WE ARE ABLE TO DO OUR BEST! “É das coisas, que os sonhos são feitos.” It is about things, that dreams are made." (William Shakespeare
terça-feira, maio 11, 2021
世界是一本书,坐在家里的人只能读一页。 ”(圣奥古斯丁) The world is a book, and those who sit at home read only one page. ”(Saint Augustine)
The world is a book, and those who sit at home read only one page. ”(Saint Augustine)
世界是一本书,坐在家里的人只能读一页。 ”(圣奥古斯丁)
In these times, as it happened in other times, we are always so committed to discussing what divides us, that we end up dedicating little or no time to talk about what unites us. As we should all be aware, we unfortunately have to conclude, as Winston Churchill said, that "there is no public opinion, there is published opinion."
However, the reality is that despite the public virtues, private addictions remain. Men and women like us in rights and duties have been robbed of their rights and exploited in their duties. And, again in this regard, I use a phrase attributed to Winston Churchill: “All great things are simple. And many can be expressed in one word: freedom; justice; honor; to owe; godliness; hope."
Who are the companies and entrepreneurs that, in a shameful way, put us on the route of the exploitation of man by man and human trafficking? The State, in addition to appointing commissions and conducting studies, what has it done in the last 10 years in this regard? What went wrong, why and who are responsible, public and private? And, I can conclude that hypocrisy overcomes the speech of the politically correct! “It is not enough to know, it is preferable to know how to apply. It is not enough to want, you have to know how to want. ” (Johann Goethe)
Like all of us in a way, yesterday and today, without realizing it, we are placed, whether we like it or not, in the position of the prince of Machiavelli, since it seems clear that what we see today, and also yesterday, is that private life has taken on colors who were from public life, and where we are led to an ever-existing reality in which we can only learn what we already know but do not believe to accept that “our eyes are the abode of shame, and where our character is the result of our conduct." (Aristotle). Because each of us is, to a certain extent, in the condition of the Prince of Machiavelli: with more freedom than ever before, but also more insecure. It is only worth looking back to remember the great steps and to find inspiration and energy for the obstacles of the present and the future. With indignation. All together, sharing the same bank of life. “Nobody wants democracy to be perfect or flawless. It has been said that democracy is the worst form of government, except for all the other forms that have been tried from time to time. ”(Winston Churchill)
O mundo é um livro, e quem fica sentado em casa lê somente uma página.”(Santo Agostinho)
O mundo é um livro, e quem fica sentado em casa lê somente uma página.”(Santo Agostinho)
Nestes tempos, como já acontecia nos outros tempos, estamos sempre tão empenhados em discutir o que nos divide, que acabamos por dedicar pouco ou nenhum tempo a falar do que nos une. Como todos devemos ter consciência, lamentavelmente temos de concluir como disse Winston Churchill que , “não existe opinião pública, existe opinião publicada.”
Todavia, a realidade é que apesar das públicas virtudes, permanecem vícios privados. Homens e mulheres iguais a nós em direitos e deveres foram espoliados dos seus direitos e explorados nos seus deveres. E, mais uma vez a este propósito recorro a uma frase atribuída a Winston Churchill: “Todas as grandes coisas são simples. E muitas podem ser expressas numa só palavra: liberdade; justiça; honra; dever; piedade; esperança.”
Quem são as empresas e os empresários que, de forma vergonhosa, nos colocam na rota da exploração do homem pelo homem e do tráfico de seres humanos? O Estado, além de nomear comissões e fazer estudos, o que fez de concreto nos últimos 10 anos a este respeito? O que correu mal, porquê e quem são os responsáveis, públicos e privados? E, posso concluir que hipocrisia supera o discurso do politicamente correto! “Não basta saber, é preferível saber aplicar. Não é o bastante querer, é preciso saber querer.” (Johann Goethe)
Assim como todos nós de certa forma, ontem e hoje, sem nos apercebermos somos colocados, queiramos ou não, na posição do príncipe de Maquiavel, já que parece claro que o que vemos hoje, e também ontem, é que a vida privada tomou cores que eram da vida pública, e para onde somos conduzidos para uma realidade sempre existente em que só podemos aprender aquilo que já sabemos mas não cremos aceitar que os “nossos olhos são a morada da vergonha, e onde o nosso caráter é o resultado da nossa conduta.” (Aristóteles). Porque cada um de nós está, em certa medida, na condição do Príncipe de Maquiavel: com mais liberdade do que nunca antes, mas também mais inseguro. Só vale olhar para trás para relembrar os grandes passos e arranjar inspiração e energia para os obstáculos do presente e do futuro. Com indignação. Todos juntos, partilhando o mesmo banco da vida. “Ninguém pretende que a democracia seja perfeita ou sem defeito. Tem-se dito que a democracia é a pior forma de governo, salvo todas as demais formas que têm sido experimentadas de tempos em tempos.”( Winston Churchill)
domingo, maio 09, 2021
“De outra forma, qual o sentido disto tudo?” (Anthony Hopkins)
“De outra forma, qual o sentido disto tudo?” (Anthony Hopkins)
Todos nós, por vezes, pensamos que as nossas palavras não correspondem às nossas ideias, trata-se de uma questão de interpretação, até porque na nossa imaginação, tudo pode caber numa mão: um sorriso, um carinho ou um segredo. Nestes tempos, como nos outros, quando nos sentimos bem e em paz com nós próprios, não há esconderijo para o medo. Temos que ter a consciência de que, como disse alguém, “o mundo é composto de mudança e que a única opção impossível é ficar no mesmo sitio”, ou como escreveu Luís de Camões: “Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, /Muda-se o ser, muda-se a confiança;/Todo o mundo é composto de mudança, /Tomando sempre novas qualidades.”
Nestes tempos que designamos por “tempos de pandemia” ensinou-nos grandes lições, e que agora não podemos fechar numa gaveta. Devemos, pelo contrário, prestar atenção e aprender com elas. Como disse Anthony Hopkins “quando temos uma certa idade não devemos pensar demasiado nas coisas”, e continua “nascermos é a grande patranha. Vivemos e depois morremos. Mel Blanc, o tipo que fez Bugs Bunny, disse, ‘That’s all folks!’ (Isso é tudo, pessoal!”.) Foi o seu epitáfio. Vivemos, coleccionamos coisas, pensamos que somos importantes e no fim tornamo-nos crianças outra vez.”
Por isso cada vez mais, e por cada dia que vai passando, sentimos que o mais importante, é manter algum sentido de humor e fazer com que as pessoas à nossa volta se vão rindo, sem deixar de olhar para as coisas que pensávamos serem muito importantes e podermos entender que não são tão importantes assim porque, mais tarde ou mais cedo, vamos todos morrer. E essa é a grande piada mais engraçada da nossa história e nos limites do “humor negro”. Como disse René Descartes:” “Não há nada que dominemos inteiramente a não ser os nossos pensamentos. Não existem métodos fáceis para resolver problemas difíceis.”
Talvez por isso seja melhor continuar a rir desta farsa ridícula, ou deste comportamento ardiloso que induz ao engano; a que chamamos viver a vida nestes tempos de pandemia. Temos de tentar manter sempre o nosso sentido de humor activo. Por norma, as pessoas levam-se demasiado a sério e tendem a achar que o humor tira alguma seriedade às pessoas e às situações. Mas é precisamente o contrário. Uma boa dose de humor alivia o stress, fomenta a criatividade e deixa os outros mais à vontade. Há inclusive estudos que explicam que as pessoas que têm um sentido de humor saudável e positivo tendem a ser vistas como mais agradáveis e mais confiáveis. Além de ser visto como um sinal de inteligência e um poderoso quebra-gelo. Como disse Ortega y Gasset: “Só é possível avançar quando se olha longe. Só é possível progredir quando se pensa grande. Caminhe lentamente, não se apresse, pois o único lugar ao qual tem que chegar é a si mesmo.”
sábado, maio 08, 2021
"A vida é o que fazemos e o que nos acontece."(Ortega y Gasset)
"A vida é o que fazemos e o que nos acontece."(Ortega y Gasset)
Hoje reparei que as pessoas na minha rua, rua onde se situa a moradia onde vivo há quase 40 anos, os meus vizinhos ainda praticam os usos e costumes de saudação: bom dia vizinho(a)!...Boa tarde…Boa noite! O mais interessante é que os mais jovens seguem estes exemplos – faz-nos sentir que afinal somos humanos, e que estes tempos nos ensinam sobre a vida! Na verdade, quando acordo de manhã, e começo a ler as noticias, sinto que as mesmas são sempre piores que as do dia anterior e, talvez por isso, hoje quando me interrogam.. como estou??? Não respondo que está tudo mal, mas também não digo que está tudo bem ….hoje a minha resposta é “estou como nos deixam estar” ou “estou vivo”!
Como estes tempos, que não são os nossos tempos, mudam as coisas, e se temos esperança que as coisas vão melhorar não nos devemos desgastar a pensar que vão piorar! “Nunca será tarde para buscar um mundo melhor e novo, se no empenho pusermos coragem e esperança. A pessoa que conserva a fé no passado não se assusta com o futuro.”(Ortega y Gasset)
Todos nós como seres humanos que somos , temos uma tendência natural para formar primeiro as nossas convicções e depois ir à procura dos argumentos que as justificam. Mas poucos fazemos isso com uma intensidade profunda de modo que que nunca seja tarde demais para nos reconciliarmos com o raciocínio lógico, nem para perceber que às vezes nos enganamos redondamente sobre o carácter de pessoas a quem “pretendemos” julgar ou interpretar o seu pensamento. “A cultura é uma necessidade imprescindível de toda uma vida, é uma dimensão constitutiva da existência humana, como as mãos são um atributo do homem.”(Ortega y Gasset)
Considerado como um dos livros mais importantes da última década - “Pensar, Depressa e Devagar “ de Daniel Kahneman, prémio Nobel da Economia em 2002, e um dos grandes especialistas mundiais em ciência cognitiva e nos processos de tomada de decisão, neste livro desenvolve a tese de que a nossa mente está dividida em dois sistemas: o Sistema um, que “opera automática e rapidamente, com pouco ou nenhum esforço” (daí o pensar depressa); e o Sistema dois, que “distribui a atenção pelas actividades mentais esforçadas que a exigem, incluindo os cálculos complexos” (daí o pensar devagar). Daniel Kahneman tem aplicado as suas teorias sobretudo à área da economia comportamental, e nunca se dedicou, que eu saiba, à análise do que é escrito na imprensa jornalística e do comentário político. No entanto, uma volumosa parte do seu livro é centrada no excesso de confiança e nos enviesamentos de percepção que a imprensa de hoje utiliza e manipula, ou tenta manipular a nossa maneira de pensar e de agir, pois como sabemos todas as nossas decisões tem sempre um fundo emocional por detrás e, somos levados a arriscar mais quando sentimos que vale a pena. “Não sei nada sobre como superar os outros. Só conheço a maneira de superar a mim mesmo. Enquanto se possa mexer, treine o corpo. Enquanto não se possa mexer, treine a mente.”(Código Samurai)
Não é nosso uso e costume discutir nem política nem futebol, para não exacerbar paixões desnecessariamente, porquanto prefiro manter os meus amigos (as) por perto, independentemente das suas convicções políticas ou futebolísticas, que geram não raro discussões muito agrestes, que quer sempre dispensar. No entanto quero deixar bem claro que esta é apenas e muito simplesmente uma chamada de atenção ao universo das minhas amizades para pensarem e agirem sempre com sensatez e não se deixarem ir ao sabor dos ventos do quadrante que sopra mais forte no momento e em determinado tempo. Diz a voz popular que “presunção e água benta cada um toma a que quer”, no entanto e, perseguindo o politicamente correcto, nem sempre é o mais avisado, por muito que as maiorias de influência se esforcem por inculcar na opinião pública, o que julgamos ser o mais correcto, por vezes não só nos enganamos, como somos enganados e erramos. “Não são as circunstâncias que decidem a nossa vida....É, pois, falso dizer que na vida «decidem as circunstâncias». Pelo contrário: as circunstâncias são o dilema, sempre novo, ante o qual temos de nos decidir. Mas quem decide é o nosso carácter.”(Ortega y Gasset)
segunda-feira, maio 03, 2021
"Thinking is a dialogue that we have with ourselves." (prof. Eduardo Lourenço)
"Thinking is a dialogue that we have with ourselves."
(prof. Eduardo Lourenço)
There are moments in our life that we “think” to have “certain things for granted”, the reality is that from one moment to the next “things are not quite like that”, everything vanishes at a glance, we more or less stay in that state we wanted catch the wind, or we thought we could catch the wind !!! And only Fernando Pessoa's “thought” remains: “Sometimes I hear the wind pass; and just hearing the wind pass, it’s worth being born. ”
Sometimes we find ourselves leafing through a newspaper, or a book in a methodical way, so as not to lose anything, but also not to waste time. Basically, we only read what interests us. Some time ago a friend taught me that the most important thing we should learn, when reading opinion articles in newspapers, or listening to on TV or any other method, is to always ask, (find out) “with whom does he (or she) ) is talking?" “Is it with the party guys? Is it with friends? Is it with the boss? etc". It's just that there is always someone that a writer addresses. There is always someone who wants to impress. It may be just one person. Attention: it is almost always just one person. That person may be the only person who is going to read the text - or he may not even read it, but just come to know that something has been written about it. ” And so to say, almost always what seems silly and factional, vehement and dogmatic or gullible and banal, becomes clear when you realize that, perhaps, it is a “kind” of message. Or maybe even a prayer. "We are time. To understand what we are is to understand the time that we are, what the outer time, the time of history, the time of society is in us." (prof. Eduardo Lourenço)
The problem with this blind faith in a false assumption is that people, such good and serious people, sometimes tend to lose their judgment. Here, the we-against-the-world disease has been going on for a few brave years and affects everyone equally. This condition tends to worsen over time. Sometimes it seems that it gets better, but it is a fever that always comes back bad luck can break our lives but intelligence can fix it and you, “a person who fell and that I have seen in the meantime, you are the owner of a force absolute and you have an intelligence that is inspiration and also your salvation - and if you are afraid in your path, because being afraid is not always cowardice because sometimes it is only intelligence, "reads Clarice Lispector twice:" At that time of the night I knew this great fright of being alive, having as sole support only the helplessness of being alive. Life was so strong that it was supported by helplessness ”.
“Pensar é um diálogo que temos connosco próprios." (prof. Eduardo Lourenço)
“Pensar é um diálogo que temos connosco próprios."
(prof. Eduardo Lourenço)
Há momentos na nossa vida que “julgamos” ter “determinadas coisas por garantidas”, a realidade é que de um momento para o outro as “coisas não são bem assim”, tudo se esfuma num ápice, mais ou menos ficamos naquele estado que queríamos apanhar o vento, ou julgávamos que podíamos apanhar o vento!!! E só nos resta “o pensamento” de Fernando Pessoa:” Às vezes ouço passar o vento; e só de ouvir o vento passar, vale a pena ter nascido.”
Por vezes damos por nós a folhear um jornal, ou um livro de uma forma metódica, para não perder nada, mas também para não perder tempo. No fundo só lemos o que nos interessa. Há algum tempo um amigo ensinou-me que a coisa mais importante que devemos aprender, ao ler artigos de opinião em jornais, ou ouvir nas tvs ou qualquer outro método, é perguntar sempre, (descobrir) “com quem é que ele (ou ela) está a falar?” “É com a malta do partido? É com os amigos? É com o patrão? etc”. É que há sempre alguém a que um articulista se dirige. Há sempre alguém que quer impressionar. Pode ser só uma pessoa. Atenção: é quase sempre uma só pessoa. Essa pessoa pode ser a única pessoa que vai ler o texto – ou pode até nem ler mas apenas vir a saber que se escreveu qualquer coisa nesse sentido.” E por assim dizer que, quase sempre aquilo que nos parece disparatado e faccioso, veemente e dogmático ou crédulo e banal, torna-se claro quando se percebe que, talvez, seja uma “espécie” de recado. Ou até talvez, uma prece. "Nós somos tempo. Compreender aquilo que nós somos é compreender o tempo que nós somos, aquilo que o tempo exterior, o tempo da história, o tempo da sociedade é em nós.” (prof. Eduardo Lourenço)
O problema desta fé cega num pressuposto falso é que as pessoas, as tais boas e sérias pessoas, tendem algumas vezes a perder o discernimento. Por cá, a doença do nós-contra-o-mundo já leva uns anos valentes e atinge todos por igual. Esta condição tende a agravar-se com o tempo. Às vezes parece que melhora, mas é uma febre que regressa sempre a má sorte pode partir-nos a vida mas a inteligência pode consertá-la e tu, “pessoa que caiu e que já vi entretanto de pé, tu és dona de uma força absoluta e tens uma inteligência que é inspiração e também a tua salvação - e se tiveres medo neste teu caminho, porque ter medo nem sempre é cobardia porque às vezes é somente inteligência,” lê duas vezes a Clarice Lispector: “Naquela hora da noite conhecia esse grande susto de estar viva tendo como único amparo apenas o desamparo de estar viva. A vida era tão forte que se amparava no próprio desamparo”.
sexta-feira, abril 23, 2021
"More than ideas, it is the interests that separate people. ”(Alexis de Tocqueville- writer and historian 1805-1859)
"More than ideas, it is the interests that separate people. ”(Alexis de Tocqueville- writer and historian 1805-1859)
In these times, and also in others, we do not even realize that the past must constantly prove that it existed. In reality everything that our memory does not retain (everyone complains about their lack of memory) or what has been forgotten, or even that did not exist, occupy the same place in our lives. As Alexis de Tocqville said: "When the past ceases to illuminate the future, people's minds wander through the darkness."
Whether we are attentive or not, there is a lot of reality walking around, perhaps and in general fragile, but carried only by a single person. If that person disappears, that whole reality disappears without appeal, there is no way to recover it, it is as if it had not existed, without the possibility of an alternative resource. Pay attention to the words of the writer Paulo Coelho. ” Behind the ice mask that people wear, there is a heart of fire. So whenever possible, be clear. But that your clarity is not the reason to hurt others. ”
We can conclude that to be assertive is to be coherent to the letter with what we think and feel, and to affirm it without appeal or grievance, without false moralisms or pity for anyone, just and only because we respect ourselves, being the immense truth, although no one has understood as a whole, we are not aware that anyone has complained about their lack of common sense, sometimes we really need to feel that we have, by not letting ourselves be imprisoned by a place, although there are times when we feel the need to be there, and we end up giving ourselves only to those who think like us, a big mistake we made because we created the false idea about what surrounds us. ” In this world there is no universal truth. The same truth can present different physiognomies. It all depends on the decipherments made through our intellectual, philosophical, cultural and religious prisms. ”(Dalai Lama)
In these times, and in general in all times, we have to have the perception, or even the feeling, that everyone has a purpose in this world and, in this sense, it is our duty to discover how we can collaborate to make life more prosperous and beautiful. , not only ours, but mainly that of all those around us! As Nelson Mandela said: “To be free is not just to take the chains off, but to live being able to respect and improve the freedom of others. After climbing a large mountain, it is discovered that there are many other mountains to climb ””
Mais que as ideias, são os interesses que separam as pessoas.”(Alexis de Tocqueville- escritor e historiador 1805-1859)
Mais que as ideias, são os interesses que separam as pessoas.”(Alexis de Tocqueville- escritor e historiador 1805-1859)
Nestes tempos, e também nos outros, nós nem nos apercebemos que o passado tem de provar constantemente que existiu. Na realidade tudo o que a nossa memória não retém (toda a gente se queixa da sua falta de memória) ou aquilo que foi esquecido, ou até que não existiu ocupam o mesmo lugar nas nossas vidas. Como disse Alexis de Tocqville : “Quando o passado deixa de iluminar o futuro, a mente das pessoas deambula pela escuridão” .
Quer estejamos atentos ou não, há muita realidade a passear-se por aí, porventura e no geral frágil, mas transportada apenas por uma única pessoa. Se essa pessoa desaparecer, toda essa realidade desaparece sem apelo, não existe meio de recuperá-la, é como se não tivesse existido, sem hipótese de um recurso alternativo. Atente-se nas palavras do escritor Paulo Coelho.” Por detrás da máscara de gelo que as pessoas usam, existe um coração de fogo. Por isso sempre que possível, seja claro. Mas que sua clareza não seja o motivo para ferir o outros.”
Podemos concluir que ser assertivo é ser coerente à letra com aquilo que pensamos e sentimos, e afirmá-lo sem apelo nem agravo, sem falsos moralismos nem pena de ninguém, apenas e somente porque nos respeitamos, sendo a verdade imensa, apesar de ninguém ter compreendido o seu todo, não nos consta que alguém se tenha queixado pela sua falta de bom senso, por vezes precisamos mesmo de sentir que temos, ao não nos deixarmos aprisionar por um lugar, embora haja momentos que sentimos a necessidade de lá estar, e acabamos por nos dar apenas com aqueles que pensam como nós, um grande erro que cometemos pois criamos a ideia falsa sobre o que nos rodeia.” Neste mundo não existe uma verdade universal. Uma mesma verdade pode apresentar diferentes fisionomias. Tudo depende das decifrações feitas através de nossos prismas intelectuais, filosóficos, culturais e religiosos.”(Dalai Lama)
Nestes tempos, e no geral em todos os tempos, temos que ter a percepção ou até o sentir, de que todas as pessoas têm um propósito neste mundo e, nesse sentido é nosso dever descobrir como podemos colaborar para tornar a vida mais próspera e bela, não somente a nossa, mas principalmente a de todos os que nos rodeiam! Com disse Nelson Mandela:” Ser livre não é apenas tirar as correntes, mas viver sendo capaz de respeitar e melhorar a liberdade dos outros. Depois de escalar uma grande montanha descobre-se que existem muitas outras montanhas para escalar””
quarta-feira, abril 21, 2021
Tudo pode acontecer já que é garantido que tudo acontece!
Tudo pode acontecer já que é garantido que tudo acontece!
Já li em qualquer lado que a clareza como vemos as coisas só se alcança quando as compreendemos completamente e genuinamente, na realidade os mitos são muitos, mas pior que os mitos são “aquelas coisas” em quem queremos acreditar, talvez por isso, devemos sempre recorrer à nossa memória e relembrar que nada acontece na vida por acaso, para tudo há um motivo e uma solução, como disse Winston Churchill: “Acabamos sempre por fazer a coisa certa, depois de esgotarmos todas as outras alternativas “.
“ E se…” que utilizamos, por vezes numa interrogação ou numa resposta, e talvez por isso haja quem diga que é sempre uma boa maneira de por a imaginação a funcionar…eu diria no entanto que talvez seja “uma melhor maneira de fugir de nós próprios”. Nos tempos apropriados acontece a todos os jovens que anseiam por ter tempo deles, como os adultos que faziam do seu tempo o que queriam, o que mais tarde descobrem que afinal não era assim. Todos mais tarde ou mais cedo, acabamos por concluir que as coisa acontecem, como disse Mia Couto "Onde nada se passa tudo pode acontecer", ou de outro modo no dizer de Henry Ford “Estar decidido, acima de qualquer coisa, é o segredo do êxito. O passado serve para evidenciar as nossas falhas e dar-nos indicações para o progresso do futuro. Por isso não encontre defeitos, encontre soluções. Qualquer um sabe queixar-se.”
Na vida nós passamos por momentos bons e momentos menos bons. Temos dias que não acordamos com muita motivação, e, por mais que nos esforcemos, parece que nada é, ou nos parece do jeito que deveria ser, como nesses momentos entendemos gostaríamos que fosse, de qualquer modo tem de haver uma diferença entre o humor desgovernado das redes sociais e a atitude de responsabilidade que cada um devemos assumir, tendo a percepção que os primeiros impulsos fazem toda a diferença. Foi apenas preciso mudar um pouco os caminhos de todos os dias para perceber que, afinal tudo continuava a acontecer como antes. Como disse Charlie Chaplin.” Bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é muito curta, para ser insignificante.”
Já li em qualquer lado que a clareza como vemos as coisas só se alcança quando as compreendemos completamente e genuinamente, na realidade os mitos são muitos, mas pior que os mitos são “aquelas coisas” em quem queremos acreditar, talvez por isso, devemos sempre recorrer à nossa memória e relembrar que nada acontece na vida por acaso, para tudo há um motivo e uma solução, como disse Winston Churchill: “Acabamos sempre por fazer a coisa certa, depois de esgotarmos todas as outras alternativas “.
“ E se…” que utilizamos, por vezes numa interrogação ou numa resposta, e talvez por isso haja quem diga que é sempre uma boa maneira de por a imaginação a funcionar…eu diria no entanto que talvez seja “uma melhor maneira de fugir de nós próprios”. Nos tempos apropriados acontece a todos os jovens que anseiam por ter tempo deles, como os adultos que faziam do seu tempo o que queriam, o que mais tarde descobrem que afinal não era assim. Todos mais tarde ou mais cedo, acabamos por concluir que as coisa acontecem, como disse Mia Couto "Onde nada se passa tudo pode acontecer", ou de outro modo no dizer de Henry Ford “Estar decidido, acima de qualquer coisa, é o segredo do êxito. O passado serve para evidenciar as nossas falhas e dar-nos indicações para o progresso do futuro. Por isso não encontre defeitos, encontre soluções. Qualquer um sabe queixar-se.”
Na vida nós passamos por momentos bons e momentos menos bons. Temos dias que não acordamos com muita motivação, e, por mais que nos esforcemos, parece que nada é, ou nos parece do jeito que deveria ser, como nesses momentos entendemos gostaríamos que fosse, de qualquer modo tem de haver uma diferença entre o humor desgovernado das redes sociais e a atitude de responsabilidade que cada um devemos assumir, tendo a percepção que os primeiros impulsos fazem toda a diferença. Foi apenas preciso mudar um pouco os caminhos de todos os dias para perceber que, afinal tudo continuava a acontecer como antes. Como disse Charlie Chaplin.” Bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é muito curta, para ser insignificante.”
quinta-feira, abril 15, 2021
"There are times when the greatest wisdom is to seem to know nothing." (Sun Tzu)
"There are times when the greatest wisdom is to seem to know nothing." (Sun Tzu)
In these times that are not ours, we feel that the days have “24 hours, of shorter duration”, and sometimes we feel that we need so many friends who have already left. Whether we like it or not we have to admit that we are very concerned with everything around us, but we still have some hope that it will be possible to improve the situation so that future generations can live in tolerant, solidary and peaceful societies, such as the words that Dr. Maria Barroso, left us: “I have not lost hope that we will improve our situation, just as I have not lost hope that Europe and the world will improve. Each of us must give a little bit of ourselves, the world can be improved. We must put the best of ourselves in shaping the minds of the youngest, heads that are constantly disturbed by the violence of our times. Television has a great influence - as Father António Vieira used to say, what enters through the eyes has more strength than what enters through the ears - but even so, I have faith. And the family is fundamental, that the youngsters believe in this and in the formation of peaceful and tolerant citizens who help us to walk on the right road ”.
So perhaps we can here recall Charles Baudelaire, an individualist, who interpretively assisted and reflected the society emerging from the French revolution, namely the restoration of the old norms by old and new actors and the use of the masses to reconstruct a society of privileges, in short, the “Manipulation of the masses” as today happens in a way adapted to the new media, but in the end the irrationality of the masses remains as well as the convenience of their manipulation to obtain the intended effects. Justice has nothing to do with this, the judicial system, as an instrument of politicians, has everything. "It cannot be marked exactly where an influence ends, but that influence will replace the entire generation that suffered it in their youth" (Charles Baudelaire)
“Há momentos em que a maior sabedoria é parecer não saber nada.” (Sun Tzu)
“Há momentos em que a maior sabedoria é parecer não saber nada.” (Sun Tzu)
Nestes tempos que não são os nossos, sentimos que, os dias tem “24 horas, de menor duração”, e por vezes sentimos que nos fazem falta tantos amigos que já partiram. Quer queiramos quer não temos de admitir que estamos muito preocupados com tudo o que nos rodeia, mas ainda temos alguma esperança de que seja possível melhorar a situação para que as gerações futuras possam viver em sociedades tolerantes, solidárias e pacíficas, tal como as palavras que a Dra Maria Barroso, nos deixou: “Não perdi a esperança de que melhoremos a nossa situação, como não perdi a esperança de que a Europa e o mundo melhorem. Cada um de nós deve dar um bocadinho de si próprio, o mundo pode ser melhorado. Devemos colocar o melhor de nós na formação das mentes dos mais jovens, cabeças que são constantemente perturbadas pela violência dos nossos tempos. A televisão tem uma grande influência – como dizia o Padre António Vieira, o que entra pelos olhos tem mais força do que aquilo que entra pelos ouvidos –, mas mesmo assim tenho fé. E a família é fundamental, que os mais jovens acreditem nisso e na formação de cidadãos pacíficos e tolerantes que nos ajudem a caminhar na estrada certa”.
Assim talvez podemos aqui relembrar Charles Baudelaire, um individualista, que assistia e reflectia interpretativamente a sociedade saída da revolução francesa, nomeadamente a recomposição das velhas normas por velhos e novos actores e a utilização das massas para reconstituir uma sociedade de privilégios, em resumo, a “manipulação das massas” como hoje acontece de forma adaptada aos novos meios, mas no fundo a irracionalidade das massas mantem-se assim como a conveniência da sua manipulação para obter os efeitos pretendidos. A justiça não tem nada a ver com isto, o sistema judicial, como instrumento dos politicos tem tudo. "Não pode marcar-se exactamente onde termina uma influência, mas essa influência substituirá em toda a geração que a sofreu na juventude" (Charles Baudelaire)
quarta-feira, abril 14, 2021
“Não é preciso ter olhos abertos para ver o sol, nem é preciso ter ouvidos afiados para ouvir o trovão. Para seres vitorioso precisas de ver o que não está visível.” (Sun Tzu)
“Não é preciso ter olhos abertos para ver o sol, nem é preciso ter ouvidos afiados para ouvir o trovão. Para seres vitorioso precisas de ver o que não está visível.” (Sun Tzu)
Tenho uma clara percepção que estes tempos que passamos não são os “nossos tempos”, talvez por isso tenho de relembrar esta frase da Dra Maria Barroso:“Só penso no passado para ver o que não fiz e ainda posso fazer. Gosto de me projectar no futuro, de ajudar os mais novos e de seguir o que se passa, o que se diz, o que se pensa.”
Acabei de ler um texto excelente e lúcido. Aqueles que andam para aí a rasgar as vestes com a decisão instrutória anunciada na sexta-feira deveriam ler este texto e meditar sobre o seu conteúdo. Também aconselho uma leitura de um pequeno livro de Antero de Quental. “As Causas da Decadência dos Povos Peninsulares nos Últimos Três Séculos”.
“Num Estado de direito, as discordâncias entre juízes têm recurso para tribunal superior. É o que está a acontecer. Não é o povo que não compreende isto — são os comentadores e políticos que fazem por não entender, para não terem de explicar. Não têm qualquer necessidade de partir do princípio de que “o povo não percebe” a diferença de opinião entre dois juízes. E se acham mesmo que o povo acha isso, a vossa obrigação é perguntar se não será mais ao contrário — se não serão muito mais perigosos aqueles regimes em que todos os juízes acham o mesmo. Caso contrário, não é o teatro que está em fogo — são vocês os incendiários. Não é regime que está a morrer — são vocês os coveiros. Aliás, estou fora de moda. Confesso que gosto bastante deste regime. É o mais democrático que o país já teve. Em breve será mais duradouro do que a ditadura que o antecedeu. No que depender de mim, por muitos anos. Foi este regime que permitiu a milhões de miúdos como eu, que tiveram a sorte de com ele nascer, sem virem de famílias “de bem” ou “de posses”, simplesmente viver em liberdade e correr mundo e estudar e escrever à vontade sem irem parar com os costados a uma guerra colonial ou uma enxovia numa prisão qualquer. Não vou em cantigas de uma “quarta república” quando para mim esta é apenas a Segunda República (que o Estado Novo nunca foi nem quis ser) e do que sei do fim da Primeira, conversas sobre acabar com diferenças de opiniões, na justiça ou na política, acabam sempre mal.(Rui Tavares- https://www.publico.pt/2021/04/14/opiniao/noticia/ena-tantos-coveiros-regime-1958433)
quinta-feira, abril 01, 2021
“Life is wonderful if you are not afraid of it” (Charles Chaplin)
“Life is wonderful if you are not afraid of it” (Charles Chaplin)
To achieve our goals of living life, we cannot be afraid to fight, because our life is a daily struggle, and perhaps that is why there is a popular saying that, “never let the sorrows of the past and the uncertainties of the future spoil the joys of the present.” Scientist-researchers have been studying the impact of the so-called “uncertainty principle” for years - and trying to define what uncertainty really is, given not only the existence that uncertainty implies in human conduct, but also how it affects decision-making ! I myself am for uncertainty as Keynes defined it - "who considered uncertainty as an absence of certain numerical probabilities". That will be like someone who says - we are not sure of anything, we are sure that the future can be uncertain, always having uncertainties about our doubts. As Paulo Coelho said, “the universe always helps us to fight for our dreams. Because they are our dreams, and only we know how much it costs us to dream them ... ”In fact, on several occasions, this idea has occurred to me in these pandemic times, where uncertainty has settled in our lives, increasing our our anxiety levels, although in the area of psychology some defenders, perhaps, for the sake of survival, are led to believe that “they can be more certain about reality, than those that are assumed, about the existing reality”, which in a way, it makes it difficult to manage anxiety in these times when there is much more that is not known than what is known. “The awareness of complexity makes us understand that we will never be able to escape from uncertainty and that we will never be able to have total knowledge - totality is the non-truth.” (Edgar Morin) Now it is precisely for scientists and researchers that uncertainty is precisely what starting point - which is why they have been, above all, the face of serenity in these turbulent times. While politicians make decisions pressured by public opinion, scientists call for calm and patience and the memory that nothing is "discovered", no problem is solved without first going through a "period of darkness". “The art of listening is like a light that dispels the darkness of ignorance. Everything we do has an effect, it has an impact. Cultivating positive mental states like generosity and compassion definitely leads to better mental health and happiness. ”(Dalai Lama) Perhaps that is why we need to face the coming times with great courage, which still promise us many doubts and uncertainties along the way, even find the solution even if everything seems very dark around us. We borrow words from Barack Obama, even if used in another context - remember that before us, many have already come, that out of nowhere, have found a solution - and we must find encouragement and hope that this will happen again !. "We choose hope over fear. We see the future not as something out of control, but as something that we can shape for the better through a combined and collective effort." Barack Obama - UN General Assembly in 2013
“A vida é maravilhosa se não se tem medo dela” (Charles Chaplin)
“A vida é maravilhosa se não se tem medo dela” (Charles Chaplin)
Para alcançar os nossos objectivos de viver a vida, não podemos ter medo de lutar, porque a nossa vida é uma luta diária, e talvez por isso há um ditado popular de que, “nunca deixe que as tristezas do passado e as incertezas do futuro estraguem as alegrias do presente.”
Há anos que os cientistas-investigadores estudam o impacto do chamado “principio da incerteza” – e tentam definir o que é de facto a incerteza, dado não só a existência que a incerteza implica nas condutas humanas, mas também como afecta as tomadas de decisões! Eu por mim sou pela incerteza como a definiu Keynes – “que considerou a incerteza como uma ausência de probabilidades numéricas determinadas” . Que será como quem diz – não temos a certeza de coisa alguma, temos a certeza de que o futuro pode ser incerto, tendo sempre incertezas sobre as nossas dúvidas. Como disse Paulo Coelho, “o universo sempre nos ajuda a lutar por nossos sonhos. Porque são os nossos sonhos, e só nós sabemos o quanto nos custa sonhá-los...”
Na verdade, por diversas vezes, esta ideia tem-me ocorrido nestes tempos de pandemia, onde a incerteza se instalou nas nossas vidas, aumentando os nossos níveis de ansiedade, embora na área da psicologia alguns defensores, talvez , por uma questão de sobrevivência, são levados a acreditar que “podem ter mais certezas sobre a realidade, do que aquelas que são assumidas, sobre a realidade existente”, o que de certo modo, dificulta o caminho na gestão das angústias nestes tempos em que é muito mais o que não se sabe do que aquilo que se sabe.
“A consciência da complexidade nos faz compreender que não poderemos escapar jamais da incerteza e que jamais poderemos ter um saber total - a totalidade é a não verdade”.(Edgar Morin)
Ora é precisamente para os cientistas e investigadores que a incerteza é precisamente o ponto de partida – e é por isso que tem sido eles sobretudo o rosto da serenidades nestes tempos de muita turbulência que vivemos. Enquanto os políticos tomam decisões pressionados pela opinião publica, os cientistas apelam à calma e à paciência e à memória de que nada se “descobre”, nenhum problema se resolve sem antes passar por um “período de escuridão”.
“A arte de escutar é como uma luz que dissipa a escuridão da ignorância. Tudo o que fazemos produz efeito, causa algum impacto. Cultivar estados mentais positivos como a generosidade e a compaixão decididamente conduz a melhor saúde mental e a felicidade.”(Dalai Lama)
Talvez por isso precisamos de enfrentar com muita coragem os próximos tempos, que ainda nos prometem muitas dúvidas e incertezas pelo caminho, até encontrar a solução mesmo que tudo nos pareça ainda muito escuro à nossa volta.
Pedimos palavras emprestadas a Barack Obama, ainda que usadas noutro contexto – lembremo-nos que antes de nós, já vieram muitos, que do nada, encontraram uma solução – e nós devemos encontrar animo e esperança que tal volte a acontecer!. "Nós escolhemos a esperança em vez do medo. Nós vemos o futuro não como algo fora de controle, mas como algo que podemos moldar para melhor por meio de um esforço combinado e colectivo." Barack Obama -Assembleia Geral da ONU em 2013
segunda-feira, março 29, 2021
“The only certainty is that I doubt it! And if I doubt it, I think, and if I think right away I exist. ”(René Descartes)
Times have changed, every time I meet a young man, who seems to me to be familiar, I no longer ask him whose son he is, but whose grandson he is? These are times that are not "our times", among other changes, a new type of silence has settled in our daily lives. We all feel that even the air looks cleaner! The birds, who prefer quietness, venture further into places they had never met before. It even gives us the impression that, more or less, this “happens to everyone” - because it does and there is no escape from our inexorable languishing - is that a certain tiredness descends on people who report vivid dreams. Others struggle to sleep. As Paulo Coelho said, “The world is in the hands of those who have the courage to dream and take the risk of living their dreams.” This sudden change weighs on all of us and our minds are already fumbling, revolving around our new reality with the heavy slowness of a cruise ship. Perhaps this is why "we look at ships", when you wait a lot for something, but then something happens to the contrary. It is legitimate, albeit wrong, to think that there will certainly be things that seem less, shall we say, institutionally boring and not so worthy of people's mental health. And that is perhaps why we must keep these Buddha's teachings in mind. ” The secret of mental and bodily health is not to mourn the past, not to worry about the future, nor to get ahead of problems, but to live knowingly and seriously the present. ” In this new reality, we have to “give a helping hand” because our lives are short, and in view of the various studies that have shown that, over the course of a year of confinement, people's mental health has been seriously impaired throughout the world . “A dream dreamed alone is a dream. A dream dreamed together is reality. We will strongly hope that one day we will be able to say that we are cured, and that, by curing ourselves, we will have cured the world. ”(Yoko Ono) Today, in our understanding, there are only three possible endings to this whole story : a new wave or another pandemic outbreak, the containment of it or even its elimination. But, on second thought, if the first happens, it will be terrible. The latter was very good, considering all things. None of them is guaranteed? Perhaps the time has come to "see things in pink", this is a way of looking at the world from a point of view, which some consider unduly cheerful, in the optimistic or favorable sense in the hope of better days. ” Hope is the dream of the waking man. Culture is the best comfort for old age. The wise man never says everything he thinks, but he always thinks everything he says. ”(Aristotle)
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