sexta-feira, agosto 16, 2013

JUNTOS PODEMOS CONSEGUIR FAZER MAIS E MELHOR!

 

MICA2013-Movimento Independente Concelho Almeirim

2206 eleitores subscreveram as nossas candidaturas

Caros(as) Amigos(as),

Ao concluirmos a fase da entrega das nossas listas, após as mesmas terem sido subscritas por 2206 eleitoNuno Fazenda_235_313[11]res, no Tribunal de Almeirim, onde após sorteio ocupamos o primeiro lugar nos boletins de voto, não posso deixar de vos dizer como me sinto orgulhoso do sucesso do nosso trabalho e, como candidato a Presidente de Câmara, agradecer todo o vosso empenho, sem o qual não teríamos atingido o nosso primeiro objectivo – apresentação de candidaturas do MICA2013 a todos os órgãos autárquicos – Câmara, Assembleia Municipal e Assembleias de Freguesia de Almeirim, Fazendas de Almeirim , Benfica do Ribatejo e Raposa.

Todos devemos ter consciência que o caminho não é fácil, mas perante a actual realidade no nosso concelho, fomos capazes de organizar um movimento de cidadãos de TODOS E PARA TODOS, estamos em condições de poder “sonhar” que, JUNTOS PODEMOS CONSEGUIR FAZER MAIS E MELHOR!

Ao conseguirmos a adesão e juntar no MICA2013, tantas pessoas que tem uma visão diferente da politica, pessoas independentes, de partidos, sem partidos ou que nunca participaram em actividade politica-partidária, revela a todos a nossa humildade, de não sermos contra ninguém, mas reconhecer que os interesses do nosso Concelho estão acima dos interesses particulares e partidários, e que JUNTOS VAMOS CONSEGUIR ENCONTRAR AS SOLUÇÕES PARA MELHORAR A VIDA DAS PESSOAS!

A existência do MICA2013-Movimento Independente Concelho Almeirim revela o esforço de cidadania e responsabilidade e inspirador de confiança nas pessoas, que querem participar na política local, na defesa dos interesses locais do Concelho de Almeirim e aberto a TODOS E PARA TODOS que acreditam num projecto de acção civica e de cidadania, na esperança, e no respeito pelas pessoas, pela História do Concelho de Almeirim e que JUNTOS VAMOS CONSEGUIR MUITO MAIS E MELHOR!

Chegou a altura de continuarmos a dar andamento ao nosso trabalho de prestar um serviço público local , com alegria, convicção de que vamos encontrar as soluções que melhor possam servir as pessoas, e nesse sentido venho pedir a continuação da vossa colaboração dentro daquilo que cada um pode e no âmbito das vossas possibilidades:

1. Queremos construir um PROGRAMA DE COMPROMISSOS que possam reflectir as reais necessidades das pessoas, as suas opiniões, os seus desejos, as suas contribuições. Assim junto em anexo, um documento onde as pessoas podem expressar a sua colaboração participativa, com o objectivo de construirmos o nosso “PROGRAMA DE COMPROMISSOS;

2. Deves tentar conseguir o maior numero de participações possíveis, de modo a que possamos ter a colaboração, a opinião e a contribuição de um maior número de pessoas e assim possamos estar mais próximo da realidade e do sentir das necessidades das pessoas do nosso Concelho;

3. Prevemos realizar uma reunião, em principio no dia 19 de Agosto, pelas 21,00 horas, com todos os cabeça de lista, que deverão ter recolhido o maior numero de documentos preenchidos, que nessa reunião farão a sua entrega, de modo a ser devidamente tratados e as propostas incluídas no nosso PROGRAMA DE COMPROMISSOS.

4. No dia 31 de Agosto (Sábado), prevemos realizar um encontro com todos os candidatos na Biblioteca Municipal de Almeirim, pelas 15,00 horas, com a finalidade de definirmos os procedimentos da respectiva campanha eleitoral, que pretendemos ser uma campanha de TODOS E PARA TODOS, os que acreditam na nossa vontade, no acreditar no nosso projecto de cidadania e rigor, na nossa capacidade de liderança de tornar o nosso Concelho ainda melhor.

Com os meus sinceros agradecimentos espero continuar a contar com a vossa colaboração,

As minhas saudações democráticas e de cidadania

Almeirim, 7 de Agosto de 2013

NUNO PINHÃO FAZENDA

Candidato a Presidente da Câmara

quinta-feira, agosto 15, 2013

NÓS TEMOS DE FALAR NESTAS COISAS……

NÓS TEMOS DE FALAR NESTAS COISAS…….

O aparecimento novamente do MICA2013 –Movimento Independente Concelho Almeirim , (explica-se esta amputação da denominação devido às exigências legais que exige apenas cinco palavras), revela um esforço de cidadania e de responsabilização de intervenção na politica local, de pessoas que sentem que juntos podem fazer muito mais e melhor pelo Concelho de Almeirim.

Aliás as pessoas no concelho de Almeirim, como a generalidade dos portugueses, estão fartas da politica e da politiquice, precisam e querem alguém que lhe inspire a confiança e esperança e exigindo respeito pelas pessoas e pela sua história.

Estamos certos, de estarmos perante uma nova forma de participação civica e activa de fazer politica sem o “espartilho partidário”, num movimento de cidadania de todos para todos, que acreditam num projecto de cidadania e rigor, num conjunto organizado de cidadãos no exercicio da sua acção civica e participativa, gerada e  animada pela sociedade civil, com o apoio de várias personalidades de varias áreas do conhecimento.

Assumamos sem qualquer tipo de complexos o que de bom se fez no passado, sem qualquer tipo de cedências a “guerras que não nos dizem respeito”, não entramos nesse “jogo da politiquice”. Nós temos de falar nestas “coisas” e deixar bem claro que é preciso perceber que há uma enorme diferença entre o estar sentado a discutir politica e colocar os pés na realidade.

É preciso acima de tudo sabermos ler o passado, e aprender com os erros para que eles não se repitam no presente e ter plena consciência que,  a liberdade não é só poder ir votar de tempos a tempos – de quatro em quatro anos para a autarquia – ou dizer mal no café ou num grupo de amigos. Liberdade é acima de tudo, umsa escolha dificil de fazer, ao obrigar  a pensar pela própria cabeça, a dizer o que se pensa, sem coação, nem constragimentos de qualquer espécie.

Diz um proverbio chinês “usa o poder que tens. Se não o usares, ele prescreve”. É deste modo que lhe vimos prôpor um desafio de cidadania participativa ao pedir que nos indique, 2 o 3 ideias/propostas/sugestões que gostava de ver realizadas no nosso Concelho ou apenas na sua freguesia.

Como sempre nestes desafios haverá um prémio, que será o de ver integrado no PROGRAMA DE COMPROMISSOS DOS CANDIDATOS DO MICA2013, essas suas sugestões, que será sempre uma forma diferente de participação activa dos cidadãos.

Esperamos a vossa participação, enviando para o meu mail – armindobento@gmail.com – ou escrevendo nos vários “locais na internet” do MICA2013 abertos à participação e cidadania.


sábado, agosto 03, 2013

Liberdade de pensamento 2013

New post on Almeirim 2013

Dos Símbolos Escondidos

by Diogo Pascoal
Diogo Pascoal
Diogo Pascoal
Num dos últimos textos que por aqui se vão lendo, um raciocínio interessante despertou a minha atenção. Neste, um dos cronistas abordava nada mais nada menos, que a estratégia política de colocar os símbolos dos partidos num lugar de menor destaque numa tentativa de criar um movimento “independente” apenas apoiado pelos mesmos.
Implicitamente, falava-se por aqui nesta questão como uma manobra política destinada unicamente a maquilhar ou desviar a atenção dos eleitores, visto serem estes os partidos que apoiam no parlamento o governo de Portugal (o governo das medidas impopulares). Percebo, concordo e naturalmente aceito a ideia. Qualquer eleitor irá achar exactamente o mesmo. Ainda assim claro, pode ser criticável.
 Tomei a liberdade de pensar no assunto e acho que até há algo mais a acrescentar. Possivelmente, quem necessita de encontrar candidatos supostamente independentes para dar a cara por um projecto, revela uma falta de quadros competentes dentro das próprias estruturas.
Surgiu-me no entanto, nesta coisa dos símbolos e das siglas uma pequenina ideia que, permitam-me, é tão ou mais interessante. É que veja-se, há uma certa verdade venenosa na ideia de que há por aí gente que esconde símbolos (o senhor Dan Brown ia deliciar-se). E não sendo eu um admirador confesso da coligação, sou perfeitamente insuspeito ao partilhá-la.
Numa terra pequena como Almeirim, e já tive oportunidade de o afirmar antes, dificilmente temos um eleitorado esclarecido. A proximidade imposta pelos órgãos do poder local ao cidadão comum constitui uma barreira ao voto isento. Nós temos interesses, ponto. Queremos que a camioneta do Zé saia de cima do passeio, queremos que o cão do Zé saia do nosso passeio, queremos no final de contas um passeio!
Queremos um candeeiro à porta de casa, queremos um ecoponto ao pé de casa. Queremos muitas vezes criar envolvência com o poder local, na tentativa de manter o emprego ou de não arranjar problemas com os senhores que mandam (nunca percebi essa coisa do medo de perder o emprego - cheira a um passado cinzento que os meus livros de História dizem ter acabado). Acima de tudo queremos ser amigos dos senhores ou pelo menos parecê-lo.
Mas ter amigos tem um preço (no meu caso vai desde uns copos à noite até às explicações de matemática), e o preço a pagar por ser amigo do senhor dos favores é simples. Vestir a camisola e encarnar o personagem. E nada melhor para o fazer que ser embaixador desses senhores nas associações do concelho. Pois…volto ao mesmo assunto.
Por isso, no que toca a disfarçar símbolos, é esta a ideia que faltava e com a qual procuro contribuir. É que mais dissimulado que reduzir o tamanho das siglas e dos símbolos, é enfiá-lo pela goela de toda a gente escondendo-o no associativismo da terra. Pior que uma coligação que não mete medo a ninguém e não tem responsabilidades no estado de Almeirim, é um partido que sucessivamente tem abafado a democracia, tem criado um mecanismo e um polvo de amizades e interesses no qual os assadores de febras das tasquinhas funcionam como excelentes catalisadores. Em boa verdade, quem é que esconde símbolos aqui? Ou melhor, qual é o símbolo que tem sucessivamente apadrinhado e patrocinado de forma completamente descarada algumas das maiores vergonhas desta terra? Clubes altamente endividados com apoios municipais, obras completamente ridículas e desnecessárias feitas com fins eleitorais, tudo com o patrocínio de um só símbolo. E o melhor caros amigos, é que o símbolo não está lá mas todos o vêem e todos levam com ele! Isto sim, é arte e engenho político!
É bem verdade que parte da culpa reside numa oposição fraca e incapaz, de onde pelo que vemos ultimamente, todos acabam por sair para ser amigos dos senhores também.
É que os senhores do castelo de Kafka nunca foram vistos e mandavam. Aqui alguns mandam justamente por serem vistos em todo o lado.
A conclusão deste meu raciocínio caberá naturalmente a cada um. Agora uma coisa é certa, enquanto uns tentam esconder símbolos tornando-os pequeninos, há outros que o fazem da melhor forma, vinculando-o a todo o santo sítio.
Já dizia o provérbio: “Com papas e bolos se enganam os tolos”. Em Almeirim bastam as tasquinhas e meia dúzia de jogos de futebol.
Será com certeza uma campanha animada e à qual ninguém ficará indiferente. Com sorte, teremos até carros de campanha com bonitas sirenes.

terça-feira, julho 23, 2013

FILIPE ALEXANDRE RIBEIRO REGO, aceitou ser o mandatário e consultor para o desporto e tempos livres do Movimento de Cidadãos do Concelho de AlmeirimMICA2013, e vai integrar a respectiva lista para a ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE ALMEIRIM.
Filipe Rego, bem conhecido desportista de Almeirim, foi jogador de futebol das camadas jovens do UFCA, que uma grave lesão terá afastado dessa sua carreira de jovem praticante.
É actualmente treinador de futebol com o curso de treinadores da UEFA – nível A, sendo detentor do curso de especialização em jornalismo desportivo, e já foi treinador e formador de jovens jogadores, em diversos clubes desportivos do nosso Concelho – ADRC de Paço dos Negros, ADFazendense e União F.C. de Almeirim – sendo reconhecido por todos os desportistas a sua capacidade de organização e gestão na aplicação de regras desportivas e ensinamentos aos respectivos praticantes, sendo estimado e respeitado pelos clubes e praticantes por onde passou. Actualmente faz parte de um grupo de cidadãos, que aceitou o enorme desafio de “recuperação desportiva do UFCA”.

O MICA2013-Movimento de Cidadãos do Concelho de Almeirim, fica muito honrado em poder contar, com o saber e conhecimento de um Almeirinense, que com toda a coragem e independência aceitou este desafio de interesse público municipal, na prestação de um serviço publico aos cidadãos do Concelho de Almeirim


sexta-feira, julho 19, 2013

PORQUE ACREDITAMOS!

PORQUE ACREDITAMOS!

Porque acreditamos e temos que reconhecer  que já muito foi feito, mas pensamos, nesta fase de mudança, ainda haver mais e melhor para fazer em Almeirim. O nosso concelho tem uma excelente localização geográfica, sendo por isso, uma mais-valia para se tornar num atractivo ponto turístico do nosso País, com potencialialidades para desenvolver o comércio e a indústria hortofruticola, e areas de qualidade para a pratica de vários desportos,  e aproveitamento de grandes potencialidades para a pratica de desporto de tempos livres, aproveitando-se e dando uma visibilidade de excelência à tradição gastronómica e cultural das nossas gentes, para atrair, não só o turismo, como os mais diversos sectores da nossa economia.
Precisamos de uma líderança, que inspire confiança, que possa exercer influência sobre as pessoas, que consiga fazer a ponte entre todos estes aspectos de motivação e empreendorismo.  Que escute e seja um lider com provas dadas na área da gestão, que seja aglutinador, que tenha coragem de tomar atitudes, mas que tenha ao mesmo tempo experiência e conhecimento, juventude nas ideias e dinamismo na sua concretização.
Não somos políticos (as) nem vinculados(as) a nenhum partido. Pensamos que em eleições autárquicas se deve votar em pessoas e não em candidatos partidários. A pessoa que vier a ser o presidente da Câmara tem que ser o presidente de todos os Almeirinenses, independente do credo que professa ou da cor política com que simpatiza. Sem desrespeito para com outras pessoas eventualmente disponíveis para serem candidatos, só poderemos falar de quem conheçemos o respectivo trabalho profissional em funções privadas.
Por isso pensamos que ao longo de tanto tempo de experiência, o senhor Engº Nuno Pinão Fazenda conhece muito bem os vários pontos onde devemos apostar para tornar o concelho de Almeirim numa area geografica atractiva, para quem nela quiser investir, viver ou visitar, revelando um esforço de cidadania e responsabilidade na politica local independente da dependência partidária e na defesa dos interesses das pessoas de todo o Concelho de Almeirim. Vimos por isso, dar o nosso apoio ao candidato a presidente de Câmara de Almeirim Engº Nuno Pinhão Fazenda, uma vez que depositamos nele a esperança da mudança que Almeirim precisa,  e para que possamos acreditar no futuro neste momento difícil que passamos.

Acreditamos que juntos podemos fazer muito mais e melhor pelo nosso Concelho

sexta-feira, maio 10, 2013

Perseguição”, “fixação” e “crueldade” contra os pensionistas e reformados!


Perseguição”, “fixação” e “crueldade” contra os pensionistas e reformados!

A ex-ministra Manuela Ferreira Leite considera que “há uma falta de respeito sobre os pensionistas” por parte de Passos Coelho, fala mesmo em “perseguição”, “fixação” e “crueldade” com os reformados. “Quando há falta de dinheiro vai-se aos pensionistas e reformados.”

Há coisas que nem vale a pena comentar - a arrogância, o desprezo, a selvajaria deste governo perante a lei e perante os mais fracos é tal que só admira o senhor presidente da República permite que passos coelho continue a destruir o País.  
Quando um primeiro ministro de um governo procede continuamente assim, a perversidade estende-se a todas as soluções governativas, dado que em vez de procurar soluções sérias, legais e portanto sólidas e credíveis, procuram-se soluções fáceis, soluções ilegais, soluções estapafúrdias que não podem congregar os cidadãos e só podem lançar o descrédito nos políticos e nas instituições e portanto na democracia.
Quem ouve passos coelho não compreende que as pensões do regime contributivo não são pagas com dinheiro do orçamento de estado mas sim com as transferências feitas a partir das contribuições para o sistema. Foi referido que “Fraudes na Segurança Social ameaçam as reformas: faltam 52 mil milhões”.Mas quem cometeu as fraudes? Não foram os reformados da CGA nem tiveram alguma intervenção nesse acto. Pergunto: por que hão-de ser os reformados e pensionistas a pagar as fraudes que outros cometeram? Como aliás já estamos a pagar: BPN, BPP, Estradas de Portugal, PPP e os milhares de assessores, ditos especialistas que passos coelho e acólitos, com dinheiro publico têm gasto!

Este primeiro ministo deste governo é portanto o coveiro de todos os valores de justiça, de segurança, de legalidade, de respeito, enfim de democracia.

quarta-feira, abril 24, 2013

ALMEIRIM INCUMPRIMENTO DA LEI DOS COMPROMISSOS E DE PAGAMENTOS EM ATRASO


INCUMPRIMENTO DA LEI DOS COMPROMISSOS E DE PAGAMENTOS EM ATRASO

De acordo com o parecer do revisor oficial de contas, anexo ao Relatorio e Contas de 2012 da Câmara Municipal de Almeirim, o valor das facturas de fornecedores não registadas a que corresponde despesas não cabimentadadas, e provavelmente não autorizadas, atingem o valor de   801 122,85 euros! Quem é que vai agora pagar este valor aos fornecedores? Quem se vai responsabilizar por esta despesa?
 A regularização extraordinária dos pagamentos aos fornecedores do sector púbico administrativo e empresarial decorre, para o ano de 2012, do artigo 208º na Lei n.º 64-B/2011 de 30 de Dezembro (Orçamento de Estado).
Nessse sentido e com esse objectivo, foi criado o Programa de Apoio à Economia Local, doravante designado por PAEL, instituído pela Lei n.º 43/2012, de 28 de agosto e regulamentado pela Portaria n.º 281-A/2012, de 14 de setembro, que, concretizando aquela determinação, tem como objeto a regularização do pagamento de dívidas vencidas há mais de 90 dias, registadas na DGAL a 31.03.2012, seja dívida administrativa ou comercial.
Trata-se, naquele Programa, de concretizar um regime excepcional e transitório de concessão de crédito aos municípios, que decorre da atual situação económica e financeira do País e da execução em curso do Programa de Ajustamento Económico e Financeiro, que estabelece metas de consolidação orçamental das contas públicas nacionais em especial do montante dos pagamentos em atraso.
O PAEL abrange todos os pagamentos dos municípios em atraso há mais de 90 dias, tendo o Estado disponibilizado para esse efeito no Orçamento de Estado para 2012, como decorre do artigo 208º n.º 1 da lei n.º 64-B/2011 de 30 de Dezembro, um fundo no montante de € 1 000 000 0000,00.  O montante elegível para cada autarquia aderente corresponde à diferença entre o montante dos pagamentos em atraso a 31 de março de 2012 e a soma dos montantes correspondentes à redução prevista nos n.ºs 3 e 4 do artigo 65º da Lei do Orçamento de Estado para 2012 e às dívidas abatidas com a utilização de verbas do Fundo de Regularização Municipal, conforme se estabelece no artigo 3º n.º 3 da lei n.º 43/2012, de 28 de agosto.


segunda-feira, abril 08, 2013

A CONSTITUIÇÃO NÃO PODE SER O BODE EXPIATÓRIO DA INCOMPETÊNCIA?


OS NOSSOS POLÍTICOS NÃO APRENDEM NADA! A CONSTITUIÇÃO NÃO PODE SER O BODE EXPIATÓRIO DA INCOMPETÊNCIA!

Só mesmo no nosso País!
 O que se está a passar com a “leitura interpretativa” do ACORDÃO DO TRIBUNAL CONSTITUCIONAL em que os “apoiantes deste governo” descrevem a decisão  como tendo sido "radical"  e que, com o intuito de   manterem credibilidade externa necessitam de  culpas internas e á oposição  que, consideram a ilegitimidade do governo e apresentam o Tribunal Constitucional  como o último recurso de manter o regime democratica e o nosso Estado de direito. Mas neste acórdão deve ser interpretado o que lá está escrito, não o que uns e outros queiram fazer dele para esconderem as suas próprias incapacidades e interesses. E quer o acórdão quer as declarações de voto são, em grande medida, aquilo que nos tem faltado: uma conversa séria sobre o nosso passado recente e sobre o nosso futuro próximo, e uma conversa em que, para variar, quer os juízes cuja opinião venceu quer aqueles que sairam derrotados nos tratam a nós e à nossa Constituição como de facto soberanos.
Na verdade ao longo deste fim de semana, nas redes sociais, nos editoriais dos jornais e nas colunas de opinião, pode-se ler repetidamente que o acórdão 187/2013 basicamente implica que, em Portugal, e com este Tribunal Constitucional, é impossível fazer consolidação orçamental pelo lado da despesa, nomeadamente cortando salários à função pública. O próprio Primeiro Ministro, no seu discurso  afirmou que “não aceita aumentar mais os impostos, que parece ser a solução que o Tribunal Constitucional favorece nas suas interpretações.”
Aqui fica a minha interpretação:
1.      Páginas 116 a 121, pontos 33 a 35: os juízes do TC (todos, maioria e vencidos) acham que é perfeitamente legítimo ao legislador tratar os funcionários públicos de forma diferente dos trabalhadores do sector privado. Isso incluireduzir os seus salários. O legislador democrático tem eventualmente outras opções, mas reduzir as remunerações de quem é pago por verbas públicas não é, em si mesmo, uma arbitrariedade.
2.      Páginas 122 a 123, pontos 37 e 38: o TC acha que, apesar de ser aceitável diferenciar trabalhadores do sector privado de trabalhadores do sector público, e apesar de o princípio da igualdade exigir mesmo que o que é desigual seja desigualmente tratado, é também preciso que o tratamento diferenciado seja proporcionado, i.e. que não seja excessivamente desigual.
3.      Páginas 127 a 129, ponto 41: a maioria dos juízes do TC nota que o legislador já argumentou várias vezes, seja para o OE 2011 seja para o OE 2012, que o corte de salários era a única maneira de, a curto prazo, cumprir compromissos com instâncias internacionais. Mas à medida que o tempo passa, essa invocação de excepcionalidade, feita agora novamente para o OE2013, vai-se tornando cada vez menos válida. É cada vez mais exigível ao legislador que encontre soluções alternativas ao tratamento excessivamente diferenciado de diferentes categorias de trabalhadores, nomeadamente tomando outras medidas de redução da despesa pública. Por outras palavras, quando mais tempo passa, menos toleráveis se tornam possíveis excessos de diferenciação entre diferentes categorias de trabalhadores.
4.      Páginas 129 a 139: a maioria dos juízes do TC acha que a suspensão de pagamento de subsídio de férias ou equivalente e a redução de compensação de trabalho extraordinário, subsídio doença e ajudas de custo, medidas que se acrescentam às reduções de 3.5% a 10% para salários na função pública acima de 1500 euros, à proibição de valorizações remuneratórias decorrentes de promoções ou progressões, e à proibição de prémios de gestão a gestores de empresas públicas (OE 2011 e 2012), assim como ao aumento generalizado da carga fiscal a todos os trabalhadores (OE 2013), configuram, no seu conjunto, um tratamento excessivamente desigual dos trabalhadores pagos com verbas públicas.
Finalmente a declaração dos cinco juízes que votaram vencidos também é interessante. Nela se defende que a situação orçamental do País mudou consideravelmente em relação ao acórdão anterior, que esta matéria sobre a qual o TC se está a pronunciar exige um escrutínio menos intenso (dando mais latitude ao legislador) sobre desigualdades de tratamento do que em matérias sobre as quais a Constituição explicitamente proibe desigualdades de tratamento, e que, no seu juízo de inconstitucionalidade, o TC se fundou em dados indemonstráveis (no ponto 3 acima) e se atribuiu uma competência que devia ser do legislador (ao fazer o juízo do ponto 4 acima). 
Contudo, é preocupante que um governo - este ou qualquer outro - num Estado democrático, perante uma decisão do Tribunal Constitucional, em linha com jurisprudência já firmada, sacuda a água do capote e atribua a outros responsabilidades que só ao governo cabem, como se o Orçamento tivesse sido elaborado no Palácio Ratton ou como se a nossa Carta Magna fosse alinhavada nas reuniões da troika com o ministro das Finanças. A encenação dramática feita pelo governo, no sábado, correndo para Belém, e a declaração do primeiro-ministro, no Domingo à tarde, atribuindo ao Tribunal Constitucional todos os males dos insucessos do governo, revelam bem a incapacidade do governo reconhecer o falhanço das suas políticas e de ter ignorado, com arrogância, por mais de uma vez, a Constituição da República, numa tentativa de a alterar por “facto consumado”.
A Constituição, interpretada de forma autêntica pelo Tribunal Constitucional, é um pressuposto do exercício de funções governativas. Não pode nunca ser apresentada como um obstáculo à governação, um entrave ao cumprimento de metas ou um alibi para falhanços.
O Governo é um órgão constituído, no sentido em que exerce as suas funções sob a autoridade e no quadro delimitado pela Constituição. Se um concreto Governo não está preparado ou não é capaz de governar com a atual Constituição, então pura e simplesmente não pode ser Governo.
Fazer da Constituição o bode expiatório, ou do Tribunal Constitucional o alvo não é admissível numa democracia consolidada, em que cada órgão de soberania exerce as suas funções com respeito pelo espaço próprio de intervenção dos demais. E de nada vale invocar que há constitucionalistas com uma opinião diferente, porque Tribunal Constitucional só há um e é a ele – e só a ele – que compete proceder à fiscalização abstrata das leis. O Governo tem mais é que terfair-play democrático, não pode amuar e vir para a televisão fazer queixinhas dos juízes.

terça-feira, março 26, 2013

No que consiste este troikismo ao quadrado?

 
No que consiste este troikismo ao quadrado?

É uma política económica que combina o ultra-liberalismo com o estalinismo. É ultra liberal no ódio ao Estado, a tudo o que cheire a social, a direitos sociais, a princípios constitucionais que interfiram com a economia. É estalinista porque tem pouca consideração pelos mercados e decide ao nível central quais os sectores que devem ser salvos e quais os que devem ser eliminados.
A economia do País foi sujeita a um verdadeiro plano quinquenal estalinista em que se pretendia reformatar tudo e todos no pressuposto de que no fim do plano quem estava a mais no país teria emigrado, os empresários de sectores considerados inúteis estariam falidos, as empresas consideradas necessárias seriam salvas com o dinheiro cobrado aos contribuintes. Destruíram-se sectores inteiros como a restauração, o pequeno retalho ou a construção civil, ao mesmo tempo cortaram-se subsídios a todos os portugueses para com esse dinheiro tapar o buraco do BPN e emprestaram-se milhões aos bancos emprestados com dinheiro da troika cuja garantia é dada por uma política brutal para o cidadão comum.

O Portugal do Gaspar faz lembrar a China estalinista de Mo-Tse-Tung.

(retirado de www.jumento.blogspot.com)

 
As teses de Mário Murteira, economista íntegro e digno, falecido à muito poucos dias, onde divulga o seu pensamento mais recente sobre a "crise" que nos ameaça:

Primeira tese: esta crise não tem precedentes comparáveis. A presente crise tem contornos específicos sem precedente na história do capitalismo. É ilusório, por exemplo, compará-la com a «Grande Depressão» dos anos 30 do século passado. A «novidade» essencial reside na dimensão colossal dum capitalismo financeiro globalizado, que sem apelo submete à sua lógica a chamada economia real, ficando esta entregue à ganância da acumulação mercantil, sem regulação digna desse nome.

Segunda tese: a economia é importante, os economistas, não.O pensamento económico dominante, de feição «neo-liberal», é irrelevante para a análise da presente crise, embora possa servir – como no passado recente serviu– de justificação ideológica para uma política de «mais do mesmo».

Terceira tese: a «Ciência Económica» passa ao lado da crise. Um paradoxo da presente conjuntura reside na irrelevância da «Ciência»Económica dominante, contrastando com o implacável domínio do «económico» no funcionamento das sociedades actuais. Daí o descrédito da classe profissional dos economistas na interpretação do que acontece na economia real. O autor destas linhas sabe bem como era prestigiado o «economista» nos anos 60/70 do século passado, mesmo em Portugal, ao contrário do que hoje sucede

Quarta tese: Marx e Schumpeter enganaram-se ambos sobre o destino do capitalismo e, tal como eles, ninguém pode prevê-lo. Joseph Schumpeter, nascido no ano da morte de Karl Marx (1883), foi talvez o maior economista da primeira metade do século passado e considerava Marx um dos maiores economistas de sempre. Pela amplitude da sua «visão» da História, Schumpeter tinha também grande admiração pelo capitalismo, fundada no seu processo de inovação ou «destruição criadora», o grande papel histórico do empresário empreendedor. Grandes economistas com visões opostas do capitalismo tinham todavia algo em comum: observavam-no como um processo histórico em
movimento, uma totalidade em que o «económico» é a dimensão porventura condicionante do todo.

Quinta tese: é preciso criar nova concepção de regulação do capitalismo, nova nos meios como nos fins. Diz-se que alguém «não regula bem», quando apresenta sintomas de distúrbio ou perturbação mental. Quando hoje observamos os comportamentos de entidades como o FMI, o Banco Mundial ou o Banco Central Europeu, podemos dalgum modo reconhecer que por vezes não regulam bem, ainda nesse sentido. Observe-se por exemplo, o tom solene com que se fazem previsões (até às décimas!) sobre a variação anual do PIB ou se apela para o respeito dos «Fundamentals» da Economia.

Como se apenas os governadores dos bancos centrais, literalmente, penetrassem no segredo dos deuses.”Quando observamos os comportamentos do FMI, Banco Mundial ou Banco Central Europeu, podemos dalgum modo reconhecer que por vezes não regulam bem”.

Sexta tese: sim, não sabemos para onde vamos, mas ao menos importa saber donde viemos, para procurar outros sítios. Não viemos apenas dum sistema económico dominado pela especulação financeira. Viemos também de um mundo de tremendas desigualdades, de generalizada corrupção a todos os níveis, de declínio dos valores éticos em contraste com o predomínio dos valores bolsistas, onde terrorismos desesperados emergem, em particular junto de jovens que não encontram outras formas de dar sentido às suas vidas. A «crise» é, sem dúvida, económica, mas também civilizacional e cultural

terça-feira, março 12, 2013

O governo da “bravata” que não passa do faz de conta!


O governo da “bravata” que não passa do faz de conta!

Já todos percebemos que o governo faz de conta que não se passa nada. Enquanto o  primeiro-ministro declara que não governa para a rua (o que é bem certo, pois governa para a banca e para a troika), o Presidente da República, que já tantas vezes se esqueceu do seu juramento e dos seus deveres, desculpa-se invocando os limites da sua acção,  (mas convém, no entanto salientar ainda, a porção de vezes que Cavaco afirmou solenemente,  que havia limites para os sacrifícios exigidos aos portugueses, chegando mesmo a sugerir que esses limites já tinham sido ultrapassados – isto no Governo anterior), de modo a “fugir” a não ter que avaliar os brutais sacrifícios a que os portugueses estão hoje a ser submetidos, impiedosa e iniquamente, por este Governo  neoliberal! . Enquanto a senhora  “troika”, nos vai “deixando” algumas declarações, do alto da sua sapiência, que é o governo que falha na comunicação da “sentença de morte aos portugueses”
 Na verdade esta “desgovernação”  com uma perspectiva de curto prazo, pratica a navegação à vista, não sabendo que para mal dos seus (e dos nossos) pecados, em alturas de tempestade, a navegação à vista não augura nada de bom. Os tempos não lhes vão, pois, de feição, sendo muito  provável que a santíssima trindade composta por Passos, Gaspar e Relvas, essa entidade una e indivisível, não tenha consciência do mal que está a fazer ao País e da catástrofe que está a semear. O Presidente da República também ainda não percebeu que está a ser conivente por acções ou omissões da dita trindade, e que os cidadãos entendem que ele é parte integrante da equipa que está a destruir a classe média, a condenar gente, sobretudo de meia-idade (que não mais vai conseguir arranjar emprego) à miséria e a fazer regredir social e economicamente o País muitas dezenas de anos. Entretanto, o País vai de mal a pior, e até já parece como normal estarmos perante um governo que apresentou os piores resultados económicos, desde o já longínquo ano de 1975 No tocante à população, os mais pobres e os que já foram “remediados” estão   cada vez mais exasperados com os impostos crescentes e a baixa de rendimentos, com o desemprego, a fome e a miséria a alastrar, mostram claramente que não querem esta política e este governo. Quanto aos que se “julgavam ricos” começam a sentir  cada vez mais dificuldades em suster as vagas alterosas duma “luta popular” que tenderá a alastrar e a crescer.
Ora aqueles que os poderiam aguentar estão em polvorosa. “Estamos solidários com os anseios de uma vida melhor”, dizem os soldados. “Somos filhos deste povo e não nos podemos dissociar dele”, garantem os sargentos. “Questionamos o rumo do país de que fazemos parte”, afirmam os oficiais. E todos eles garantem que não servirão de “instrumento de repressão” sobre o povo. Como resultado já a previsível degradação da situação económica e social, a correlação de forças terá tendência para se alterar aceleradamente em favor do já enorme campo que se opõe à troika e ao desgoverno de passos, relvas, gaspar. “Não sairemos”, garantem os governantes. Claro que sairão. A única dúvida está em saber se sairão a bem ou a mal. Se persistirem em manter-se, o correr do tempo avolumará o descontentamento, o ódio, o desespero. Depois, bastará uma pequena faúlha para atear um fogo de enormes proporções, com uma violência imprevisível nas suas consequências. Não é preciso ser mago para adivinhar o que vai acontecer. Como já se escreveu: “Está escrito nas estrelas”. “E quando as pessoas perdem a esperança e a confiança na democracia, tudo é possível acontecer. Os resultados das eleições em Itália já deram um sinal significativo. Ao contrário do que o senhor Presidente da República escreveu no prefácio aos seus discursos do ano passado, neste momento, a demissão do governo e a convocação de eleições significavam uma renovação da minguada confiança dos portugueses no “regime” e produziria menos custos económicos e financeiros do que a demissão do último governo promovida silenciosamente por Belém.”( Tomás Vasques, Transparência, precisa-se)

sexta-feira, março 08, 2013

A PROPÓSITO DO DENOMINADO SALÁRIO MÍNIMO


A PROPÓSITO DO DENOMINADO SALÁRIO MÍNIMO

 De quando em vez os “políticos” da nossa praça, arranjam sempre alguma coisa com que nos possam distrair daquilo que verdadeiramente nos interessa – exercer o nosso direito de cidadania – embora já devêssemos perceber que, em politica, não só importa o que se diz, mas também e sobretudo a forma como se diz, isto a propósito da “querela” sobre a redução ou o aumento do denominado “salário minimo”, um episodio eloquente na demonstração de amadorismo e há quem diga de ingenuidade de um primeiro ministro completamente descredibilizado na sua actividade desgovernativa e na sua afirmação de que “ o mais sensato seria descer o salário mínimo nacional. Fiquei absolutamente estarrecido: Passos Coelho, desta feita, ultrapassou todos os limites, da lucidez, do bom senso e do decoro político.  

 Trata-se não só de um erro, mas também um disparate político, económico e social a afirmação de que uma redução do salario mínimo iria “criar postos de trabalho” .

Por que carga de água deveriam os empresários contratar desempregados se depois não conseguem escoar o aumento da produção por falta de procura interna? Como os inquéritos do INE têm mostrado, a principal preocupação dos empresários não é o custo do trabalho , para além da falta de credito, juntou-se a quebra violenta da procura interna. Sem haver quem compre produtos, não haverá razão para os produzir.


Não será que o aumento do salário mínimo seria um contributo para a reanimação do mercado interno, até porque os seus beneficiários não consomem, no essencial, bens importados?
 

Salario minimo
 
 
 
Salario minimo
 
485,00 €
500,00 €
3,09%
Contribuição Patronal
23,75%
115,19 €
118,75 €
3,09%
Seg.Social
11%
53,35 €
55,00 €
3,09%
Salario Liquido
 
431,65 €
445,00 €
3,09%
Total Seg. Social
 
168,54 €
173,75 €
3,09%
 
Nº Trabalh. Abrangidos
 
600.000
 
 
 
 
 
 
Total Custos Salariais
360.112.500,00 €
371.250.000,00 €
3,09%
Segurança Social
101.122.500,00 €
104.250.000,00 €
3,09%
Total receb. Trabalhad.
258.990.000,00 €
267.000.000,00 €
3,09%
80% bens alimentares
207.192.000,00 €
213.600.000,00 €
3,09%
IVA 23%
 
47.654.160,00 €
49.128.000,00 €
3,09%
Isto é o aumento de 15 euros no "salario minimo" iria permitir uma pequena reanimação no nosso "mercado interno", as pessoas compravam mais, as empresas vendiam mais, tinham que produzir mais e daqui resultava a necessidade de criar mais postos de trabalho! E, ainda o Estado arrecadava mais impostos!!!
 

E concluindo, sabendo que a maioria das pessoas vivem, ou melhor, sobrevivem, com salários de miséria diria que o que se requer é bom senso e inteligência. Predicados que, manifestamente, não abundam nas pobres cabecinhas formatadas dos integrantes deste Governo.