sábado, setembro 24, 2022

“Hurry up to live well and think that each day is, in itself, a life”. (Seneca.)

“Hurry up to live well and think that each day is, in itself, a life”. (Seneca.) There are moments in our lives that should be eternal. That's why we must take the reins of time, exercise gratitude and "taste" the moments that give us pleasure, as José Saramago said, "let's not be in a hurry, but let's not waste time". Sometimes we find ourselves thinking that “we need more time”, time to “exist” beyond this “time”, enough time to decide what to do with the time we have. Because, as Benjamin Franklin said, “lost time will never be found again”, and this leads us to not always have this notion, we need to give importance to the value we have and enjoy life, but also take control of it. The same is true of time: while assuming that it is inevitably unstoppable, “time takes everything, whether we like it or not” (Stephen King), we should try to take the reins and not let it dominate us. In one way or another, we all go through this, and sometimes, or almost always, we forget that our “existence” has a “beginning” and an “end”, and we have to know how to live as the “interval” between two, perhaps that's why “the problem is that we think times are always time”. (Buddha), and we never think or believe that we are finite. Fernando Pessoa said that “the value of things is not in the time they last, but in the intensity with which they happen. That's why there are unforgettable moments, inexplicable things and incomparable people.” We all feel, at times, without a horizon for the future – even though Fukuyama’s prediction has not been confirmed nor history has come to an end… – we dance like silly cockroaches to the sound of an orchestra that only knows old arias, out of tune and lacking. and sometimes we find ourselves, having lunch or having a coffee and thinking about the problems we have to solve and the things that afflict us, having difficulty concentrating on the present and not thinking about the future, (also known as suffer in advance). We've all had these difficult experiences. This is part of our passage, in the interval between the “beginning and the end”. Regarding the passage of time, and taking poetry and poetry seriously, it is impossible for us not to remember Álvaro de Campos (Fernando Pessoa) and his poem Aniversário: “At the time when they celebrated my birthday, / I was happy (……..…)". I suppose it's like that for everyone, or as Paulo Coelho said: “There is only one way to get rid of bitter experiences: “live in the present. Always enjoy the now.” As the famous phrase immortalized by the hippies says: "Today is the first day of the rest of my life".

“Apressa-te a viver bem e pensa que cada dia é, por si só, uma vida”. ( Seneca.)

“Apressa-te a viver bem e pensa que cada dia é, por si só, uma vida”. ( Seneca.) Há momentos da nossa vida que deviam ser eternos. É por isso que devemos tomar as rédeas do tempo, exercer gratidão e “saborear” os momentos que nos dão prazer, como disse José Saramago, “não tenhamos pressa, mas não percamos tempo“. Por vezes, damos por nós a pensar que “precisamos de mais tempo”, tempo para “existir” para além deste “tempo”, tempo suficiente para decidir o que fazer com o tempo que temos. Porque, como disse Benjamin Franklin, “ o tempo perdido nunca será encontrado novamente“, e tal leva-nos a que nem sempre temos essa noção, precisamos de dar importância ao valor que temos e aproveitar a vida, mas também assumirmos o seu controlo. O mesmo acontece com o tempo: embora assumindo que ele é, inevitavelmente, imparável, “o tempo leva tudo, quer queiramos quer não”( Stephen King), devemos tentar tomar as rédeas e não deixar que ele nos domine. Duma maneira o de outra, todos passamos por isto, e por vezes, ou quase sempre nos esquecemos que o nosso “existir” tem um “principio” e um “fim”, e temos que o saber viver como o “intervalo” entre os dois, talvez por isso “o problema é que achamos que tempos sempre tempo”. (Buda), e nunca pensamos ou acreditamos que somos finitos. Dizia Fernando Pessoa que “o valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.” Todos nós sentimo-nos por vezes, sem um horizonte de futuro – ainda que a previsão de Fukuyama não se tenha confirmado nem a História chegado ao fim… – dançamos como baratas tontas ao som de uma orquestra que só conhece árias antigas, desafinada e desprovida de maestro e às tantas damos por nós, a almoçar ou a tomar um café e a pensar nos problemas que temos para resolver e nas coisas que nos afligem, tendo dificuldade em concentrar-nos no presente e não pensar no futuro, (também conhecido como sofrer por antecipação). Todos já tivemos estas experiências difíceis. Isto faz parte de nossa passagem, no intervalo entre o “principio e o fim”. A propósito da passagem do tempo, e levando a sério a poesia e a poesia a sério, é-nos impossível não recordar Álvaro de Campos (Fernando Pessoa) e o seu poema Aniversário: “No tempo em que festejavam o dia dos meus anos, / Eu era feliz (……..…)”. Suponho que seja assim para toda a gente, ou como disse Paulo Coelho:” Só existe uma maneira de nos livrarmos das experiências amargas: “viver o presente. Aproveite sempre o agora.” Como diz a célebre frase imortalizada pelos hippies: "Hoje é o primeiro dia do resto da minha Vida".

segunda-feira, agosto 29, 2022

"Better three hours early than a minute late.” (William Shakespeare)

"Better three hours early than a minute late.” (William Shakespeare) Being alone where no one else is, we have to be aware that without loneliness no one lives, but there are many people who simply do not have access to solitude: they do not have space, they do not have time, they do not have transport. Worst of all is when they are not even aware of the need for solitude. “I don't have time for myself”: expression that means a complaint of someone who has been deprived of the solitude they deserve, the solitude they need to live in society. “You can never know in advance what people are capable of, you have to wait , give time to time, time is the boss, time is the partner who is playing on the other side of the table and has all the cards in the deck in hand, it is up to us to invent what we want from our life…. ” (José Saramago) We have to have the perception that thinking is, therefore, difficult whenever it is not a question of repeating what others think or what is already thought, there are moments in society when thinking becomes particularly difficult, or as Albert Einstein said: “The time is an illusion. The only reason time exists is so that everything doesn't happen at once.” We think with our knowledge and our language, but also with our body, from our roots, with our emotions, in the place and time where we are. We also think with our ignorance as long as we are aware of it, with our doubts as long as we don't turn them into cynicism, with our anxieties as long as we don't let ourselves be paralyzed by them. “There is no loneliness sadder than that of a human being without friendships. The lack of friends makes the world seem like a desert.” (Francis Bacon) When you need and want to be with someone, you always have time for that person. And if she doesn't come to us, we'll wait. The verb to wait becomes as imperative as the verb to breathe. And we learn to breathe in waiting, to live in it, getting attached to a dream as if it were true. It's easier to wait than to give up. It is easier to wish than to forget. It's easier to dream than to lose. And for those who live dreaming, it is much easier to live. “There are only two days in the year when nothing can be done. One is called yesterday and the other is called tomorrow, so today is the right day to love, believe, do and especially live". (Dalai Lama)

Melhor três horas mais cedo do que um minuto atrasado“.(William Shakespeare)

"Melhor três horas mais cedo do que um minuto atrasado“.(William Shakespeare) Estar sozinho onde não está mais ninguém, temos de ter consciência que sem solidão ninguém vive, mas há muitas pessoas que simplesmente não têm acesso à solidão: não têm espaço, não tem tempo, não têm transporte. Pior do que tudo é quando nem sequer têm consciência da necessidade da solidão. “Não tenho tempo para mim": expressão que significa uma queixa de quem foi espoliado da solidão que merece, da solidão de que precisa para poder viver em sociedade. “Nunca se pode saber de antemão de que são capazes as pessoas, é preciso esperar, dar tempo ao tempo, o tempo é que manda, o tempo é o parceiro que está a jogar do outro lado da mesa e tem na mão todas as cartas do baralho, a nós compete-nos inventar o que queremos da nossa vida….”(José Saramago) Temos de ter a percepção de que pensar é, pois, difícil sempre que não se trate de repetir o que outros pensam ou que já está pensado, há momentos na sociedade em que pensar se torna particularmente difícil, ou como disse Albert Einstein: “O tempo é uma ilusão. A única razão para o tempo existir é para que tudo não aconteça de uma vez”. Pensamos com o nosso saber e na nossa língua, mas também com o nosso corpo, a partir das nossas raízes, com as nossas emoções, no lugar e no tempo onde nos situamos. Também pensamos com a nossa ignorância desde que tenhamos consciência dela, com as nossas dúvidas desde que as não convertamos em cinismo, com as nossas ansiedades desde que não nos deixemos paralisar por elas. “Não há solidão mais triste do que dum ser humano sem amizades. A falta de amigos(as) faz com que o mundo pareça um deserto.”(Francis Bacon) Quando se precisa e quer estar com alguém tem-se sempre tempo para essa pessoa. E se ela não vem ter connosco, nós esperamos. O verbo esperar torna-se tão imperativo como o verbo respirar. E aprendemos a respirar na espera, a viver nela, afeiçoando-nos a um sonho como se fosse verdade. É mais fácil esperar do que desistir. É mais fácil desejar do que esquecer. É mais fácil sonhar do que perder. E para quem vive a sonhar, é muito mais fácil viver. “Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhã, portanto hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver“. (Dalai Lama)

“Apressa-te a viver bem e pensa que cada dia é, por si só, uma vida”. ( Sêneca)

“Apressa-te a viver bem e pensa que cada dia é, por si só, uma vida”. ( Sêneca) O nosso passado é realmente parte da nossa história e foi por conta de tudo o que vivemos que se tornámos na pessoa que somos hoje. Por outro lado, o que aconteceu já foi, não pode mais ser alterado e, portanto, não há razões para q ficar a lamentarmo-nos pelo que julgamos ter perdido ou remoendo algo que tenha, como hoje vimos as coisas, dado errado, no dizer de Benjamin Franklin :” O tempo perdido nunca será encontrado novamente“. Desapeguemo-nos do ontem para nos focarmos no hoje, que é o momento em que podemos agir, transformar e fazer a diferença. Considera o passado apenas como fonte de aprendizagem, que é o que ele foi e é, relembramos como disse Mário Quintana que” “a saudade é o que faz as coisas pararem no tempo“. A vida é um sopro, um instante, e daqui levaremos apenas o amor que damos e recebemos e a diferença que fazemos na vida das pessoas. Portanto, viva sempre o momento presente ao máximo e seja grato por todo esse tempo, porque “o tempo leva tudo, quer queiramos quer não.”( Stephen King) Todos nós, em determinados momentos vivemos num mundo em que preferimos o medíocre, mas familiar e previsível, em vez do desconhecido e, quem sabe, potencialmente melhor. O pessimismo e o medo, tantas vezes infundados, levam-nos a ficar demasiado tempo em lugares, pensamentos e “ilusões” que já não são para nós, não arriscando a mudança. Como disse Vergílio Ferreira, “O tempo que passa não passa depressa. O que passa depressa é o tempo que passou.” Como poderemos nós viver de forma leve, se ainda carregamos pesos desnecessários? Como nos será possível apreciar o presente, se ainda o contemplamos com os olhos do passado? Como conseguiremos nós criar uma vida nova, se ainda repetimos padrões antigos? “O destino não é uma questão de sorte, mas uma questão de escolha; não é uma coisa que se espera, mas que se busca.“ (William Jennings Bryan)

sexta-feira, julho 15, 2022

“Would we be the same if we knew what awaits us beyond space and time?” (Richard Bach 1936)

“Would we be the same if we knew what awaits us beyond space and time?” (Richard Bach 1936) In these uncertain times when it seems that “nobody calls us anymore to know if we are even here”, the anguish in the form of insomnia sets in waiting for us to be blessed by the luck of the cell phone ringing. We live in starvation of any signal, as if the cell phone validated our existence: like the tunnel that leads us to the light still halfway.” Never forget that there is always light at the end of the tunnel. Just don't wait for this light to come to you, go to it. Who knows if you'll find the one you're looking for there, and maybe this someone is also trying to find you.” (Tumblr) In fact, life is too serious to waste time with “things that seem to be unimportant in the eyes of others”, in the almost unfathomable mysteries of being human, but which were not even said eye to eye, in fact it is easier to say all this with “the pain well organized”, before getting to the written words that can, because it is easier to invent the readings that are not there, but that, eventually, can give us the strength to move on. As Augusto Cury said: “Whoever has external light walks without stumbling, whoever has internal light walks without fear of living.” We all have moments when we think that we are just what we are, that we just exist and whatever happens has happened, as Paulo Coelho said that “when we want something, the whole universe conspires to make it happen.” We don't know if it will be like that? Whether we like it or not, there are, as it were, material limits to our resistance; however, the expansion of each “possible heartbreak” reaches them and, at times, surpasses them, hence the impression that each pain, each heartbreak, is infinite. They are, indeed, but only for us, for the limits of our hearts; and even if it had the dimensions of vast space, our sufferings would be even more vast, because every pain replaces the world and from each grief makes another universe. “Only chance can be interpreted as a message. Let things go by themselves in the right direction, because no matter how hard you try, when people have to get hurt or hurt you they will get hurt or they will really hurt you. Is life." (HARUKI MURAKAMI)

“Seriamos os mesmos se soubéssemos o que nos espera para lá do espaço e do tempo?“ (Richard Bach 1936)

“Seriamos os mesmos se soubéssemos o que nos espera para lá do espaço e do tempo?“ (Richard Bach 1936) Neste tempos tão incertos em que parece que “já ninguém nos liga para sabermos se ao menos ainda cá estamos”, a angústia em forma de insónia instala-se à espera de sermos bafejados pela sorte de o telemóvel tocar. Vivemos à míngua de um sinal qualquer, como se o telemóvel validasse a nossa existência: como o túnel que nos leva à luz ainda a meio do caminho.” Nunca esqueças que há sempre uma luz no fim do túnel. Só não esperes que esta luz chegue até ti, vai até ela. Quem sabe se lá encontras aquele(a) que tanto procuras, e quem sabe este alguém esteja também tentando encontrar-te”.(Tumblr) De facto, a vida é demasiado séria para perdermos tempo com as “coisas que parecem aos olhos dos outros não ter importância”, nos mistérios quase insondáveis por sermos humanos, mas que não foram sequer ditas olhos nos olhos, de facto é mais fácil dizer tudo isto com “a dor bem arrumada”, antes de chegar às palavras escritas que podem , por ser mais fácil inventar as leituras que não estão lá, mas que, eventualmente, nos podem dar força para seguir em frente. Como disse Augusto Cury :“Quem tem luz exterior caminha sem tropeçar, quem tem luz interior caminha sem medo de viver.“ Todos temos momentos em que pensamos que apenas somos o que somos, que apenas existimos e o que acontecer aconteceu, como disse Paulo Coelho que “quando queremos alguma coisa, todo o universo conspira para que possa realizar o seu desejo.” Não sabemos se será bem assim? Quer queiramos quer não existem como que limites materiais para nossa resistência; entretanto, a expansão de cada “ eventual desgosto “ os alcança e, às vezes, os ultrapassa, daqui deriva a impressão de que cada dor, cada desgosto, são infinitos. Eles o são, na verdade, mas somente para nós, para os limites de nosso coração; e mesmo que este tivesse as dimensões do vasto espaço, os nossos sofrimentos seriam ainda mais vastos, pois toda dor substitui o mundo e de cada desgosto faz outro universo. “Só o acaso pode ser interpretado como uma mensagem. Deixa as coisas seguirem por si mesmas na direcção acertada, pois, por mais que te esforces, quando as pessoas tiverem que se magoar ou te magoar elas vão se magoar ou vão mesmo te magoar. É a vida.” (HARUKI MURAKAMI)

sábado, julho 09, 2022

It is useless to try to dissuade fanatics.

It is useless to try to dissuade fanatics. It is useless to try to dissuade fanatics. We should always try to understand both sides of a poorly told story. However, when the true side is discovered, we never understand the hypocritical side of those who continue to insist on lying. This is about the alleged “lack of doctors” in the SNS (National Health Service), we have to “applaud the football laws” in which it says that if a player from a club wants to go to another that pays him more, the club where you are says to you:" you only go if you or the club where you want to go pay the costs we had with your training..." Do they have a "small idea" how much it costs, of our taxes", the training of a doctor? According to official statistics in 2005, 109399 babies were born in Portugal and there were 1418 obstetricians and 1434 pediatricians, in 2021 only 79582 babies were born in Portugal (27.26% less) and there were 1861 obstetricians (31.24% more) and 2297 pediatricians (more 60.18%), in this statistical curiosity, everyone draws the conclusions they want!!! Juan Luis Cebrián, founder of El País, defined news as information that at least one person would like not to be made public. Nothing more than a warning between “fiction and reality” in this caricatured mismatch, of which we are all victims and culprits at the same time, for being the “support” of this fanaticism, in which there is fundamental truth about what moves these “pseudo -political doctors - opportunism, cowardice, propensity for expediency and subterfuge. "Fanaticism is the only form of willpower accessible to the weak." (Friedrich Nietzsche) I recall that Margaret Thatcher, liked to pour water into this boil : “Many journalists have given in to the conspiracy theory of governance. I assure you that they would produce better work if they adhered to the theory of blunder”. Having to agree. What as a rule justifies polemics are not great and unfathomable conspiracies, engendered by superior minds; they are blunders provoked by the most basic human flaws, such as vanity or thirst for protagonism, incompetence, complicity or personal rivalry. But Manichaeism =(based on the existence of two opposing and irreconcilable principles) does not serve this debate. “Only after climbing a great mountain do you discover that there are many other mountains to climb”. (Nelson Mandela - From the autobiography “The long road to freedom”, 1994). When the fact that an apple is not a banana is lost in the chain of comments, tweets, pages, blogs, a fight is won that unfortunately is increasingly victorious. When, later, journalists accept to amplify it as a “fact” that after all an apple is a banana, or that social networks “boil” with what they say is a “banana” and it turns out to be an apple, a form is lost. fundamental way of mediating reality by a profession whose function is to inform in order to make us better citizens. The same is true of the systematic devaluation of professional and technical knowledge, with a form of egalitarianism that results in an apology for ignorance. As Voltaire said. “Fanaticism has produced more evils than atheism.” The reality is when you pack a journalist's license and use a clairvoyant's license instead, the facts, which, as we know are capricious, insist on not giving you reason. with a feeling of deep sadness and the feeling that we are witnessing live and in color the involuntary (?) The most tragic thing is that no one ever imagined that journalists themselves would kill him.”

É inútil tentar demover fanáticos.

É inútil tentar demover fanáticos. Sempre devemos tentar compreender os dois lados de uma história mal contada. Todavia, quando se descobre o lado verdadeiro, nunca entendemos o lado hipócrita daqueles que continuam a insistir na mentira. Isto a propósito da pretensa “falta de médicos” no SNS (Serviço Nacional de Saúde), temos que ”bater as palmas às leis do futebol” no qual se refere que se um jogador de um clube quiser ir para outro que lhe pague mais, o clube onde está diz-lhe:” só vais se tu ou o clube para onde queres ir pagar os custos que tivemos com a tua formação…” Será que fazem uma “pequena ideia” quanto custa, dos nossos impostos”, a formação de um ou uma médico(a)? Segundo as estatísticas oficiais em 2005 nasceram em Portugal 109399 bebés e havia 1418 obstetras e 1434 pediatras, em 2021 nasceram em Portugal apenas 79582 bebés (menos 27,26%) e havia 1861 obstetras (mais 31,24%) e 2297 pediatras (mais 60,18%), nesta curiosidade estatística, cada um tire as conclusões que quiser!!! Juan Luis Cebrián, fundador do El País, definiu notícia como a informação que pelo menos uma pessoa gostaria que não fosse do conhecimento público. Nada mais que alerta entre a “ficção e a realidade” neste desfasamento caricato, de que todos nós, somos ao mesmo tempo vítimas e culpados, por sermos a “sustentação” deste fanatismo, no qual há verdade fundamentais sobre o que move estes “pseudo-médicos políticos – o oportunismo, a pusilanimidade, a propensão para o expediente e o subterfúgio.”O fanatismo é a única forma de força de vontade acessível aos fracos.”(Friedrich Nietzsche) Relembro que Margaret Thatcher, gostava de deitar água nessa fervura: “Muitos jornalistas cederam à teoria conspirativa da governação. Asseguro-vos de que produziriam trabalho mais acertado se aderissem à teoria da trapalhada”. Tendo a concordar. O que por regra justifica as polémicas não são grandes e insondáveis conspirações, engendradas por mentes superiores; são asneiras provocadas pelas falhas humanas mais básicas, como a vaidade ou a sede de protagonismo, a incompetência a cumplicidade ou a rivalidade pessoal. Mas o maniqueísmo =(baseado na existência de dois princípios opostos e inconciliáveis) não serve este debate. “ Só depois de escalar uma grande montanha se descobre que existem muitas outras montanhas para escalar”. (Nelson Mandela - Da autobiografia “O longo caminho para a liberdade”, 1994). Quando se perde lá longe na cadeia de comentários, tweets, páginas, blogues o facto de que uma maçã não é uma banana, está ganho um combate que infelizmente é cada vez mais vitorioso. Quando, depois, jornalistas aceitam amplificar como sendo um “facto” de que afinal uma maçã é uma banana, ou que a redes sociais “fervem” com aquilo que dizem ser uma “banana” e afinal é uma maçã, perde-se uma forma fundamental de mediação da realidade por uma profissão cuja função é a de informar para nos tornar melhores cidadãos. O mesmo se passa com a sistemática desvalorização do saber profissional e técnico, com uma forma de igualitarismo que resulta numa apologia da ignorância. Como dizia Voltaire. “ O fanatismo tem produzido mais males que o ateísmo." A realidade é quando se arruma a carteira de jornalista e usa em seu lugar a licença de vidente, os factos, que, como sabemos são caprichosos, teimam em não lhe dar razão. Termino com um sentimento de profunda tristeza e a sensação de que estamos a assistir ao vivo e a cores ao homicídio involuntário (?) do jornalismo.” O mais trágico é que nunca ninguém imaginou que fossem os próprios jornalistas a matá-lo.”

segunda-feira, julho 04, 2022

“A imaginação é mais importante que o conhecimento.” (Albert Einstein)

“A imaginação é mais importante que o conhecimento.” (Albert Einstein) Nestes tempos, como noutros tempos, haverá momentos em que somos confrontados com situações que nos “parecem” surpreendentes. Nesses momentos existem três possibilidades: seguir o nosso destino e acreditar nele, deixar acontecer naturalmente e não pensar em amanhã ou acreditar na nossa intuição e construir o nosso próprio caminho. Como disse Sigmund Freud:“Somos feitos de carne, mas temos de viver como se fôssemos de ferro “ Há quem diga que devemos deixa tudo acontecer naturalmente... porque as melhores coisas da vida acontecem quando a gente menos espera. Na realidade a vida é bela, mas também pode ser muito cruel e difícil para algumas pessoas, na verdade é que em algumas situações, por mais extremas e desesperadoras que possam parecer, devemos manter o pulso firme e o equilíbrio mental, pois esta será a melhor maneira de conseguir “enxergar a luz no fim do túnel!” “Quando uma criatura humana desperta para um grande sonho e sobre ele lança toda a força de sua alma, todo o universo conspira a seu favor.”(Johann Goeth) Realmente vivemos um tempo de perigos. É a COVID19 que não nos larga. Nova vacinação de reforço pode ser generalizada para breve, envolvendo muitas mais faixas etárias. E tudo porque o vírus vai e vem e, quando menos se espera, aí está ele a proliferar de novo e sem controlo. Também a chamada monkeypox - a varíola-dos-macacos - começa a dar que pensar perante o aumento de casos. Mais uma! Nunca como agora estivemos tão desprotegidos e cercados por vírus que podem espreitar a cada canto ou situação. Enfim, males num todo ambiente que já teve melhores dias. “ Nas nossas ruas, ao anoitecer,/Há tal soturnidade, há tal melancolia,/Que as sombras, o bulício, o Tejo, a maresia/Despertam-me um desejo absurdo de sofrer.” (Cesário Verde) Por isso, a nossa sugestão é: explore, ouse e não tenha medo de ter dúvidas nesta vida! Viva as experiências que deseja viver, aprenda com os erros e não tenha receio de tentar novamente após um eventual “fracasso”. Como disse Plutarco : “O ser humano não pode deixar de cometer erros; é com os erros, que os homens de bom senso aprendem a sabedoria para o futuro.” Acrescentando esta frase de Sigmund Freud “Só a experiência própria é capaz de tornar sábio o ser humano.” Mas somos algo ingénuos ao ponto de sentirmos que nos estamos a ver ao espelho naquele episódio do “economista maneta”(1) e numa das mais belas citações de Gandhi: "Primeiro, eles ignoram-nos. Depois, riem-se de nós. Depois, combatem-nos. Finalmente, nós vencemos". Somos tão tolos e vaidosos que às vezes até nos imaginamos na terceira fase, a de ser combatidos. Se calhar temos de nos tratar "Os sábios aprendem com os erros dos outros, os tolos com os próprios erros e os idiotas não aprendem nunca."Provérbio Chinês (1) É por detestar meias tintas que uma das minhas histórias preferidas é a do Economista Maneta. Um dia, o presidente Henry Truman pediu ao seu "chief of staff" que lhe agendasse encontros com um pequeno grupo de economistas que o ajudassem a tomar uma decisão importante na área económica. Quando acabou de os ouvir, Truman pediu ao "chief of staff" que lhe arranjasse um economista maneta, pois estava já farto de ouvir economistas que lhe diziam "on this hand this..., but on the other hand that..." (por um lado isto.., mas por outro lado aquilo...). O presidente americano queria um que defendesse uma só posição. Não queria aturar mais economistas indecisos e medrosos. Ao contrário de uma imensa maioria, não me parece que a virtude esteja no meio e aplico esta teoria a quase tudo na minha vida.

sexta-feira, junho 24, 2022

“Humanity must become aware of the uncertainty of the future and of their common destiny.” (Edgar Morin)

“Humanity must become aware of the uncertainty of the future and of their common destiny.” (Edgar Morin) In these times when destructive criticism travels at the speed of light and praise often doesn't even reach its destination, the Internet, especially "so-called social networks", has amplified and normalized hate. This is a phenomenon that affects the whole of society and politics is no exception. Not only are the expression and discussion of opinions a pretext to offend and belittle, but online often contaminates offline, with serious consequences for democracy where everyone has the right to have an opinion.” Human beings are social creatures, and feeling valued by others is the very foundation of community life.” (Dalai Lama) It will not be news to anyone that in today's times books are not read, programs are not watched, images are not known, facts are not facts, but a court of followers repeats and repeats and repeats rude statements and opinions, falsehoods, misrepresentations, which, if not true, end up gaining a competitive status with the truth and, according to the old journalistic maxim, news “it is not a dog that bites a man, it is a man that bites a dog”. Even so, for there to be news, the man must have actually bitten the dog. Increasingly, we don't "listen" to the Dalai Lama's teachings: "Keep an open mind, as well as the ability to care for humanity and the awareness of being a part of it.") The reality is that most people only hear what they want to hear, always has been and always will be. They look for reinforcement, not doubt. The door is closed to discrepancy, to knowing more, to the omnipresence of the heterogeneous that makes life something with ambiguities, nuances and edges. Without questioning and willingness to listen to other reasons, our arguments become beliefs, commonplaces, prejudices or dogmas. We pay attention and give credibility to what you credit us with. We avoid anything that jeopardizes us. Our grandparents complained of lack of information. We in excess. In the face of this saturation, in defense, we return to the convictions that confirm us, or we accept false ideas.” The greatness of a human being is not in how much he knows, but in how much he is aware that he does not know.” (Augusto Cury) The excess of images and reports saturates opinion and consciences. Worse still, it makes people habituated and insensitive. The excess of information makes war and violence everyday and usual. Those who can, use all possible means to inform, defend, attack, justify and denounce. Or to manipulate, intoxicate, deceive and accuse. The image, both photographic and television, is currently a powerful means of information, perhaps the most effective. With images, words acquire value. Even without text, images have a power of their own. Without images, texts and words lose influence. About the relationships between images, truth, reason and feelings, everything and its opposite are said. And in almost everything there is truth. And falsehood. There is generic noise and it becomes difficult to discern relevant information from trivial or false information. It is up to each one to have this awareness. “The greatness of life does not consist in never falling, but in getting up every time we fall”. (Nelson Mandela - From the autobiography “The long road to freedom”, 1994)

“A humanidade deve tomar consciência da incerteza do futuro e de seu destino comum.”(Edgar Morin)

“A humanidade deve tomar consciência da incerteza do futuro e de seu destino comum.”(Edgar Morin) Nestes tempos em que a critica destrutiva viaja à velocidade da luz e o elogio muitas vezes nem atinge o destino, a Internet, em especial “as chamadas redes sociais”, tem amplificado e normalizado o ódio. Este é um fenómeno que afecta toda a sociedade e a política não é excepção. Não só a expressão e discussão de opiniões são pretextos para ofender e diminuir, como o online contamina muitas vezes o offline, com graves consequências para a democracia onde todos tem direito a ter uma opinião.” Os seres humanos são criaturas sociais, e sentir-se valorizado pelos outros é a própria base da vida em comunidade.”(Dalai Lama) Não será novidade para ninguém, que nos tempos de hoje os livros não são lidos, os programas não são vistos, as imagens não são conhecidas, os factos não são factos, mas uma corte de seguidores repete e repete e repete afirmações e opiniões grosseiras, falsidades, deturpações, que, não sendo verdadeiras, acabam por ganhar um estatuto competitivo com a verdade e, segundo a velha máxima jornalística, notícia “não é um cão que morde um homem, é um homem que morde um cão”. Ainda assim, para que haja notícia, é preciso que o homem tenha mordido o cão, de facto. Cada vez mais não “escutamos” os ensinamentos do Dalai Lama: “Mantenham a mente aberta, assim como a capacidade de se preocupar com a humanidade e a consciência de fazer parte dela.”) A realidade é que a maioria das pessoas só ouve o que quer ouvir, sempre assim foi e sempre assim será. Procuram o reforço, não a dúvida. Fecha-se a porta à discrepância, ao saber mais, à omnipresença do heterogéneo que faz da vida algo com ambiguidades, nuances e arestas. Sem questionamento e disponibilidade para escutar outros motivos, os nossos argumentos tornam-se crenças, lugares-comuns, preconceitos ou dogmas. Prestamos atenção e atribuímos credibilidade ao que nos credita. Evitamos o que nos ponha em causa. Os nossos avós queixavam-se de falta de informação. Nós, de excesso. Perante essa saturação, por defesa, regressamos às convicções que nos confirmam, ou aceitamos ideias falsas.” A grandeza de um ser humano não está no quanto ele sabe mas no quanto ele tem consciência que não sabe.”(Augusto Cury) O excesso de imagens e de reportagens satura a opinião e as consciências. Pior ainda, torna as pessoas habituadas e insensíveis. O excesso de informação faz com que a guerra e a violência sejam quotidianas e usuais. Quem pode, usa todos os meios possíveis para informar, defender, atacar, justificar e denunciar. Ou para manipular, intoxicar, enganar e acusar. A imagem, tanto fotográfica como televisiva, é actualmente um poderoso meio de informação, talvez o mais eficaz. Com imagens, as palavras adquirem valor. Mesmo sem texto, as imagens têm força própria. Sem imagens, os textos e as palavras perdem influência. Sobre as relações entre as imagens, a verdade, a razão e os sentimentos, diz-se tudo e o seu contrário. E em quase tudo há verdade. E falsidade. Existe um ruído genérico e torna-se difícil discernir a informação relevante daquela que é trivial ou falsa. Compete a cada um ter essa consciência. “A grandeza da vida não consiste em não cair nunca, mas em nos levantarmos cada vez que caímos”. (Nelson Mandela - Da autobiografia “O longo caminho para a liberdade”, 1994).

terça-feira, junho 21, 2022

“Despite everything I still believe in human goodness” (Anne Frank)

“Despite everything I still believe in human goodness” (Anne Frank) At a time when novel lightning journalism, almost always superficial, imprecise, speculative and even manipulated (when not manipulative) occupies a large part of the media space and time, the (pseudo-journalistic) work in recent days on the SNS is a example of journalism that does not investigate with seriousness and perseverance – and that is very bad for the soul of journalism…“Ethics must always accompany journalism, as the buzz follows the beetle.” (Gabriel Garcia Marquez) We expected much more from the written, spoken and especially televised press with regard to reports on the National Health Service and in particular on obstetric emergencies. We expected them to explain why this happens suddenly and at the same time in several places in the country: last week there were doctors and not this week? Did they say goodbye? Did you have a long weekend? And only in obstetrics? And especially in Lisbon? I confess that this reminds us of old episodes, such as the births in ambulances, which ended as soon as Minister Correia de Campos left. Too many coincidences, always (or almost always) the doctors, the Ordem dos Médicos, the trade unionist Roque, with their agendas and with the private lurking. All those who dedicate themselves to the profession of journalist should know that “the journalist's mission is to inform with impartiality and rigor, it is not to uncritically reproduce the theses of third parties, however commendable they may be.” The journalistic investigation does not depend on investigations by the Medical Association or the trade unionist Roque and the independent journalist is not an acolyte of this Professional Order, trade unions or other entities. The information that enters our house daily, due to the omissions it contains, does not fulfill the mission of informing with impartiality, rigor and credibility.” “I don't want to do anyone's job, journalists have to write something and if they don't have anything real to write they make it up.” (Elvis Presley) The training of a specialist physician is long, demanding and involves multiple assessments. Without it, it would be impossible to have the high level of quality of medicine that is practiced in our country. There are six years of teaching at a medical school, one year of general training and four or six years of specialized training within the scope of the medical internship, depending on the specialty in question. A doctor fulfills a demanding stage of 11 to 15 years to acquire differentiated autonomy as a specialist doctor. The question seems simple to us, how much does it cost the public purse (from our taxes) to train a specialist doctor? What is the reason that a doctor does not have or should not reimburse, for a period of time, for example 3 years, these costs at the end of specialist training in the public health service? As a citizen who feels a great honor to be Portuguese and to have a National Health Service like ours, here I leave this “lesson” for Dr Marta Themido (Minister of Health) by Winston Churchill “The lesson is this: never give up , never never never. In nothing. Big or small, important or not. Never give up. Never surrender to force, never surrender to the seemingly overwhelming power of the enemy. ”

“Apesar de tudo eu ainda acredito na bondade humana” (Anne Frank)

“Apesar de tudo eu ainda acredito na bondade humana” (Anne Frank) Numa época em que o novel jornalismo-relâmpago, quase sempre superficial, impreciso, especulativo e até manipulado (quando não manipulador) ocupa grande parte do espaço e do tempo mediáticos, o trabalho (pseudo-jornalistico) nos últimos dias sobre o SNS é um exemplo do jornalismo que não investiga com seriedade e perseverança – e que faz bem mal à alma do jornalismo…“A ética deve acompanhar sempre o jornalismo, como o zumbido acompanha o besouro.” (Gabriel Garcia Marquez) Esperávamos muito mais da imprensa escrita, falada e em especial televisionada no que diz respeito às reportagens sobre o Serviço Nacional de Saúde e em especial das urgências de obstetrícia. Esperávamos que explicassem porque é que isso acontece de repente e ao mesmo tempo em vários sítios do País: a semana passada havia médicos e esta não? Será que se despediram? Fizeram um fim de semana longo? E só em obstetrícia? E especialmente em Lisboa? Confesso que isto nos faz recordar episódios antigos, como os nascimentos nas ambulâncias, que terminaram logo que o ministro Correia de Campos saiu. Demasiadas coincidências, sempre (ou quase sempre) os médicos, a Ordem dos Médicos, o sindicalista Roque , com as suas agendas e com o privado a espreitar. Todos os que se dedicam à profissão de jornalista deviam saber que “ a missão do jornalista é informar com isenção e rigor, não é reproduzir acriticamente as teses de terceiros, por muito louváveis que elas sejam.” A investigação jornalística não depende das investigações da ordem dos Médicos ou do sindicalista Roque e o jornalista independente não é um acólito dessa Ordem Profissional, sindical ou de outras entidades. A informação que nos entra pela nossa casa diariamente, pelas omissões que comporta, não cumpre a missão de informar com isenção, rigor e credibilidade.” “Eu não quero acabar com o trabalho de ninguém, jornalistas tem que escrever algo e se eles não tem nada real para escrever eles inventam.”(Elvis Presley) A formação de um médico especialista é longa, exigente e com múltiplas avaliações. Sem ela, seria impossível termos o elevado nível de qualidade da medicina que é praticada no nosso país. São seis anos de ensino numa escola médica, um ano de formação geral e quatro ou seis anos de formação especializada no âmbito do internato médico, dependendo da especialidade em causa. Um médico cumpre uma etapa exigente de 11 a 15 anos para adquirir autonomia diferenciada como médico especialista. A questão parece-nos simples, quanto custa ao erário publico (dos nossos impostos) a formação de um médico especialista? Qual a razão que finda a formação de especialista um médico não tem ou deve ressarcir, durante um espaço de tempo, por exemplo 3 anos, esses custos, no serviço público de saúde? Como cidadão que se sente como muita honra em ser português e ter uma Serviço Nacional de Saúde como o nosso, aqui deixo esta “lição” para a Dra Marta Themido (ministra da saúde) de Winston Churchill “A lição é a seguinte: nunca desista, nunca, nunca, nunca. Em nada. Grande ou pequeno, importante ou não. Nunca desista. Nunca se renda à força, nunca se renda ao poder aparentemente esmagador do inimigo. ”