quinta-feira, fevereiro 19, 2026

"¡Conócete a ti mismo!" (Sócrates, el filósofo) ¡antes de que sea demasiado tarde!

"¡Conócete a ti mismo!" (Sócrates, el filósofo) ¡antes de que sea demasiado tarde! Esta frase, inscrita en el Templo de Apolo en Delfos, tiene un origen antiguo y un profundo significado que resuena hasta nuestros días, donde muchas personas parecen desconocerse. Un día de estos nos despertamos y nos damos cuenta de que nunca, o rara vez, nos hemos hecho preguntas como: "¿Quién soy? ¿Qué considero más importante? ¿Qué me gusta? ¿Qué necesitamos?". En realidad, casi todos, casi todos los días de nuestra vida, creamos expectativas sobre algo. Sobre alguien, sobre un trabajo que hicimos, sobre una relación, sobre un logro que nos gustaría recibir, sobre la propuesta de matrimonio que idealizamos durante toda la vida, sobre lo que nos gustaría oír, lo que nos gustaría que nos dijeran, tal como lo soñamos, línea por línea, como si la otra persona pensara igual que nosotros. William Shakespeare ya dijo que "nuestras dudas son traidoras y nos hacen perder lo que a menudo podríamos ganar, simplemente porque tenemos miedo de arriesgarnos". Algunos dicen, y tienen toda la razón, que necesitamos, cada día, reducir las expectativas que se han creado para nosotros, o que creamos para nosotros mismos, para comprender que no escucharemos de la otra persona la frase exacta que esperamos escuchar, que el mérito no siempre será reconocido, y que a veces todo esto llega, pero a la manera de la otra persona, porque para cada persona cada palabra tiene un significado y un peso diferentes, y todo esto está relacionado con lo que cada persona ha vivido o está viviendo, la intensidad, el período y lo que ha visto del mundo mientras vivió o vivió. Haz lo que sea necesario para ser feliz. Pero no olvides que la felicidad es un sentimiento simple; puedes encontrarla y dejarla ir sin darte cuenta de su simplicidad. (Martha Medeiros) Todos los días nos convencemos de que las cosas deberían ser como queremos y creemos. Incluso fantaseamos con las "cosas" que nos gustaría que nos dijeran. El problema es que todas estas expectativas se construyeron con nuestro cerebro, el que nos acompaña desde que nacimos, tan único y personal, tan basado en lo que hemos visto y conocido del mundo, que no es la totalidad, ¡pero creemos que lo es! "Ningún sueño se puede contar". "Se necesitaría un lenguaje soñado para que la ensoñación fuera transmisible". (Mia Couto) No tenemos duda de que, siempre que creamos expectativas, también preparamos el terreno para la frustración. Para frustrarse menos, quizá sea mejor reducir las expectativas cada día, en cuanto te despiertas. Ten planes a medio plazo, sí (porque los planes a largo plazo son imposibles), pero vive el día a día. Haz lo mejor que puedas, pero no lo pongas todo en lo que piensas o sueñas. Vive tu vida mientras esperas la respuesta; Recuerda siempre que nadie puede pensar exactamente como tú, y que, solo por eso, nada será exactamente como deseas: aprende a valorar la forma de expresarse de la otra persona, ya que las reacciones pueden ser muy diferentes para cada persona. De esta manera, sufrirás menos, porque si las expectativas no son altas, te sorprenderás cuando la respuesta sea positiva o cercana a lo que deseas. Pero siempre debemos tener presente lo que escribió el escritor Gabriel García Márquez: «Un minuto de reconciliación vale más que toda una vida de amistad».

"Know thyself!" (Socrates the philosopher) before it's too late!

"Know thyself!" (Socrates the philosopher) before it's too late! This phrase, inscribed on the Temple of Apollo at Delphi, has an ancient origin and a profound meaning that resonates to this day, where many people seem unaware of themselves. One of these days we wake up and realize that we have never, or rarely, asked ourselves questions such as, "Who am I? What do I consider most important? What do I like? What do we need?" In reality, almost all of us, on almost every day of our lives, create expectations about something. About someone, about a job we did, about a relationship, about an achievement we would like to receive, about the marriage proposal we spend our lives idealizing, about what we would like to hear, what we would like to be told, exactly as we dreamed, line by line, as if the other person had the same mind as us. William Shakespeare already said that, "our doubts are traitors and make us lose what we could often win, simply because we are afraid to take risks." Some say, and they are absolutely right, that we need, every day, to lower the expectations that have been created for us, or that we create for ourselves, to understand that we won't hear from the other person the exact phrase we expect to hear, that merit won't always be recognized, and that sometimes all of this does come, but in the other person's own way, because for each person each word has a different meaning and weight, and all of this is related to what each person has lived or is living, the intensity, the period, and what they have seen of the world while living or have lived. Do whatever it takes to be happy. But don't forget that happiness is a simple feeling; you can find it and let it go without realizing its simplicity.” (Martha Medeiros) Every day we make ourselves believe that things should be as we want and believe. We even daydream about the “things” we would like others to tell us. The problem is that all these expectations were built with our brain, the one that has been with us since we were born, so unique and personal, so based on what we have seen and known of the world, which is not the whole, but we think it is! "No dream can be told. "It would take a dreamed language for the reverie to be transmissible." (Mia Couto) We have no doubt that whenever we create expectations, we also prepare the ground for frustration. To be less frustrated, it might be better to lower your expectations every day, as soon as you wake up. Have medium-term plans, yes (because long-term plans are impossible), but live one day at a time. Do your best, but don't put everything into what you think or dreamed. Go live your life while waiting for the answer; always remember that no one can think exactly like you, and that, for that reason alone, nothing will be exactly as you long for it to be: learn to value the other person's way of expressing themselves, as reactions can be very different for each person. And, in this way, you will suffer less, because if expectations are not high, you will be surprised when the answer is positive or close to what you would like. But we should always keep in mind what the writer Gabriel García Márquez wrote: "A single minute of reconciliation is worth more than a lifetime of friendship."

“Conhece-te a ti mesmo!”,(Sócrates o filósofo) antes que seja demasiado tarde !

“Conhece-te a ti mesmo!”,(Sócrates o filósofo) antes que seja demasiado tarde ! Esta frase, inscrita no Templo de Apolo em Delfos, tem uma origem antiga e um significado profundo que ressoa até aos nossos dias, onde, muita gente parece não ter consciência de si mesmo. Um dia destes acordamos e damos conta da inexistência ou que foi raro fazermos perguntas, tais como, “Quem sou eu? O que considero mais importante? Do que gosto? Do que precisamos?” Na realidade toda, ou quase toda, a gente, em quase todos os dias das nossas vidas, criamos expectativas sobre alguma coisa. Sobre alguém, sobre um trabalho que fizemos, sobre um relacionamento, sobre um mérito que gostaríamos de levar, sobre o pedido de namoro ou casamento que passamos a vida idealizando, sobre o que gostaríamos de ouvir, que gostaríamos que nos dissessem, exactamente como sonhamos, linha por linha, como se o outro tivesse a mesma cabeça que a nossa. Já dizia William Shakespeare que, “as nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o que, com frequência, poderíamos ganhar, por termos o simples medo de arriscar.” Há quem diga, e tem toda a razão, que precisamos, todos os dias, de uma redução das expectativas que nos foram criadas, ou que nós criamos a nós próprios, de compreender que não vamos ouvir do outro aquela frase exacta que esperamos ouvir, que nem sempre o mérito será reconhecido e que, às vezes, tudo isso vem sim, mas de um jeito próprio do outro, porque para cada pessoa cada palavra tem um significado e um peso diferente e tudo isso está relacionado com o que cada um viveu ou vive, a intensidade, o período e o que ela já viu sobre o mundo enquanto vive ou viveu.” Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade.”(Martha Medeiros) Todos os dias fazemos nós mesmos acreditar que as coisas deveriam ser como queremos e acreditamos. Chegamos a ter devaneios até sobre as “coisas” que gostaríamos que o outro nos dissesse. O problema é que todas essas expectativas foram construídas com o nosso cérebro, este que nos acompanha desde que nascemos, tão próprio e único, tão baseado no que vimos e conhecemos do mundo, que não é o todo, mas pensamos que sim! "Nenhum sonho se pode contar. Seria preciso uma língua sonhada para que o devaneio fosse transmissível."( Mia Couto) Não temos dúvidas, que sempre que criamos expectativas, também preparamos o terreno para termos frustrações. Para se frustrar menos, todos os dias talvez seja melhor fazer uma redução de expectativas, assim que acordar. Tenha planos a médio prazo sim (porque a longo, é impossível), mas viva um dia de cada vez. Faça o melhor, mas não deposite tudo naquilo que pense ou sonhou. Vá viver a sua vida enquanto a resposta não vem, sempre deve lembrar-se que ninguém pode pensar exactamente como a sua cabeça e que, só por isso, nada será exactamente como anseia que seja: aprenda a valorizar o jeito do outro se expressar, as reações podem ser bem diferentes para cada pessoa. E, assim, sofrerá menos, porque se as expectativas não forem altas, vai-se surpreender quando a resposta for positiva ou próxima do que gostaria. Mas devemos ter sempre presente o que o escritor Gabriel García Márquez escreveu: “Um único minuto de reconciliação vale mais do que toda uma vida de amizade.”

quinta-feira, fevereiro 05, 2026

Para exigir tem que se ser exemplar!

Para exigir tem que se ser exemplar! Há uma ditado popular que diz que “só podemos exigir aos outros aquilo que cumprimos!” Se os pais para exigirem aos filhos tem que ser um exemplo para eles, se um governo para exigir aos cidadãos tem que ser exemplar no cumprimento da lei, isto é, uma completa hipocrisia estar a exigir aos outros o que não se pratica! Tudo isto a propósito das estradas municipais inundadas por não terem as valetas ou será que as causas são os agricultores que “tiraram as valetas e até as linhas de água!” Na verdade e na realidade não só os agricultores acabaram com as “valas de água” pelas suas terras e arrasaram as valetas das estradas, como as câmaras municipais agora alcatroam estradas sem valetas!!!!Esquecendo do provérbio popular: "Para exigir o máximo dos outros, precisamos de ser o exemplo." E aqui chegámos ao dia de hoje, parecemos que estamos desnorteados, confusos, com dificuldades em resolver um problema ou sem saber o que fazer, isto é parece que “andamos todos aos papeis!” Se assim for e se tem andado aos papéis, pare um pouco e… pense nisto. Em suma, “a integridade de uma exigência reside na capacidade de quem a faz em cumpri-la primeiro.”

quarta-feira, fevereiro 04, 2026

Are our memories real or just an illusion?

Are our memories real or just an illusion? I'm from a time when politicians who lied and swore were still forced to resign, but that's no longer the case! (and it wasn't that long ago…!) that age is another story, because history is always life, regardless of duration, perhaps that's one of the reasons why our memories always seem to be oriented towards the past and not the future. That's why Jorge Luis Borges (Argentine writer) said that "physics suggests that consciousness can be sustained by memories that do not necessarily correspond to a real past." Someone exemplified it as a "time arrow"—that is, we all go through moments of having a "feeling" that time flows from the past to the future—it's a long-standing mystery, both in physics and philosophy. As far as we know, many physical laws are symmetrical in time, but we experience time as moving forward. "Reality is merely an illusion; albeit a very persistent one." (Albert Einstein). Believe me, I have some very personal reasons for writing this post. People's true colors appear when they are not in the spotlight. Unfortunately, some friends are about to click "like" or rather "thumbs up," but they don't really read because they take a long time to read this "writing," and when they see that it's long, they skip it. But, "they forget what Albert Einstein said: 'If, at first, an idea is not absurd, then there is no hope for it. Imagination is more important than knowledge, because knowledge is limited, while imagination encompasses the entire world.'" The phrase "Growing old is the only way to live a long time," often attributed to Charles Saint-Beuve or to Albert Camus' poem, reflects the inevitability of the passage of time as a condition for longevity. This perspective sees aging not as a loss, but as a natural process of accumulating experience, wisdom, and maturity, overcoming the obsession with youth. "Growing old is the only way to live a long time." Many people don't reach eighty because they waste too much time trying to stay in their forties. We all wish to reach old age and we all deny that we have arrived. I don't understand this about years: that it is good to live them, but not to have them.” (Albert Camus)

As nossas memórias são reais ou serão apenas uma ilusão?

As nossas memórias são reais ou serão apenas uma ilusão? Sou do tempo em que os políticos que mentiam e insultavam ainda eram obrigados a demitir-se, hoje já não é assim! ( e não foi assim há tanto tempo…!) que a idade é outra história, pois a história é sempre a vida, não relevando a duração, talvez seja uma das razões pela qual as nossas memórias parecem estar sempre orientadas para o passado e não para o futuro. Por isso, é que talvez Jorge Luis Borges,(escritor argentino) disse que “a física sugere que a consciência pode ser sustentada por memórias que não correspondem necessariamente a um passado real.” Alguém exemplificou como uma “flecha do tempo” — isto é, todos nós passamos por momentos de ter uma “sensação” de que o tempo flui do passado para o futuro — é um mistério de longa data, tanto na física quanto na filosofia. Tanto quanto se sabe muitas leis físicas são simétricas no tempo, mas nós experimentamos o tempo como o mesmo a mover-se para a frente. “A realidade é meramente uma ilusão; apesar de ser uma ilusão muito persistente.”(Albert Einstein). Acreditem que tenho alguns motivos muito pessoais para escrever este post. As verdadeiras cores das pessoas aparecem quando não há foco nelas. Infelizmente, alguns amigos estão prestes a clicar em "curtir"ou melhor por um “gosto”, mas eles realmente não leem porque demoram para ler este “escrito” e, quando veem que é longo, pulam daqui. Mas, “esquecem-se como disse Albert Einstein:“ Se, a princípio, uma ideia não é absurda, então não há esperança para ela. A imaginação é mais importante que o conhecimento, porque o conhecimento é limitado, ao passo que a imaginação abrange o mundo inteiro.” A frase "Envelhecer é o único meio de viver muito tempo", frequentemente atribuída a Charles Saint-Beuve ou ao poema de Albert Camus, reflete a inevitabilidade da passagem do tempo como condição para a longevidade. Esta perspectiva encara o envelhecimento não como uma perda, mas como um processo natural de acumulação de experiência, sabedoria e amadurecimento, superando a obsessão pela juventude. “Envelhecer é o único meio de viver muito tempo. Muitas pessoas não chegam aos oitenta porque perdem muito tempo, tentando ficar nos quarenta. Todos desejamos chegar à velhice e todos negamos que tenhamos chegado. Não entendo isso dos anos: que, todavia, é bom vivê-los, mas não tê-los.”(Albert Camus)

sexta-feira, janeiro 30, 2026

é pena que no recordemos o que no tengamos memoria!

Qué pena que no recordemos o que no tengamos memoria! Lo más interesante no es el contraste entre lo que nos queda y lo que hemos dejado, sino cómo cada uno de nosotros carga con lo que nos sucede. Vivimos en tiempos en los que algunos, muchos, dicen alto y claro: «Sé que algunos lo hacen «silenciosamente», es decir, discretamente, ¡o en silencio, sin llamar la atención!». ¡Qué pena que no recordemos o, como dicen, que «no tengamos memoria»! Como dijo José Saramago: «Estamos destruyendo el planeta, y el egoísmo de cada generación no se molesta en preguntar cómo vivirán los que vengan después. Lo único que importa es el triunfo del presente. Eso es lo que yo llamo la ceguera de la razón». Algunos dicen que lo que queda del «conocimiento en nuestra memoria» es lo que ocurre después de olvidar todo lo aprendido. A esta afirmación, considerada de gran sabiduría, solo cabe responder: "¿Qué podemos hacer?". Decir que lo que queda cuando olvidamos lo aprendido en la escuela es una glorificación fascista del olvido. Incluso Einstein lo dijo. Pero lo dijo sin decir dónde había leído esta idea —¿quizás la olvidó?— y el resultado es que mucha gente la atribuye al propio Einstein, o mejor dicho, como dijo Friedrich Nietzsche: "La ventaja de tener mala memoria es disfrutar de las mismas cosas buenas muchas veces como si fuera la primera vez". A veces dejamos de lado lo que no nos interesa para aferrarnos a lo que nos parece verdaderamente importante; es como decir o afirmar: "¡No sabemos por qué olvidamos algunas cosas y no otras!". Pero una cosa es cierta: "A veces, o a menudo, olvidamos cosas hermosas y buenas que habría sido agradable recordar, o recordamos cosas feas y aburridas que sería un alivio olvidar". Nos engañamos al pensar que siempre habrá una nueva oportunidad, pero el mundo da muchas vueltas y no siempre, o casi nunca, vuelve al mismo lugar, por eso debemos tener memoria, y como dijo Walt Disney: «Y así, después de esperar mucho tiempo, un día como cualquier otro, decidí no esperar oportunidades, sino ir a buscarlas yo mismo. Decidí ver cada problema como una oportunidad para encontrar una solución. Y desde entonces, he aprendido que los sueños existen para hacerse realidad».

It's a shame we don't remember or don't have a memory!

It's a shame we don't remember or don't have a memory! What's most interesting isn't the contrast between what's stayed with us and what's been left behind, but the way each of us carries what's happening to us. We live in times that some, many, say loud and clear, I know some do it "quietly," that is, they do it discreetly, or silently without drawing attention! It's a shame we don't remember or, as they say, "don't have a memory"! As José Saramago said: “We are destroying the planet, and the selfishness of each generation doesn't bother to ask how those who come after will live. The only thing that matters is the triumph of the present. That's what I call the 'blindness of reason'.” Some say that what remains of “knowledge in our memory” is what happens after we forget everything we learned. To this statement, which is considered to be of great wisdom, one only wants to respond: "What can we do..." To say that what remains when we forget what we learned in school is a fascist glorification of forgetfulness. Even Einstein said that. But he said it without saying where he had read this idea – perhaps he forgot? – and the result is that many people attribute the idea to Einstein himself, or rather, as Friedrich Nietzsche said: "The advantage of having a terrible memory is enjoying the same good things many times as if it were the first time." Sometimes we set aside what doesn't interest us so that we can cling to what seems truly important to us; it's like saying or affirming that "We don't know why we forget some things and not others!" But one thing is certain: "Sometimes, or often, we forget beautiful and good things that it would have been nice to remember, or we remember ugly and boring things that it would be a relief to forget." We deceive ourselves when we think there will always be a new opportunity, but the world turns many times and doesn't always, or almost never, return to the same place, so we must have a memory, and as Walt Disney said, "And so, after waiting a long time, on a day like any other, I decided not to wait for opportunities but to go and find them myself. I decided to see each problem as an opportunity to find a solution. And since that time, I have learned that dreams exist to become reality."

É uma pena não nos lembrarmos ou não termos memória!

É uma pena não nos lembrarmos ou não termos memória! O que é mais interessante não é o contraste entre o que ficou connosco e o que ficou pelo caminho, mas a maneira como cada um de nós transporta o que nos vai acontecendo. Vivemos tempos que alguns muitos, dizem alto e bom som, bem sei que alguns é em “surdina”, isto é, fazem-no discretamente, ou em silêncio sem chamar a atenção! É uma pena não nos lembrarmos ou como quem diz “não termos memória”! Como disse José Saramago: ”Estamos a destruir o planeta e o egoísmo de cada geração não se preocupa em perguntar como é que vão viver os que virão depois. A única coisa que importa é o triunfo do agora. É a isto que eu chamo a «cegueira da razão”. Alguns dizem, o que fica do “saber na nossa memória” é depois de nos termos esquecido de tudo o que aprendemos. A esta afirmação, que passa por ser de grande sabedoria, só apetece responder: "Que remédio..." Dizer que o que nos sobra quando nos esquecemos do que aprendemos na escola é uma glorificação fascista do esquecimento. Até Einstein o disse. Mas disse-o sem dizer onde tinha lido essa ideia – se calhar esqueceu-se? – e o resultado é que muita gente atribui a ideia ao próprio Einstein ou melhor como disse Friedrich Nietzsche: "A vantagem de ter péssima memória é divertir-se muitas vezes com as mesmas coisas boas como se fosse a primeira vez." Por vezes pomos de parte o que não nos interessa, para nos podermos agarrar ao que nos parece realmente importante, é como dizer ou afirmar que “sabemos lá porque é que nos esquecemos de algumas coisas e de outras não!” Mas uma coisa é certa: “por vezes ou muitas vezes esquecemo-nos de coisas bonitas e boas, que teria sido bom poder recordar, ou e lembramo-nos de coisas feias e aborrecidas que seria um alívio poder esquecer.“ Enganamo-nos quando pensamos que sempre haverá uma nova oportunidade, mas o mundo dá muitas voltas e nem sempre, ou quase nunca volta ao mesmo lugar, por isso devemos ter memória, e como Walt Disney disse .” E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi não esperar as oportunidades e sim, eu mesmo ir buscá-las. Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução. E desde esse tempo, aprendi que os sonhos existem para tornarem-se realidade. E desde aquele dia já não durmo para descansar... simplesmente durmo para sonhar.”