar as pessoas e não apenas ouvi-las, será que sabemos a diferença? Quando escutamos estamos atentos ao conteúdo, conseguimos sentir aquilo que a mensagem nos transmite. Já o ouvir é apenas o som das palavras entrando pelos nossos tímpanos... “Não tentemos achar um atalho, porque não há atalhos. O mundo é uma luta, é árduo, é uma tarefa penosa, mas é assim que a pessoa chega ao pico. Escutemos os sons da natureza e da mesma forma escutemos as pessoas. Escutemos sem impor coisa alguma ao que se está a escutar – não julguemos, pois no momento em que julgamos, a escuta cessa.”(Osho) Todos devemos ter a noção que a vida nem sempre é da forma que queremos e sonhamos, é assim que por vezes todos sentimos que nada é suficiente e queremos sempre mais, e tudo nos causa alguma insatisfação. Tudo isso nos torna ambiciosos e “corremos incessantemente” atrás desse “MAIS”. É assim que nos tornamos refém do verbo “TER” e o “ESTAR” se torna mais importante que o “SER”. Vivemos a dar mais respostas e fazer menos perguntas. Mas hoje, a realidade é que precisamos mais de sorrisos, de abraços infinitos e muitas outras possibilidades, precisamos de tempo para viver e continuar voltando para aqueles lugares e pessoas que nos fazem felizes. Não precisamos de muito para continuar seguindo cada dia como se fosse o último, precisamos de amor, de fé, de gratidão e de muita esperança. “Tem alguma ideia de por quantas vidas tivemos que passar até chegarmos a ter a primeira intuição de que há na vida algo mais do que comer, ou lutar, ou ter uma posição importante dentro do bando? Quase todos nós percorremos um longo caminho. Fomos de um mundo para o outro, que era praticamente igual ao primeiro, esquecendo logo de onde viéramos, não nos preocupando para onde íamos, vivendo o momento presente.”(RICHARD BACH - Do livro: FERNÃO CAPELO GAIVOTA)

terça-feira, junho 01, 2021

“Não existem métodos fáceis para resolver problemas difíceis.”(René Descartes)

“Não existem métodos fáceis para resolver problemas difíceis.”(René Descartes) Nada é mais forte para a expressão e comunicação dos humanos do que as palavras. Qualquer de nós diria que desde sempre foi assim . Quer seja numa frase , em livros, discursos, poemas ou entrevistas há uma capacidade não só de se imortalizar um momento como mudar toda história. Mas, sempre assim será. A realidade é que grandes frases foram capazes de iniciar e encerrar guerras, alterar para sempre a nossa forma de pensar, aprofundar a maneira como nos entendemos enquanto ser humano e muito mais. Mas, aqui chegados talvez seja altura de relembrar que o “sempre” não existe e é por isso que cá continuamos, para fazer de hoje o melhor dia da nossa vida. Como disse o escritor Paulo Coelho: “Não existe nada de completamente errado no mundo, mesmo um relógio parado consegue estar certo duas vezes por dia.” Alguém disse que nós “não vemos as coisas como elas são, mas como nós somos.” No sentimento que por vezes nos invade de alguma comodidade, somos levados a pensar que algo deve mudar para que tudo continue como está, sendo que para grande parte das pessoas será muito fácil uma troca de palavras, o que se torna bastante mais difícil é saber interpretar os silêncios. Mas isto já acontecia nos tempos da minha avó, quando com o seu olhar firme e convincente dizia que “temos que ir a festas e encontros, pois quem não é visto, não é lembrado”. E a este propósito talvez daí venha a minha reacção quando alguém me interpela .”Lembra-se de mim?” Olho para a pessoa, mas não respondo logo, mesmo quando me lembro, deixo sempre que as pessoas se apresentem, deixo sempre que digam quem são. Todas as pessoas são alguém! “As pessoas são solitárias porque constroem muros ao invés de pontes. Todas as pessoas grandes foram um dia crianças – mas poucas se lembram disso.” (do livro O Pequeno Príncipe) Na realidade a seriedade com que devemos enfrentar a nossa vida adulta acaba por, de certo modo, reduzir quase a nada, não só o pouco da essência infantil existente dentro de cada um, mas também não nos incentiva a conservar esse lado “criança sempre vivo dentro de nós”. Ou seja, apesar da vida e responsabilidades de adultos, não devemos deixar os sonhos e a alegria da criança que há dentro de nós até o ciclo se fechar. “Algo só é impossível até que alguém duvide e prove o contrário. A maioria de nós prefere olhar para fora e não para dentro de si mesmo.”(Albert Einstein) A vida é cheia de altos e baixos e caminhos para serem seguidos. Quando tomamos decisões, surgem diante de nós diferentes e novas possibilidades. Portanto, é necessário arriscar novos caminhos e novas possibilidades, só assim é possível absorver conhecimento e bagagem de vida. Quantas vezes já tentámos mudar a direção das coisas, mas focando-se apenas num caminho, quando a vida é cheia de caminhos para trilhar? Somos fruto daquilo que vivemos. Somos como fruto das experiências que vivemos e das relações que temos. Portanto, a cada dia, podemos crescer e aprender mais, assim evoluiremos e amadureceremos durante a vida e, reforça que a vida é feita de momentos bons e menos bons e precisamos aprender a passar por cada um deles. Pois, são os momentos difíceis que nos fortalecem, para que possamos aproveitar os bons momentos quando eles chegarem. De maneira que precisamos estar dispostos a enfrentar as dificuldades para alcançar nossos objetivos. “Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós.” (do livro O Pequeno Príncipe)

quarta-feira, maio 26, 2021

“Carpe diem. Aproveitem o dia. Tornem suas vidas extraordinárias.” (Frase do filme A Sociedade dos Poetas Mortos)

“Carpe diem. Aproveitem o dia. Tornem suas vidas extraordinárias.” (Frase do filme A Sociedade dos Poetas Mortos) Aqui sentado no meu canto relembro os tempos em que havia espaço e tempo para as pessoas se dedicarem uns aos outros. A propósito do sistema de vacinação calhou-me a tão badalada AstraZeneca e, como a maioria dos vacinados com esta vacina, não tive qualquer efeito secundário.(Bem sei que ainda falta a 2ª dose). Receber a vacina e ver tanta gente a ser vacinada, parece-nos se como um “ rastilho” para dias melhores. Talvez por isso, sentimos que cada dia que passa, estamos mais perto de uma certa normalidade, enquanto o nosso espírito permanece vivo, como um sonho de documentar o passado e dar ritmo ao futuro , talvez, nestes tempos que não são os nossos, nos falte a preocupação pelo outro, pelo futuro e pelos grandes desígnios da vida. “Nunca deixe que alguém lhe diga que não pode fazer algo. Se tem um sonho, tem que protegê-lo. As pessoas que não podem fazer por si mesmas, dirão que você não consegue. Se quer alguma coisa, vá e lute por ela. Ponto final.” (Frase do filme À Procura da Felicidade) Por vezes sentimos como um dever e pensamos que talvez seja essa uma missão, espalhar as palavras, como um sinal de dar esperança às pessoas, porque se não tivermos esperança desistimos e não fazemos nada, enquanto as solicitações do consumismo nos toldam as mentes e o instinto de sobrevivência entra em modo de autodefesa o que nos leva a concorrermos uns com os outros por tudo e mais alguma coisa. E sentimos que não tempos tempo para viver a nossa vida. Como dizia Albert Einstein: “A imaginação é mais importante que a ciência, porque a ciência é limitada, ao passo que a imaginação abrange o mundo inteiro.” No meu entendimento faço os possíveis para não cair na tentação de achar que o passado pode ser mais relevante que o presente. Claro que toda a nossa história é importante, mas infinitamente menos do que o nosso presente, sendo claro também que sem a história não haveria presente. Por mais que se compreenda as razões sentimentais e históricas que levam a comportamentos, as implicações no presente de erros cometidos no passado, que impulsionam o incumprimento de todas as regras que salvam vidas, parece-me infelizmente incontornável. Como disse Seneca. ”Dedica-se a esperar o futuro apenas quem não sabe viver o presente.” Amanhã, dia 27 de Maio de 2021 passam 150 anos sobre a realização da 1ª. Sessão das Conferências Democráticas, realizadas no Casino Lisbonense, no dia 27 de Maio de 1871. Na sua entrevista publicada no jornal Público de 5 de março de 2021, o primeiro ministro Dr António Costa (pág 6)….”recomendo sempre vivamente a leitura das “Causas da Decadência dos Povos Peninsulares, de Antero de Quental, que ajuda bastante a explicar tudo o que ainda hoje nos acontece. Toda esta História só nos deve servir para a transformarmos em lição, de modo a não repetirmos no futuro os erros que cometemos no passado.” Antero de Quental pretendeu com o seu, que consta no livro recomendado e citado atrás, nada mais, nada menos do que explicar o atraso registado pelos dois países da Península Ibérica, Portugal e Espanha, desde o século XVII. Numa altura em que não só Portugal e Espanha, mas toda a Europa vive uma crise profunda dos seus valores e o projecto político e cultural da União Europeia cada vez se nos afigura mais adulterado, faz sentido relembrarmos essas causas de decadência que Antero apontou no século XIX e reflectir como certos atavismos podem infiltrar-se no tempo e corroer realidades aparentemente bastante diferentes. “Ninguém desconhece que se está dando em volta de nós uma transformação política, e todos pressentem que se agita, mais forte que nunca, a questão de saber como deve regenerar-se a organização social. (…) investigar como a sociedade é, e como ela deve ser; (…) e, por serem elas as formadoras do homem, estudar todas as ideias e todas as correntes do século”. (CAUSAS DA DECADÊNCIA DOS POVOS PENINSULARES, DE ANTERO DE QUENTAL)

terça-feira, maio 18, 2021

“Better to add life to the days than days to life.” (Rita Levi-Montalcini)

“Better to add life to the days than days to life.” (Rita Levi-Montalcini) We all know how difficult it is today to know how to distinguish a fact from an opinion. We have, therefore, that in reality there is a part of us that forms its opinion from the news that we read, but we also have the clear perception that most of us do so based on the opinion of the commentators, understood as facts. One of the consequences in these times in which we live is that we begin to doubt or even bore the possibility of opinions being falsified by dubious news, since when the journalist reports badly, it is useless to expect the commentator, based on what he has read and listened, comment well. There is a strong relationship, when it is said that the solution to the problems lies in looking within ourselves; he says that people have all the answers to solve their problems and find meaning in their lives. “Life is what happens while making plans for the future. Enjoy every moment of your life, and have great reasons to smile and show gratitude for living. ”(John Lennon) In this sense, it is never too much to repeat that each one of us, as citizens who strive for the exercise of citizenship, not only in each one, but in all the news that we “relay”, we are always and only the faithful custodians of the trust that others place their trust in us, and that is why we should never betray that trust when trying and wanting to inform, having the perception of what advertising is to convince, making it a vehicle for other interests that surpass us, but never allowing this way of controlling people's lives , focused on themselves, not worrying about what's going on around them. This was not, is not, the “best we can do”, nor the best we can be. Do we want to be past or present? We are better than the past. We are the present. No one knows the whole story, because it resides in each person's life. Our past explains to us who we are, but what we decide to do today is what defines who we want to be. After all, we need to make a choice about the society in which we want to live: in a society in which people feel increasingly disconnected from each other, increasingly atomized and lonely, or in a society in which we reconnect and return to be together? If we choose the second, we have to recognize that there are commitments that we will have to make: between our immediate, short-term interest and the collective interest; between freedom and fraternity; between convenience and community. The choice is ours. The future is, after all, in our hands. “What surprises me most about humanity, are the" men ". Because they lose their health to save money. Then they lose money to regain their health. And because they think anxiously about the future, they forget about the present in such a way that they end up living neither the present nor the future. And they live as if they would never die ... ... And they die as if they had never lived. ”(DALAI LAMA)

“Melhor acrescentar vida aos dias do que dias à vida.”(Rita Levi-Montalcini)

“Melhor acrescentar vida aos dias do que dias à vida.”(Rita Levi-Montalcini) Todos nós sabemos como nos tempos de hoje se torna difícil saber distinguir um facto de uma opinião. Temos, assim, que na realidade há uma parte de nós que forma a sua opinião a partir das notícias que lemos, mas também temos a clara percepção que a maior parte nós o faz com base na opinião dos comentadores, entendida como factos. Uma das consequências nestes tempos em que vivemos é que começamos a duvidar ou até algo enfadados para a possibilidade de as opiniões estarem falseadas por notícias duvidosas, dado que quando o jornalista informa mal, é inútil esperar que o comentador, baseando-se no que leu e ouviu, comente bem. Há uma relação forte, quando se diz que a solução para os problemas está em olharmos para dentro de nós; diz que as pessoas é que têm todas as respostas para resolverem os seus problemas e encontrarem significado para as suas vidas. “A vida é aquilo que acontece enquanto fazemos planos para o futuro. Desfrute cada momento de sua vida, e tenha óptimos motivos para sorrir e demonstrar gratidão por viver.”(John Lennon) Neste sentido, nunca é por demais repetir que cada um de nós, como cidadãos que pugnamos pelo exercício da cidadania, não só em cada uma, mas em todas as notícias que “retransmitimos”, somos sempre e só os fieis depositário da confiança que os outros depositam em nós, e por isso nunca devemos trair essa confiança ao tentar e querer informar, tendo a percepção do que é propaganda para convencer, fazendo de veiculo de outros interesses que nos ultrapassam, mas nunca permitir esta forma de controlar a vida das pessoas, concentradas que estão em si mesmas, não se preocupando com o que se passa à sua volta. Isto não foi, não é, o “melhor que nós conseguimos fazer”, nem o melhor que nós conseguimos ser. Queremos ser passado ou presente? Nós somos melhores que o passado. Nós somos o presente. A história “toda” ninguém a sabe, porque essa reside na vida de cada uma das pessoas. O nosso passado explica-nos quem nós somos, mas o que nós decidimos fazer hoje é que define quem é que nós queremos ser. No fim de contas, precisamos de fazer uma escolha sobre a sociedade em que queremos viver: numa sociedade em que as pessoas se sentem cada vez mais desligadas umas das outras, cada vez mais atomizadas e solitárias, ou numa sociedade em que nos religamos e voltamos a estar juntos? Se escolhermos a segunda, temos de reconhecer que há compromissos que teremos de fazer: entre o nosso interesse imediato, de curto prazo, e o interesse colectivo; entre liberdade e fraternidade; entre conveniência e comunidade. A escolha é nossa. O futuro está, no fim de contas, nas nossas mãos. “O que mais me surpreende na humanidade, são os "homens". Porque perdem a saúde para juntar dinheiro. Depois perdem dinheiro para recuperar a saúde. E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente nem o futuro. E vivem como se nunca fossem morrer... ... E morrem como se nunca tivessem vivido.”(DALAI LAMA)

domingo, maio 16, 2021

“ Só as mãos que se estendem para a frente interessam.” ( Mário Dionísio- poeta português)

“ Só as mãos que se estendem para a frente interessam.” ( Mário Dionísio- poeta português) Nestes tempos, como noutros, assistimos a uma narrativa dos acontecimentos que perturbam as nossas rotinas, e que em simultâneo percorre diversos estados emocionais, o que nos leva a sentir que temos liberdade, mas no fundo não a temos. Há uma realidade que ao olhar para as fortunas que se gastam a tentar descobrir drogas que nos ponham a dormir, sem nos dar cabo do cabaço, e depois olho para o sono solto do meu Júnior ( é o meu cão) e pergunto se não faríamos melhor em estudar o jeito que os cães têm para dormir. Quando está a dormir, o Júnior ausenta-se absolutamente do mundo e de todos os seus incómodos. Não há sol, por muito brilhante, que lhe penetre as pálpebras e todas as persianas de que elas dispõem. Tudo leva a querer que compreendeu os ensinamentos da sabedoria e, agora pode dormir o sono dos justos ! “Eu sei que o silêncio muitas vezes tira a vontade de alguém ouvir uma palavra, mas tem hora que as palavras doem mais do que o silêncio.”( Karl Marx) Segundo dizia o filósofo Avicena, que numa sua referência ao tolos , “um sábio sabe sempre a diferença entre as coisas que estão certas e as que estão erradas. Quanto ao “tolo” não sabe disso. Então qual será a solução: bata-se nele com um chicote até que ele grite: "basta, basta: isso é errado". Pronto. Agora ele aprendeu a diferença entre o certo e o errado.” É claro que isto era noutros tempos. Ou talvez seja como disse Simone Weil :“ A alegria é a nossa evasão do tempo. O bem é aquilo que dá maior realidade aos seres e às coisas; o mal é aquilo que disso os priva.” Mas de volta ao Júnior quando acordado não há nada que não ouça, não cheire, ou não veja. Mas quando dorme é como se estivesse morto. Só as suas patinhas , por vezes, parece-me que estão a tremer, para fazer de electrocardiograma e dissuadir-me de ir abaná-lo para ver se está vivo! Faz tudo isso muito depressa, consciente que o relógio não pára e que o tempo não espera por ninguém. Ao certo é que dorme o que precisa de dormir e está sempre bem-disposto – e até sabe quando quer ir dormir , o que vem dar ao mesmo. O que é que ele sabe que nós não sabemos? “Os cães são o nosso elo com o paraíso. Eles não conhecem a maldade, a inveja ou o descontentamento. Sentar-se com um cão ao pé de uma colina numa linda tarde é voltar ao Éden onde ficar sem fazer nada não era tédio, era paz.” (Milan Kundera) A este propósito hoje lembrei-me do que disse Simone Weil “que o trabalho protege-nos do delírio”. Porque nos obriga a confrontarmo-nos com a nossa condição de humanos. Ao trabalhar, temos de nos confrontar com a realidade, com a natureza, com os outros. Trabalhar significa sempre, independentemente da profissão e das funções, fornecer esforço e vencer obstáculos. É assim que cada um de nós obtém o nosso sustento e satisfaz as nossas necessidades. “Menosprezar a inteligência é degradar o ser humano por inteiro. A forma contemporânea da grandeza verdadeira é baseada em uma civilização estabelecida sobre a espiritualidade do trabalho. “(Simone Weil)