quinta-feira, abril 15, 2021

"There are times when the greatest wisdom is to seem to know nothing." (Sun Tzu)

"There are times when the greatest wisdom is to seem to know nothing." (Sun Tzu) In these times that are not ours, we feel that the days have “24 hours, of shorter duration”, and sometimes we feel that we need so many friends who have already left. Whether we like it or not we have to admit that we are very concerned with everything around us, but we still have some hope that it will be possible to improve the situation so that future generations can live in tolerant, solidary and peaceful societies, such as the words that Dr. Maria Barroso, left us: “I have not lost hope that we will improve our situation, just as I have not lost hope that Europe and the world will improve. Each of us must give a little bit of ourselves, the world can be improved. We must put the best of ourselves in shaping the minds of the youngest, heads that are constantly disturbed by the violence of our times. Television has a great influence - as Father António Vieira used to say, what enters through the eyes has more strength than what enters through the ears - but even so, I have faith. And the family is fundamental, that the youngsters believe in this and in the formation of peaceful and tolerant citizens who help us to walk on the right road ”. So perhaps we can here recall Charles Baudelaire, an individualist, who interpretively assisted and reflected the society emerging from the French revolution, namely the restoration of the old norms by old and new actors and the use of the masses to reconstruct a society of privileges, in short, the “Manipulation of the masses” as today happens in a way adapted to the new media, but in the end the irrationality of the masses remains as well as the convenience of their manipulation to obtain the intended effects. Justice has nothing to do with this, the judicial system, as an instrument of politicians, has everything. "It cannot be marked exactly where an influence ends, but that influence will replace the entire generation that suffered it in their youth" (Charles Baudelaire)

“Há momentos em que a maior sabedoria é parecer não saber nada.” (Sun Tzu)

“Há momentos em que a maior sabedoria é parecer não saber nada.” (Sun Tzu) Nestes tempos que não são os nossos, sentimos que, os dias tem “24 horas, de menor duração”, e por vezes sentimos que nos fazem falta tantos amigos que já partiram. Quer queiramos quer não temos de admitir que estamos muito preocupados com tudo o que nos rodeia, mas ainda temos alguma esperança de que seja possível melhorar a situação para que as gerações futuras possam viver em sociedades tolerantes, solidárias e pacíficas, tal como as palavras que a Dra Maria Barroso, nos deixou: “Não perdi a esperança de que melhoremos a nossa situação, como não perdi a esperança de que a Europa e o mundo melhorem. Cada um de nós deve dar um bocadinho de si próprio, o mundo pode ser melhorado. Devemos colocar o melhor de nós na formação das mentes dos mais jovens, cabeças que são constantemente perturbadas pela violência dos nossos tempos. A televisão tem uma grande influência – como dizia o Padre António Vieira, o que entra pelos olhos tem mais força do que aquilo que entra pelos ouvidos –, mas mesmo assim tenho fé. E a família é fundamental, que os mais jovens acreditem nisso e na formação de cidadãos pacíficos e tolerantes que nos ajudem a caminhar na estrada certa”. Assim talvez podemos aqui relembrar Charles Baudelaire, um individualista, que assistia e reflectia interpretativamente a sociedade saída da revolução francesa, nomeadamente a recomposição das velhas normas por velhos e novos actores e a utilização das massas para reconstituir uma sociedade de privilégios, em resumo, a “manipulação das massas” como hoje acontece de forma adaptada aos novos meios, mas no fundo a irracionalidade das massas mantem-se assim como a conveniência da sua manipulação para obter os efeitos pretendidos. A justiça não tem nada a ver com isto, o sistema judicial, como instrumento dos politicos tem tudo. "Não pode marcar-se exactamente onde termina uma influência, mas essa influência substituirá em toda a geração que a sofreu na juventude" (Charles Baudelaire)

quarta-feira, abril 14, 2021

“Não é preciso ter olhos abertos para ver o sol, nem é preciso ter ouvidos afiados para ouvir o trovão. Para seres vitorioso precisas de ver o que não está visível.” (Sun Tzu)

“Não é preciso ter olhos abertos para ver o sol, nem é preciso ter ouvidos afiados para ouvir o trovão. Para seres vitorioso precisas de ver o que não está visível.” (Sun Tzu) Tenho uma clara percepção que estes tempos que passamos não são os “nossos tempos”, talvez por isso tenho de relembrar esta frase da Dra Maria Barroso:“Só penso no passado para ver o que não fiz e ainda posso fazer. Gosto de me projectar no futuro, de ajudar os mais novos e de seguir o que se passa, o que se diz, o que se pensa.” Acabei de ler um texto excelente e lúcido. Aqueles que andam para aí a rasgar as vestes com a decisão instrutória anunciada na sexta-feira deveriam ler este texto e meditar sobre o seu conteúdo. Também aconselho uma leitura de um pequeno livro de Antero de Quental. “As Causas da Decadência dos Povos Peninsulares nos Últimos Três Séculos”.
“Num Estado de direito, as discordâncias entre juízes têm recurso para tribunal superior. É o que está a acontecer. Não é o povo que não compreende isto — são os comentadores e políticos que fazem por não entender, para não terem de explicar. Não têm qualquer necessidade de partir do princípio de que “o povo não percebe” a diferença de opinião entre dois juízes. E se acham mesmo que o povo acha isso, a vossa obrigação é perguntar se não será mais ao contrário — se não serão muito mais perigosos aqueles regimes em que todos os juízes acham o mesmo. Caso contrário, não é o teatro que está em fogo — são vocês os incendiários. Não é regime que está a morrer — são vocês os coveiros. Aliás, estou fora de moda. Confesso que gosto bastante deste regime. É o mais democrático que o país já teve. Em breve será mais duradouro do que a ditadura que o antecedeu. No que depender de mim, por muitos anos. Foi este regime que permitiu a milhões de miúdos como eu, que tiveram a sorte de com ele nascer, sem virem de famílias “de bem” ou “de posses”, simplesmente viver em liberdade e correr mundo e estudar e escrever à vontade sem irem parar com os costados a uma guerra colonial ou uma enxovia numa prisão qualquer. Não vou em cantigas de uma “quarta república” quando para mim esta é apenas a Segunda República (que o Estado Novo nunca foi nem quis ser) e do que sei do fim da Primeira, conversas sobre acabar com diferenças de opiniões, na justiça ou na política, acabam sempre mal.(Rui Tavares- https://www.publico.pt/2021/04/14/opiniao/noticia/ena-tantos-coveiros-regime-1958433)

quinta-feira, abril 01, 2021

“Life is wonderful if you are not afraid of it” (Charles Chaplin)

“Life is wonderful if you are not afraid of it” (Charles Chaplin) To achieve our goals of living life, we cannot be afraid to fight, because our life is a daily struggle, and perhaps that is why there is a popular saying that, “never let the sorrows of the past and the uncertainties of the future spoil the joys of the present.” Scientist-researchers have been studying the impact of the so-called “uncertainty principle” for years - and trying to define what uncertainty really is, given not only the existence that uncertainty implies in human conduct, but also how it affects decision-making ! I myself am for uncertainty as Keynes defined it - "who considered uncertainty as an absence of certain numerical probabilities". That will be like someone who says - we are not sure of anything, we are sure that the future can be uncertain, always having uncertainties about our doubts. As Paulo Coelho said, “the universe always helps us to fight for our dreams. Because they are our dreams, and only we know how much it costs us to dream them ... ”In fact, on several occasions, this idea has occurred to me in these pandemic times, where uncertainty has settled in our lives, increasing our our anxiety levels, although in the area of ​​psychology some defenders, perhaps, for the sake of survival, are led to believe that “they can be more certain about reality, than those that are assumed, about the existing reality”, which in a way, it makes it difficult to manage anxiety in these times when there is much more that is not known than what is known. “The awareness of complexity makes us understand that we will never be able to escape from uncertainty and that we will never be able to have total knowledge - totality is the non-truth.” (Edgar Morin) Now it is precisely for scientists and researchers that uncertainty is precisely what starting point - which is why they have been, above all, the face of serenity in these turbulent times. While politicians make decisions pressured by public opinion, scientists call for calm and patience and the memory that nothing is "discovered", no problem is solved without first going through a "period of darkness". “The art of listening is like a light that dispels the darkness of ignorance. Everything we do has an effect, it has an impact. Cultivating positive mental states like generosity and compassion definitely leads to better mental health and happiness. ”(Dalai Lama) Perhaps that is why we need to face the coming times with great courage, which still promise us many doubts and uncertainties along the way, even find the solution even if everything seems very dark around us. We borrow words from Barack Obama, even if used in another context - remember that before us, many have already come, that out of nowhere, have found a solution - and we must find encouragement and hope that this will happen again !. "We choose hope over fear. We see the future not as something out of control, but as something that we can shape for the better through a combined and collective effort." Barack Obama - UN General Assembly in 2013

“A vida é maravilhosa se não se tem medo dela” (Charles Chaplin)

“A vida é maravilhosa se não se tem medo dela” (Charles Chaplin) Para alcançar os nossos objectivos de viver a vida, não podemos ter medo de lutar, porque a nossa vida é uma luta diária, e talvez por isso há um ditado popular de que, “nunca deixe que as tristezas do passado e as incertezas do futuro estraguem as alegrias do presente.” Há anos que os cientistas-investigadores estudam o impacto do chamado “principio da incerteza” – e tentam definir o que é de facto a incerteza, dado não só a existência que a incerteza implica nas condutas humanas, mas também como afecta as tomadas de decisões! Eu por mim sou pela incerteza como a definiu Keynes – “que considerou a incerteza como uma ausência de probabilidades numéricas determinadas” . Que será como quem diz – não temos a certeza de coisa alguma, temos a certeza de que o futuro pode ser incerto, tendo sempre incertezas sobre as nossas dúvidas. Como disse Paulo Coelho, “o universo sempre nos ajuda a lutar por nossos sonhos. Porque são os nossos sonhos, e só nós sabemos o quanto nos custa sonhá-los...” Na verdade, por diversas vezes, esta ideia tem-me ocorrido nestes tempos de pandemia, onde a incerteza se instalou nas nossas vidas, aumentando os nossos níveis de ansiedade, embora na área da psicologia alguns defensores, talvez , por uma questão de sobrevivência, são levados a acreditar que “podem ter mais certezas sobre a realidade, do que aquelas que são assumidas, sobre a realidade existente”, o que de certo modo, dificulta o caminho na gestão das angústias nestes tempos em que é muito mais o que não se sabe do que aquilo que se sabe. “A consciência da complexidade nos faz compreender que não poderemos escapar jamais da incerteza e que jamais poderemos ter um saber total - a totalidade é a não verdade”.(Edgar Morin) Ora é precisamente para os cientistas e investigadores que a incerteza é precisamente o ponto de partida – e é por isso que tem sido eles sobretudo o rosto da serenidades nestes tempos de muita turbulência que vivemos. Enquanto os políticos tomam decisões pressionados pela opinião publica, os cientistas apelam à calma e à paciência e à memória de que nada se “descobre”, nenhum problema se resolve sem antes passar por um “período de escuridão”. “A arte de escutar é como uma luz que dissipa a escuridão da ignorância. Tudo o que fazemos produz efeito, causa algum impacto. Cultivar estados mentais positivos como a generosidade e a compaixão decididamente conduz a melhor saúde mental e a felicidade.”(Dalai Lama) Talvez por isso precisamos de enfrentar com muita coragem os próximos tempos, que ainda nos prometem muitas dúvidas e incertezas pelo caminho, até encontrar a solução mesmo que tudo nos pareça ainda muito escuro à nossa volta. Pedimos palavras emprestadas a Barack Obama, ainda que usadas noutro contexto – lembremo-nos que antes de nós, já vieram muitos, que do nada, encontraram uma solução – e nós devemos encontrar animo e esperança que tal volte a acontecer!. "Nós escolhemos a esperança em vez do medo. Nós vemos o futuro não como algo fora de controle, mas como algo que podemos moldar para melhor por meio de um esforço combinado e colectivo." Barack Obama -Assembleia Geral da ONU em 2013

segunda-feira, março 29, 2021

“The only certainty is that I doubt it! And if I doubt it, I think, and if I think right away I exist.
”(René Descartes) Times have changed, every time I meet a young man, who seems to me to be familiar, I no longer ask him whose son he is, but whose grandson he is? These are times that are not "our times", among other changes, a new type of silence has settled in our daily lives. We all feel that even the air looks cleaner! The birds, who prefer quietness, venture further into places they had never met before. It even gives us the impression that, more or less, this “happens to everyone” - because it does and there is no escape from our inexorable languishing - is that a certain tiredness descends on people who report vivid dreams. Others struggle to sleep. As Paulo Coelho said, “The world is in the hands of those who have the courage to dream and take the risk of living their dreams.” This sudden change weighs on all of us and our minds are already fumbling, revolving around our new reality with the heavy slowness of a cruise ship. Perhaps this is why "we look at ships", when you wait a lot for something, but then something happens to the contrary. It is legitimate, albeit wrong, to think that there will certainly be things that seem less, shall we say, institutionally boring and not so worthy of people's mental health. And that is perhaps why we must keep these Buddha's teachings in mind. ” The secret of mental and bodily health is not to mourn the past, not to worry about the future, nor to get ahead of problems, but to live knowingly and seriously the present. ” In this new reality, we have to “give a helping hand” because our lives are short, and in view of the various studies that have shown that, over the course of a year of confinement, people's mental health has been seriously impaired throughout the world . “A dream dreamed alone is a dream. A dream dreamed together is reality. We will strongly hope that one day we will be able to say that we are cured, and that, by curing ourselves, we will have cured the world. ”(Yoko Ono) Today, in our understanding, there are only three possible endings to this whole story : a new wave or another pandemic outbreak, the containment of it or even its elimination. But, on second thought, if the first happens, it will be terrible. The latter was very good, considering all things. None of them is guaranteed? Perhaps the time has come to "see things in pink", this is a way of looking at the world from a point of view, which some consider unduly cheerful, in the optimistic or favorable sense in the hope of better days. ” Hope is the dream of the waking man. Culture is the best comfort for old age. The wise man never says everything he thinks, but he always thinks everything he says. ”(Aristotle)

“A única certeza é que eu duvido! E se duvido eu penso, e se penso logo existo.”(René Descartes

“A única certeza é que eu duvido! E se duvido eu penso, e se penso logo existo.”(René Descartes) Os tempos mudaram, cada vez que encontro um jovem, que me parece conhecido, já não lhe pergunto de quem é filho, mas de quem é neto? São tempos que não são os “nossos tempos” entre outras mudanças, um novo tipo de silêncio instalou-se no nosso dia a dia. Todos sentimos que até o ar parece mais limpo! Os pássaros, que preferem o sossego, aventuram-se ainda mais em locais que antes não se encontravam. Até nos dá a parecer que, mais dia menos dia, isto “calha a todos”- pois calha e não há como escapar ao nosso definhar inexorável – é que um certo cansaço desce sobre as pessoas que relatam sonhos vívidos. Outros lutam para dormir. Como disse Paulo Coelho “O mundo está nas mãos daqueles que têm a coragem de sonhar e correr o risco de viver seus sonhos.” Esta mudança repentina pesa sobre todos nós e as nossas mentes já se atrapalham, girando em torno de nossa nova realidade com a lentidão pesada de um navio de cruzeiro. Talvez seja por isso que "ficamos a ver navios", quando se espera muito por uma coisa, mas depois algo acontece em contrário. É legítimo, ainda que errado, pensar que haverá certamente coisas que pareçam menos, digamos, institucionalmente aborrecidas e não tão dignas para a saúde mental das pessoas. E é talvez por isso que devemos ter presente estes ensinamentos de Buda.” O segredo da saúde mental e corporal está em não se lamentar pelo passado, não se preocupar com o futuro, nem se adiantar aos problemas, mas viver sabia e seriamente o presente.” Nesta nossa nova realidade temos “ de dar o braço a torcer” porque a nossa vida é curta, e perante os vário estudos que têm demonstrado que, ao longo de um ano de confinamento, a saúde mental das pessoas , tem sido seriamente prejudicada em todo o mundo . “Um sonho sonhado sozinho é um sonho. Um sonho sonhado junto é realidade. Vamos desejar fortemente que um dia sejamos capazes de dizer que nós nos curamos, e que, nos curando, teremos curado o mundo.”(Yoko Ono) Nos tempos de hoje, no nosso entendimento, existem apenas três finais possíveis para toda a esta história: uma nova vaga ou um outro surto pandémico, a contenção deste ou até a sua eliminação. Mas, pensando melhor , a acontecer o primeiro será terrível. O último era muito bom, considerando todas as coisas. Nenhum deles é garantido? Talvez tenha chegado o momento de "ver as coisas cor-de-rosa", isto é um modo de ver o mundo de um ponto de vista, que alguns consideram indevidamente alegre, no sentido optimista ou favorável na esperança de melhores dias.” A esperança é o sonho do homem acordado. A cultura é o melhor conforto para a velhice. O sábio nunca diz tudo o que pensa, mas pensa sempre tudo o que diz.”(Aristóteles)

sexta-feira, março 26, 2021

“I revolt, therefore I am.” (Albert Camus)

“I revolt, therefore I am.” (Albert Camus) All of us sometimes have days when we wake up and feel cold, rude, in a way stupid, so without feelings, so disgusted with everything and everyone. But we have other days that we wake up just needing a hug, a smile that will calm us down, a company that will make our day different. As Florbela Espanca said: “I am a skeptic who believes in everything, a disillusioned person full of illusions, a revolt who accepts, smiling, all the ills of life, an indifferent one overflowing with tenderness.” But in these times we found ourselves surrounded by a certain “sense of revolt”, although we recognize its existence, both before and after this “confinement pandemic”, or with or without states of emergency, these phenomena of “revolt”, the images protests have been filling the TV news for months and months, and have been transversal, in recent years, in almost all countries of the World, as a global phenomenon that promises to be lasting. And we find ourselves in a few moments thinking that “if only these revolts, these anxieties, something that came out would be worthwhile ?. “Only a sense of invention and an intense need to create lead man to revolt, to discover and to discover himself lucidly.” (Pablo Picasso) Perhaps, that is why we can understand, however, that “feeling the revolt” is mainly a “political disorder of global disorder” in this world in which we live, but at the outset, the future seems somewhat encouraging, but after year of confinement, - with a few breaks in between, to be sure - there are those who feel nervous about getting back together more often. Some experts say it is normal, taking into account the time that you have been deprived of meetings, dinners and other gatherings, but also because of the fear of becoming infected. In fact, during times of confinement there are some variables that we can control, such as the number of people with whom we relate and the hygiene of our space. We feel that we have an active role in protecting against the disease. When we return to social life, it will cause the variable “others” to appear and it is at that moment that anxiety and nervousness can arise. We do not control the behavior of others, so we feel more vulnerable. The reality is that “deep down” we think that this “feeling of revolt expresses a certain imprecise malaise, expresses a vague but tormenting unease, even reveals some disappointed expectations. It is necessary to understand the “revolt” to be able to understand the world in which we live, as “flooding our hearts with hope”, but not letting ourselves drown in them. “The greatest glory in living is not in never falling, but in getting up every time we fall. After climbing a very high mountain, we discovered that there are many other mountains to climb ”. (Nelson Mandela)

“Revolto-me, logo existo.”(Albert Camus)

“Revolto-me, logo existo.”(Albert Camus) Todos nós por vezes temos dias em que acordamos e nos sentimos frios, grosseiros, de certo modo estúpidos , tão sem sentimentos, tão revoltados com tudo e com todos. Mas temos outros dias que acordamos apenas precisando de um abraço, de um sorriso que nos acalmará, de uma companhia que fará com que o nosso dia venha a ser diferente. Como disse Florbela Espanca: “Sou uma céptica que crê em tudo, uma desiludida cheia de ilusões, uma revoltada que aceita, sorridente, todo o mal da vida, uma indiferente a transbordar de ternura.” Mas nestes tempos vimo-nos rodeados por um certo “sentido de revolta”, embora reconheçamos a sua existência, quer antes e depois desta “pandemia de confinamentos”, quer com ou sem estados de emergência, estes fenómenos de “revolta”, as imagens de protestos enchem os noticiários das tvs, há meses e meses, e têm sido transversais, nos últimos anos, em quase todos os países do Mundo, como um fenómeno global que promete ser duradouro. E damos por nós em alguns momentos a pensar que “se ao menos destas revoltas, destas angústias, saísse alguma coisa que prestasse?. “ Só um sentido de invenção e uma necessidade intensa de criar levam o homem a revoltar-se, a descobrir e a descobrir-se com lucidez.”(Pablo Picasso) Talvez, por isso possamos entender no entanto que o “sentir a revolta” seja principalmente, uma manifestação “politica de desordem global” neste mundo em que vivemos, mas à partida, o futuro parece-nos de certo modo animador mas, depois de um ano de confinamento, – com algumas pausas pelo meio, é certo -, há quem se sinta nervoso por voltar a conviver com mais frequência. Alguns especialistas dizem que é normal, tendo em conta o tempo que se ficou privado de encontros, jantares e outros convívios, mas também pelo medo de se ficar infectado. Na verdade durante os tempos de confinamento há algumas variáveis que podemos controlar, como o número de pessoas com quem nos relacionamos e a higienização do nosso espaço. Sentimos que temos algum papel activo na protecção contra a doença. Quando retomamos a vida social, vai fazer com que a variável “outros” apareça e é nesse momento que podem surgir a ansiedade e o nervosismo. O comportamento dos outros nós não controlamos, daí sentirmo-nos mais vulneráveis . A realidade é que lá “bem no fundo” pensamos que este “sentir de revolta exprime um certo mal-estar impreciso, manifesta uma inquietação vaga mas atormentadora, revela até algumas expectativas defraudadas. É preciso compreender a “revolta” para poder entender o Mundo em que vivemos, como um “alagar do nosso coração de esperança”, mas não deixar que nos afoguemos nelas. “A maior glória de viver não está em nunca cair, mas em nos levantar toda vez que caímos. Depois de escalar uma montanha muito alta, descobrimos que há muitas outras montanhas por escalar”. (Nelson Mandela)

domingo, março 21, 2021

"Homesickness is what makes things stop in time.” (Mário Quintana)

"Homesickness is what makes things stop in time.” (Mário Quintana) We live in times of some nostalgia, and maybe for that reason, sometimes I feel that I miss “my future”, because I don't know, nor do I know if anyone knows, if these pandemic times will “force us to take a step back towards the past "or will it be an opportunity for this present" to take that step towards the future "?. In reality, we all have to continue to do our part, while the government does everyone's part. We have to understand that we have to be very cautious, especially since we are a country with very limited resources, knowing that with each passing day confinement makes us poorer. If we want to continue within the plan that safeguards people's health, it is good that everyone does their part. As Mário Quintana said: “Allow yourself to laugh and get to know other hearts. Learn to live, learn to love people with solidarity, learn to do good things, learn to help others, learn to live your own life. ” What we have to be aware of is that this time, with little time, brings about a reality, in which it happens that sometimes it is necessary to stop and look away, in order to be able to see what is close to us, or to put it another way as one said friend of mine, "One day when we lose this reality of ours, we will miss you for sure." Whether or not we understand it, the world revolves around people, their ideas and their interventions, and in any circumstance of life, people needed other people, because no one is born alone, and the human being lives for live in society, because it is there that you grow, learn and develop, whether as a child or as an adult …… .. “Among our greatest pleasures in this world are pleasant thoughts, and the great art of life consists in having them in the greatest possible number. ”(Michel de Montaigne, French writer) In this time without time, popular wisdom says that there is nothing good or bad except these two things: wisdom that is good and ignorance that is evil, and that is why there is nothing like a little bit of madness. to agitate the doldrums, and sometimes we feel that we are “somewhat numb” without knowing how to have an answer to such a situation. And, perhaps in those moments, José Saramago's words have meaning: “What gives the encounter the true meaning is the search, and it is necessary to walk a lot to reach what is close. I feel that what happens to me must have a meaning, some sense, I feel that I should not stop halfway through without finding out what it is about.

“A saudade é o que faz as coisas pararem no tempo.”(Mário Quintana)

“A saudade é o que faz as coisas pararem no tempo.”(Mário Quintana) Vivemos tempos de alguma nostalgia, e talvez por isso, por vezes sinta que tenho saudades do “meu futuro”, porque não sei, nem sei se alguém sabe, se estes tempos de pandemia nos vai “obrigar a dar um passo atrás em direcção ao passado” ou será uma oportunidade para neste presente “dar esse passo em direcção ao futuro”?. Na realidade todos nós temos de continuar a fazer a nossa parte, enquanto o governo faz a parte de todos. Temos que entender que temos que ser mesmo muito cautelosos, especialmente na medida em que somos um País com recursos muito limitados, sabendo que a cada dia que passa o confinamento nos torna mais pobres. Se queremos continuar dentro do plano que salvaguarda a saúde das pessoas, é bom que cada um faça a sua parte. Como disse Mário Quintana: “Permita-se rir e conhecer outros corações. Aprenda a viver, aprenda a amar as pessoas com solidariedade, aprenda a fazer coisas boas, aprenda a ajudar os outros, aprenda a viver sua própria vida.” O que temos que ter consciência é que este tempo com pouco tempo, perspectiva uma realidade, em que acontece que por vezes é preciso parar e olhar para longe, para podermos enxergar o que está perto de nós, ou dizendo de outro modo como disse uma amigo meu, “Um dia quando perdermos esta nossa realidade, de certo vamos ter muitas saudades.” Quer seja ou não o nosso entendimento, o mundo gira em torno das pessoas, das suas ideias e de suas intervenções, e em qualquer circunstância da vida, as pessoas precisaram de outras pessoas, pois ninguém nasce sozinho, sendo que o ser humano vive para viver em sociedade, porque é nela que cresce, aprende e se desenvolve, quer enquanto criança quer enquanto adulto……..“Entre nossos maiores prazeres neste mundo estão os pensamentos agradáveis, e a grande arte da vida consiste em tê-los no maior número possível.”(Michel de Montaigne, escritor francês) Neste tempo sem tempo diz a sabedoria popular que não há nada bom nem de mau a não ser estas duas coisas: a sabedoria que é um bem e a ignorância que é um mal, e é por isso que não há nada como um bocadinho de loucura para agitar o marasmo, e por vezes sentimos que ficamos “de certo modo entorpecidos” sem saber ter uma resposta para tal situação. E, talvez nesses momentos as palavras de José Saramago tenho sentido: “O que dá o verdadeiro sentido ao encontro é a busca, e é preciso andar muito para se alcançar o que está perto. Sinto que o que me acontece deve ter um significado, um sentido qualquer, sinto que não devo parar a meio do caminho sem descobrir do que se trata".

sábado, março 20, 2021

"Bem prega Frei Tomás, olha para o que ele diz, não olhes para o que ele faz."

"Bem prega Frei Tomás, olha para o que ele diz, não olhes para o que ele faz." O que sempre me incomoda e me deixa alguma perplexidade é que não competindo aos jornalistas tornarem-se porta vozes de qualquer interesse , nem deixar-se instrumentalizar-se pelos mesmos, se deixam influenciar pelos media audiovisuais e, pelos grupos de pressão que existem por todo o lado numa subserviência a interesses económicos ou políticos. “Esquecendo-se que o maior risco do jornalismo é a sua “descredibilização aos olhos do público e das audiências, e tornar-se irrelevante e perder a sua influência”. Esta semana foi noticia da imprensa, em especial nas tvs, que o primeiro ministro inglês e o primeiro ministro francês iriam ser vacinados com a vacina Astrazeneca, nesta sexta feira, omitindo que o primeiro ministro português, já tomou a primeira dose desta vacina há mais tempo, a juntar a esta “manipulação noticiosa” – em que claramente se omite para dar a entender que em Portugal não é assim – hoje é noticia, “sem que os jornais ou tvs façam qualquer referência” que “Utentes com apneia do sono foram incluídos nos grupos prioritários por lapso para vacinação em vários locais do país.”. Claro que não se assume o erro que já tinha sido verificado (eu diria denunciado) em fins de Fevereiro…talvez não fosse erro….mas é logo dado como desculpa, que uma vez “ que já tinham sido vacinadas várias pessoas e outras já tinham sido convocadas.” Digamos que talvez tenha sido um “pequeno lapso language”, mas cuidado que há quem diga que lapsos de memória é sinal de demência precoce”. No entanto seria uma boa altura para ouvir um pedido de desculpa do senhor Dr. Guimarães ( Ordem dos médicos) ou do senhor Dr Roque (sindicatos dos médicos) talvez seja pedir muito, e é por isso, que mais uma vez a “culpa vai morrer solteira”! Na realidade em Portugal a culpa não morre solteira; na verdade, ela não morre, vive solteira!. Tanto mais que nos limites talvez estejamos sobre um suposto “crime de tráfico de influências”! Mas, até ao momento não li nem ouvi em lado nenhum que a Procuradoria Geral da Republica estava a avaliar esta situação?

sábado, março 13, 2021

“Se não temo o erro, é porque estou sempre disposto a corrigi-lo.” (Frase do matemático português Bento de Jesus Caraça)

“Se não temo o erro, é porque estou sempre disposto a corrigi-lo.” (Frase do matemático português Bento de Jesus Caraça) Todos nós cometemos erros, somos humanos! Esquecemos por vezes, que talvez, a felicidade não esteja em “sermos divinos”, porque na verdade é suficiente sermos humanos. Admitir os erros é, afinal, uma oportunidade excepcional de crescimento e melhoria e termos a percepção de que os problemas não estão nas ferramentas mas sim nas pessoas. As redes sociais são uma ferramenta e as ferramentas são aquilo que fazemos delas. “O único homem que não erra é aquele que nunca faz nada”.(Goethe) Todos nós, no geral, sabemos que a memória é a capacidade humana de reter factos e experiências do passado e retransmiti-los às novas gerações através de diferentes suportes empíricos (voz, música, imagem, textos, etc.) mas, também através das tradições familiares, e como noutras gerações talvez fosse aí que errámos ao não saber “transmitir” o nosso passado, as nossas raízes, a nossa História… etc. “Toda a nossa História só nos deve servir para a transformarmos em lição, de modo a não repetirmos no futuro os erros que cometemos no passado. E sobretudo ter a persistência – que muitas vezes nos falta- de seguir o caminho certo” ( Dr. António Costa – primeiro ministro de Portugal – entrevista ao jornal Publico de 5 de Fevereiro de 2021, pág 6). Existe uma memória individual que é aquela guardada por todas as pessoas e refere-se às suas próprias vivências e experiências, mas que contém também aspectos da memória do grupo social onde ele se formou, isto é, onde essa pessoa foi socializada. “Quando se gosta da vida, gosta-se do passado, porque ele é o presente tal como sobreviveu na memória humana.”(Marguerite Yourcenar) É verdade, nós não nos lembramos de tudo, porque a nossa memória não o retém, o que aconteceu ou que nos foi ensinado ao longo de nossa vida. Como disse Platão : “Não espere por uma crise para descobrir o que é importante na sua vida. Só devemos à história aquilo que lhe podemos acrescentar.....” E, por isso talvez fosse útil seguirmos o conselho do Dr. António Costa:“Recomendo sempre vivamente a leitura, “ Das Causas da Decadência dos Povos Peninsulares”, de Antero de Quental, que ajuda bastante a explicar tudo o que nos aconteceu e tudo o que ainda hoje nos acontece.” ( Dr. António Costa – primeiro ministro de Portugal – entrevista ao jornal Publico de 5 de Fevereiro de 2021, pág 6). Todos nós precisamos de sentir vínculos profundos com a nossa memória ancestral, com as referências que nos dão sustentação do viver e uma identidade na nossa vida, por vezes, acontece a todas as pessoas, ser até certo ponto perturbante, mas a nossa memória, o que é até uma coisa engraçada, esquecemo-nos de tudo que precisamos lembrar-nos, e lembramo-nos de tudo que queríamos esquecer. É talvez por isso que é sempre melhor errar e dar de mais, do que errar a dar de menos. Talvez, seja naquela fase em que nos devemos lembrar do que disse Platão: “Quando a mente está a pensar, está a falar consigo mesma. A palavra precisa concordar com o facto. Errar é humano, mas também é humano perdoar. Perdoar é próprio de almas generosas.”

sábado, março 06, 2021

“The truth is hardly on the side of the screamer.” (Rabindranath Tagore)

“The truth is hardly on the side of the screamer.” (Rabindranath Tagore) In these times when no one escapes moments of insecurity, we are surprised as if in an act of breathing, when we transfer to something that has to do things that we have inside. As Rabindranath Tagore said, "if you close the door to all mistakes, the truth will remain on the street." It will not be a surprise to anyone that everything that puts in “politics” or “fanaticism of the football club” always begins with small clouds of disagreement and passes with great speed to storms of conflict, some irreversible, driving friends away from each other, because talking about any of these matters becomes intolerable, we are still a long way from finding a middle ground in social relations, which we have seen, every day, increasing the devaluation of family and friendships, in which we spend time moving mechanically, effortlessly, in a kind of trance ... ..and so our memory goes on “forgetting” that as Michel de Montaigne, a French writer, said: ““ Among our greatest pleasures in this world are pleasant thoughts, and the great art of life consists of having them as many as possible. ”
In reality, all of us, in general, no longer know if we are depressed or discouraged, but somewhat anxious, in a context of some unhappiness and anguish, and deep down we may be resigned and live in our very restricted circle of social contacts. , in which the memory of our other routines seems to us more and more distant, in which the days follow each other without expectations of changes, in a kind of adaptation that affects us as a confrontational “torpor”, in a time that passes and we are already feeling emotionally better prepared to deal with these crisis situations. “If we can't do something well, at least do what looks good. Life is not fair ... Get used to it. ”(” (Bill Gates) We have to have the perception and acceptance that we are in times of transition to a new model of living and experiences in society, with multiple implications, for good and for less well in the various dimensions of our existence and that even in moments of interaction social, almost always at a distance, there are dimensions that empty themselves, because as someone has said, “when you are obtaining information only through the ears and eyes, there are a number of things that do not reach the level of the skin, the touch or the smell ”. Basically, there is an ambiguity between the present and the absent, between being and not being, perhaps in those moments, we have to realize that the best way to prepare for “new and different times” is to have the imagination that as the old foxes, "to know the ways to overcome the blows." As Albert Einstein said: “Imagination is more important than knowledge. Knowledge is limited. Imagination goes around the world. Knowledge comes, but wisdom takes time. Everything should be made as simple as possible, but not simplified. ”

“A verdade dificilmente está do lado de quem mais grita.”(Rabindranath Tagore)

“A verdade dificilmente está do lado de quem mais grita.”(Rabindranath Tagore) Nestes tempos em que ninguém escapa de momentos de insegurança, somos surpreendidos como num acto de respirar, em que a gente transfere para algo que tem de fazer coisas que temos cá dentro. Como disse Rabindranath Tagore,:“se fechares a porta a todos os erros, a verdade ficará na rua.” Não será surpresa para ninguém que tudo o que mete “a politica” ou o “fanatismo da clubite futebolística”, começa sempre por pequenas nuvens de desacordo e passa com enorme rapidez a tempestades de conflitos, alguns irreversíveis, afastando os amigos uns dos outros, porque conversar sobre qualquer destes assuntos torna-se intolerável, ainda estamos muito longe de encontrar um meio termo nas relações sociais, que vimos, em cada dia, aumentar o desvalorizar das relações familiares e de amizades, em que passamos o tempo a mover-nos mecanicamente, sem esforço, numa espécie de transe…..e assim a nossa memória vai “esquecendo” que como disse Michel de Montaigne, um escritor francês:” “Entre nossos maiores prazeres neste mundo estão os pensamentos agradáveis, e a grande arte da vida consiste em tê-los no maior número possível.” Na realidade todos nós, no geral, já não sabemos se estamos deprimidos ou desanimados, mas de certo modo algo ansiosos, num quadro de alguma infelicidade e angustia, sendo que bem no fundo talvez estejamos conformados e viver no nosso circulo muito restrito de contactos sociais, em que a memória das nossas outras rotinas nos parece cada dia mais distante, em que os dias se sucedem sem expectativas de mudanças, numa espécie de adaptação que nos atinge como um “torpor” confrontável, num tempo que passa e já nos vamos sentindo emocionalmente mais preparados para lidar com estas situações de crise. “Se não podemos fazer algo bem, pelo menos façamos o que tenha uma boa aparência. A vida não é justa… Acostumemo-nos a isso.”(”(Bill Gates) Temos que ter a percepção e a aceitação que estamos em tempos de transição para um novo modelo de vivência e experiências na sociedade, com múltiplas implicações, para o bem e para o menos bem nas várias dimensões da nossa existência e que mesmo nos momentos de interacção social, quase sempre à distância, há dimensões que se esvaziam, pois como alguém já disse, “ quando se está a obter informações apenas através dos ouvidos e dos olhos, há uma série de coisas que não nos chega ao nível da pele, do toque ou do cheiro”. No fundo há uma ambiguidade entre o presente e o ausente, entre o estar e não estar, talvez nesses momentos, temos que ter uma percepção que a melhor maneira de nos prepararmos para os “novos e diferentes tempos”, é ter a imaginação que como as raposas velhas, de “ saber as manhas para superar as pancadas.” Como disse Albert Einstein:“A imaginação é mais importante que o conhecimento. O conhecimento é limitado. A imaginação dá a volta o mundo. O conhecimento vem, mas a sabedoria tarda. Tudo deveria se tornar o mais simples possível, mas não simplificado.”