segunda-feira, abril 25, 2022

“One would say that the human can take everything (...), even the idea that he can take no more.” (William Faulkner)

“One would say that the human can take everything (...), even the idea that he can take no more.” (William Faulkner) We can understand life as something that imposes itself on all of us from the outside, like social impositions, for example. But we also need to listen to what is present within each of us. Let's listen to our nature, our feelings and desires. This is one of the main starting points for building our destiny! “There are worse things than being alone, but it usually takes decades to understand that, and almost always when we do, it's too late. And there is nothing worse than too late.” (Charles Bukowski) There are those who believe that the destiny of each one of us is already set. Everything has already been "written" and there is nothing more to be done to change our history in this world... But not everyone thinks like that…..often we can't control the events that happen, but it's always possible to choose the way to deal with them.” There are only two days in the year when nothing can be done. One is called yesterday and the other is called tomorrow, so today is the right day to love, believe, do and especially live.” (Dalai Lama) We often have the notion that the future is something very distant and abstract, but the truth is that the future could be tomorrow. To think and act today is to build what will come soon after. We tend to think that our future is something very distant and that it needs a lot of planning, but the truth is that the small steps we take today are what build our tomorrow. “It is the steps that make the way.” (Mario Quintana) We usually call what happens to us destiny, but the truth is that destiny is also the sum of the choices we make. Living stuck in the past is a waste of time, living waiting for the future is a waste, so remember: the time is NOW! As Fernando Pessoa said: “I always live in the present. The future, I don't know. The past, I no longer have it.” It is important to pay attention to our attitudes, act in a thoughtful way and think carefully before making our decisions. Let's not let the unconscious rule our life, let's always be in charge when making our choices. "Imagination is more important than knowledge. … Everything should become as simple as possible, but not simplified….. Because we have the destiny we deserve. Our destiny is according to our merits.” (Albert Einstein)

“Dir-se-ia que o humano pode aguentar tudo (...), até a ideia de que não pode aguentar mais.”(William Faulkner)

“Dir-se-ia que o humano pode aguentar tudo (...), até a ideia de que não pode aguentar mais.”(William Faulkner) Podemos entender a vida como algo que se impõe de fora para dentro de todos nós , como as imposições sociais, por exemplo. Mas também precisamos ouvir aquilo que está presente dentro de cada um de nós. Ouçamos a nossa natureza, os nossos sentimentos e desejos. Esse é um dos principais pontos de partida para construirmos o nosso destino! “Existem coisas piores que estar sózinho, mas geralmente leva décadas para entendermos isso, e quase sempre quando entendemos é tarde demais. E não há nada pior que tarde demais.”(Charles Bukowski) Há quem acredite que o destino de cada um de nós já esteja traçado. Tudo já foi "escrito" e não existe mais nada a ser feito para alterar a nossa história neste mundo... Mas, não são todos que pensam assim…..Muitas vezes não podemos controlar os eventos que acontecem, mas é sempre possível escolher a maneira de lidar com eles.” Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhã, portanto hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver.”(Dalai Lama) Muitas vezes temos a noção de que o futuro é algo muito distante e abstrato, mas a verdade é que o futuro pode ser já amanhã. Pensar e agir hoje é construir o que virá logo a seguir. Costumamos pensar que o nosso futuro é algo muito distante e que precisa de muito planeamento, mas a verdade é que os pequenos passinhos que damos hoje, é que constroem o nosso amanhã. “ São os passos que fazem o caminho.” (Mário Quintana) Costumamos chamar de destino aquilo que nos acontece, mas a verdade é que o destino é também a soma das escolhas que fazemos. Viver preso ao passado é uma perda de tempo, viver a espera do futuro é um desperdício, por isso lembre-se: a hora é AGORA! Como dizia Fernando Pessoa :” Vivo sempre no presente. O futuro, não o conheço . O passado, já não o tenho.” É importante prestar atenção nas nossas atitudes, agirmos de modo ponderado e pensarmos bem antes de tomarmos as nossas decisões. Não deixemos o inconsciente mandar na nossa vida, estejamos sempre no comando ao tomar as nossas escolhas. ”A imaginação é mais importante que o conhecimento. … Tudo deveria tornar-se o mais simples possível, mas não simplificado….. Porque temos o destino que merecemos. O nosso destino está de acordo com os nossos méritos.”(Albert Einstein)

sexta-feira, abril 22, 2022

"A lie travels around the world before the truth has a chance to dress.” (Winston Churchill)

A lie travels around the world before the truth has a chance to dress.” (Winston Churchill) “All animals are equal, but some are more equal than others”, is probably the most popular phrase from the book “The Triumph of Pigs”, by George Orwell. However, it is already an evolution of the initial commandment that, purely and simply, said that “all animals are equal”. Orwell, almost eight decades later, seems to still be right: “we are all the same, but some are more equal than others…” This all comes from the current events in the so-called “North Atlantic communication axis” in which we are experiencing an unprecedented (in our day to day) information war. But in Europe we have never seen this type of information war, at least of its current magnitude and it is characterized by the almost total erosion between facts and manipulation of emotions and perceptions, between hypotheses or conjectures and unassailable truths. We all have the perception that the information war aims to continue the war of arms, as long as it suits those who promote it. Information warfare is always based on a mixture of selective truths, half-truths and pure and hard lies (the so-called false flags) organized in order to justify the military action of those who promote it. I am sure that at the moment an information war is under way on both the Russian and the American/Ukrainian sides, even though, due to the censorship imposed on us, we know less about what is happening on the Russian side. Sooner or later the truth will come out. The tragedy is that it will always come too late. In the specific case of the war in Ukraine, the manipulation aims to prevent public opinion and political decision-makers from thinking and deciding without excessive stress on the only measure that is now required: the search for a lasting peace in Ukraine and in the region in order to end to the suffering of the Ukrainian people, a people who, in these days, share the tragic fate of the Palestinian, Serb, Yemeni, Syrian, Sahrawi and Afghan peoples, despite the deepest silence on the latter. “More than ideas, it is interests that separate people.” (Charles Tocqueville) It is still a matter for reflection, for all those who “want to think” that when armed conflicts are in Africa or the Middle East, then European leaders are the first to call for the cessation of hostilities and the urgency of peace negotiations. . Why is it when the war is in Europe, the drums of war are beating incessantly and no leader, apart from the very circumscribed attempt of Macron (France) calls for silence and the voice of peace to be heard? As Ambrose Bierce said “Principles: something too many people confuse with “interests”.“

"Uma mentira dá uma volta inteira ao mundo antes mesmo de a verdade ter oportunidade de se vestir.”(Winston Churchill)

Uma mentira dá uma volta inteira ao mundo antes mesmo de a verdade ter oportunidade de se vestir.”(Winston Churchill) “Todos os animais são iguais, mas uns são mais iguais que outros”, é, provavelmente, a frase mais badalada do livro “O Triunfo dos Porcos”, de George Orwell. No entanto é já uma evolução do mandamento inicial que, pura e simplesmente, rezava que “todos os animais são iguais”. Orwell, quase oito décadas depois, parece continuar a ter razão: “somos todos iguais, mas uns somos mais iguais que outros…” Isto tudo vem a propósito dos actuais acontecimentos no chamado “eixo comunicacional do Atlântico Norte” em que vivemos uma guerra de informação (no nosso dia a dia) sem precedentes. Mas na Europa nunca tinhamos assistido a este tipo de guerra de informação, pelo menos com a magnitude actual e caracteriza-se pela erosão quase total entre factos e manipulação das emoções e percepções, entre hipóteses ou conjecturas e verdades inatacáveis. Todos nós temos a percepção que a guerra da informação tem por objectivo continuar a guerra das armas, enquanto tal convier a quem a promove. A guerra de informação assenta sempre numa mistura de verdades selectivas, meias verdades e mentiras puras e duras (as chamadas false flags) organizada de modo a justificar a acção militar de quem a promove. Estou certo de que neste momento está em curso uma guerra de informação tanto do lado russo como do lado norte-americano/ucraniano, ainda que, devido à censura que nos foi imposta, saibamos menos sobre o que se passa no lado russo. Mais tarde ou mais cedo a verdade virá ao de cima. A tragédia é que virá sempre demasiado tarde. No caso concreto da guerra da Ucrânia, a manipulação visa impedir a opinião pública e os decisores políticos de pensarem e decidirem sem excessivo stress na única medida que agora se impõe: a busca de uma paz duradoura na Ucrânia e na região de modo a pôr fim ao sofrimento do povo ucraniano, um povo que nestes dias partilha a trágica sorte dos povos palestiniano, servio, iemenita, sírio, sarauí e afegão, ainda que sobre estes últimos pese o mais profundo silêncio. “Mais que as ideias, são os interesses que separam as pessoas.“(Charles Tocqueville) Não deixa de ser matéria para reflexão, para todos os que “queiram pensar” de que quando os conflitos armados são em África ou no Médio Oriente, logo os líderes europeus são os primeiros a pedir o cessar das hostilidades e a urgência das negociações de paz. Por que é quando a guerra é na Europa, os tambores da guerra tocam incessantemente e nenhum líder, para além da tentativa muito circunscrita de Macron (França) apela a que se calem, e a voz da paz se ouça? Como disse Ambrose Bierce “Princípios: uma coisa que demasiadas pessoas confundem com «interesses».“

terça-feira, abril 19, 2022

I AM AGAINST FANATISM. I FEEL SUFFERED!!!

I AM AGAINST FANATISM. I FEEL SUFFERED!!! In these times we live in a world of definitions, which tries to direct our way of thinking and where to belong, but the more we define ourselves and the environment, the more we create limits to our own way of living. As Friedrich Nietzsche said: “Fanaticism is the only form of will that can be instilled in the weak and timid.” The reality is that the war is there. Fierce. Wild. With echoes of violence that have disappeared (or almost…) from Europe for many decades. We must all be fully aware that whoever controls social networks (Facebook, Instagram, Twitter, etc.) and the press (newspapers and television) also controls us..(or intends to control). This is not a conspiracy theory, these are facts that we should be aware of. And here, reality trumps imagination. Our activities, and our lack of activity, are recorded, studied and the conclusions are used. We are transparent as we navigate, and interact, in the digital world, and we leave more information about ourselves than what we can think of, certainly more than we would like to leave, all this and from the start, because we feel free. The reality is that the freer we feel, without “being”, a curious irony, in the “pretense” management of the choices we make when we are online, the more information we leave about ourselves.“We can never be sure that the opinion we try suffocating is false; and if we had, smothering it would still be an evil.” (John Stuart Mill). The awareness, or illusion, that there we are entirely free in what we do or say is the reason for this prison of ours in which we are “limited” at this time. When we act like we are not being watched, but we are, we reveal who we are and our own intimacy, in our tastes and thoughts. “For this is where we have arrived, this is where we are, regarding the war in Ukraine, we are living: in a climate of concerted intimidation of thought that we have never seen or felt before. Anyone who does not think exactly according to the ready-to-think booklet provided by NATO and by the leading countries of the Western world is immediately cataloged as a friend of Putin and a moral accomplice of Russian atrocities in Ukraine.” (Miguel Sousa Tavares, in Expresso, 04/14/19 2022) Thinking is therefore difficult as long as it is not a question of repeating what others think or what has already been thought. There are times in society when thinking becomes particularly difficult. To think about the current context is to submit this narrative point by point to the scrutiny of reason and reflection. It implies many risks, namely that of being considered a traitor, perhaps in the service of the enemy. Certain of these risks (in fact, already realized), I dare to think. As Buddha said: “We are what we think. All that we are arises with our thoughts. With our thoughts we make our world." We can conclude that after all we have learned very little. We continue to superimpose emotions over reason, and to see the world in black and white. Our minds continue to be shaped to accept simplistic views of complex realities. Manichean perceptions give us more comfort by confirming our prejudices and our “certainties”. Good and immaculate on the one hand, bad and unpalatable on the other. The good would never commit war crimes or crimes against humanity, just because they are good. Fact checking is missing in action….. “A lie can go around the world, while the truth is still in its shoes.” (Mark Twain

SOU CONTRA O FANATISMO. SINTO-ME SOFUCADO!!!

SOU CONTRA O FANATISMO. SINTO-ME SOFUCADO!!! Nestes tempos vivemos num mundo de definições, que tenta direcionar nossa forma de pensar e aonde pertencer, mas quanto mais definimos a nós e ao meio ambiente, mais criamos limites à nossa própria maneira de viver. Como disse Friedrich Nietzsche: “O fanatismo é a única forma de vontade que pode ser incutida nos fracos e nos tímidos.” A realidade é que a guerra está aí. Feroz. Selvagem. Com ecos de violência há muitas décadas desaparecidos (ou quase…) da Europa. Todos nós devemos ter plena consciência de que quem controla as redes sociais ( Facebook, instagram, Twitter, etc etc) e a imprensa (jornais e televisões) também nos controla a nós..( ou pretende controlar). Isto não é uma teoria da conspiração, são factos dos quais devemos de ter conhecimento público. E, aqui, a realidade supera a imaginação. As nossas atividades, e as nossas faltas de atividade, são registadas, estudadas e as conclusões são usadas. Somos transparentes enquanto navegamos, e interagimos, no mundo digital, e deixamos mais informação sobre nós mesmos do que aquela que nos passa pela cabeça, certamente mais do que aquela que quereríamos deixar, tudo isto e desde logo, porque nos sentimos livres. A realidade é que quanto mais livres nos sentimos, sem o “sermos”, curiosa ironia, na “pretensa” gestão das escolhas que fazemos quando estamos online, mais informações deixamos sobre nós mesmos.“Nunca podemos ter certeza de que a opinião que tentamos sufocar é falsa; e se tivéssemos, sufocá-la continuaria sendo um mal.”(John Stuart Mill). A consciência, ou ilusão, de que ali somos inteiramente livres no que fazemos ou dizemos é o motivo deste nosso cárcere no qual somos “limitados” neste tempo. Quando assim agimos como se não estivéssemos a ser observados, mas estamos, revelamos quem somos e a nossa própria intimidade, nos gostos e pensamentos. “Pois é aqui que chegámos, é aqui que estamos, a propósito da guerra na Ucrânia, estamos a viver: num clima de intimidação concertada sobre o pensamento como nunca antes vimos ou sentimos . Quem não pensa exactamente segundo a cartilha pronta a pensar fornecida pela NATO e pelos países-guia do mundo ocidental é imediatamente catalogado como amigo de Putin e cúmplice moral das atrocidades russas na Ucrânia.”( Miguel Sousa Tavares, in Expresso, 14/04/2022) Pensar é, pois, difícil sempre que não se trate de repetir o que outros pensam ou que já está pensado. Há momentos na sociedade em que pensar se torna particularmente difícil. Pensar no atual contexto é submeter ponto por ponto esta narrativa ao escrutínio da razão e da reflexão. Implica muitos riscos, nomeadamente o de ser considerado traidor, talvez ao serviço do inimigo. Certo destes riscos (aliás, já concretizados), atrevo-me a pensar. Como disse Buda:” Somos o que pensamos. Tudo o que somos surge com nossos pensamentos. Com nossos pensamentos, fazemos o nosso mundo.” Podemos concluir que afinal temos aprendido muito pouco. Continuamos a sobrepor as emoções à razão, e a ver o mundo a preto e branco. As nossas mentes continuam a ser moldadas de modo a aceitarmos visões simplicistas de realidades complexas. Perceções maniqueístas dão-nos mais conforto por confirmarem os nossos preconceitos e as nossas “certezas”. Bons e imaculados de um lado, maus e intragáveis do outro. Os bons nunca cometeriam crimes de guerra ou contra a humanidade, apenas porque são bons. O fact checking encontra-se missing in action….. “Uma mentira pode dar a volta ao mundo, enquanto a verdade ainda calça seus sapatos.“ ( Mark Twain